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Na era do multimédia, rádios diversificam oferta e mudam imagem |
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20-Mar-2010 |
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Lisboa, 20 mar (Lusa) - Na era do multimédia, a rádio procura
diversificar a oferta e até mesmo mudar a sua imagem. O grupo Renascença
é um exemplo dessa mudança, alterando a sua designação para R/com,
comunicação multimédia.
"Achamos que a inovação institucional
devia transmitir uma ideia multifacetada do grupo, virada para o
multimédia. Somos hoje um grupo de rádio mas já fazemos muito mais que
isso", disse à Lusa o administrador do grupo José Luís Ramos.
José
Luís Ramos falava à Lusa a propósito do congresso internacional de
rádio, que vai realizar-se em Lisboa na próxima quinta feira e que é
dedicado sobretudo à migração das rádios para a Net e à utilização das
tecnologias de informação pela rádio.
Ao mudar a sua designação,
explicou José Luís Ramos, o grupo Renascença quer assim transmitir a
realidade do seu trabalho: emissão artesiana de rádio como essência mas
também com ofertas noutras plataformas.
"Fomos o primeiro grupo de
rádio a ter som e vídeo na Internet e às emissões on-line somam-se
ainda outros conteúdos como é o caso do jornal on-line que tem já 70 mil
utilizadores, subscritores diários deste serviço", frisou.
A
Internet, defende, é o meio que "mais naturalmente se compatibiliza com a
Internet, dai também a importância de a transportar para o on-line"
fazendo por exemplo rádios específicas para a web como é o caso da
"Euamoos80", da "Oceano Pacífico" ou ainda da "Clubbing".
Todas
estas rádios, explicou, têm tido "um enorme sucesso sem retirarem
ouvintes aos canais tradicionais".
Na opinião de José Luís Ramos,
todas as empresas, mas especialmente as de Media, têm de estar
preparadas para integrar a crise no seu plano de trabalho, "percebendo
que os mercados são voláteis e que as estruturas das respostas que
garantam o emprego das pessoas".
A reestruturação realizada pela
empresa com a mudança de designação inclui também a redução dos seus
quadros através de um processo de rescisão que abrangeu 41 pessoas.
"Tentamos
fazer numa altura em que é possível saírem sem grandes perdas,
proporcionado a melhor qualidade possível", disse.
GC.
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Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/fim
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EDP distribui 5000 lâmpadas no Bairro da Cova da Moura |
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20-Mar-2010 |
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Lisboa, 19 mar (Lusa) - A EDP distribuiu, entre 14 a 18 de março,
cerca de 5000 lâmpadas eficientes na Cova da Moura, Amadora,
distribuição efetuada "porta a porta" aos moradores, informa a empresa.
"Esta
ação correspondeu a um pedido da Associação de Moradores do Bairro do
Alto da Cova da Moura, e a distribuição foi efetuada porta a porta aos
moradores do bairro", refere a EDP em nota.
Cada família recebeu
gratuitamente quatro lâmpadas fluorescentes, bem como conselhos de
eficiência energética.
Até à data, sublinha a EDP, foram já
distribuídas pela empresa "um total aproximado de 450 mil lâmpadas
economizadoras, diretamente a moradores de bairros sociais e
históricos".
Tal número permitirá, "ao longo da vida útil das
lâmpadas", uma redução no consumo energético nacional equivalente ao
consumo anual de 60.000 famílias portuguesas, poupando as famílias cerca
de 18 milhões de euros e evitando a "emissão de 60 mil toneladas de CO2
para a atmosfera".
O objetivo, sublinha a EDP, é sensibilizar as
populações para a troca das lâmpadas incandescentes (tradicionais) por
lâmpadas fluorescentes compactas (economizadoras), contribuindo "em
grande escala para a redução do consumo de energia elétrica destinado à
iluminação nestas habitações" e promovendo desse modo "a eficiência
energética junto das populações".
PPF.
*** Este texto foi
escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico ***
Lusa/Fim
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Greve na British Airways anula quase totalidade de voos entre ligações do Londres a Portugal |
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20-Mar-2010 |
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Londres, 20 mar (Lusa) - A greve de três dias que o pessoal de cabina
da British Airways iniciou hoje, à meia noite, irá resultar no
cancelamento de quase todos os voos que a companhia opera entre Portugal
e o Reino Unido.
Dos 18 voos programados entre as duas capitais
nos três dias, apenas se mantém previsto o avião de Lisboa com destino a
Londres com partida às 07:30 de hoje, segundo o site da transportadora
britânica.
Em consequência, o primeiro voo entre Lisboa e Londres
de terça feira também foi anulado.
A paralisação afeta também as
ligações aéreas diárias da companhia entre Londres e Faro, que serão
canceladas nos três dias de greve.
O primeiro ministro britânico,
Gordon Brown, denunciou, através de um porta-voz, a "inconveniência
inaceitável" que a greve vai causar aos passageiros e exortou ao fim do
protesto e ao regresso da administração e sindicatos à mesa das
negociações.
Em causa estão cortes de pessoal, alterações das
condições de trabalho, horários e remunerações que a administração quer
introduzir para reduzir custos e às quais a maioria do pessoal de cabina
votou contra.
O presidente da companhia aérea britânica lamentou
a recusa pelo sindicato Unite de uma proposta que Willie Walsh
considera "justa, sensata e que responde às preocupações do pessoal de
cabina".
Mas o dirigente sindical Tony Woodley acusou Walsh de
querer entrar numa "guerra" com os funcionários, em vez de chegar a um
"acordo negociado".
As tripulações da British Airways anunciaram
que pretendem voltar a fazer greve por mais quatro dias, com início a 27
de março.
BM
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo
Acordo Ortográfico ***
Lusa/fim
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Carnegie Mellon Portugal: Cientistas descobrem "organização do dicionário do cérebro" |
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20-Mar-2010 |
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Lisboa, 19 mar (Lusa) - Cientistas da Universidade de Carnegie Mellon
(Estados Unidos), parceira de nove instituições portuguesas, abriram
caminho para tratar doenças como o autismo, ao descobrirem “como está
organizado o dicionário do cérebro”, segundo um dos investigadores.
O
trabalho foi desenvolvido pelos neurocientistas Marcel Just e Vladimir
Cherkassky e os cientistas informáticos Tom Mitchell e Sandesh Aryal, da
Universidade de Carnegie Mellon, onde está desde janeiro o português
Jaime Cardoso, da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, a
colaborar nas áreas de investigação em aprendizagem automática e visão
computacional.
A investigação determinou como é que o cérebro
organiza representações de substantivos, combinando imagens cerebrais e
técnicas de aprendizagem mecânica.
"Descobrimos como é que o
dicionário do cérebro está organizado", explica Marcel Just, professor
de Psicologia, num comunicado do programa Carnegie Mellon Portugal hoje
distribuído.
Just acrescenta que o cérebro não faz apenas uma
“ordem alfabética ou segundo cores e tamanhos”: “Fá-lo através de três
características básicas”.
Os três códigos ou características são a
relação física com o objeto, associação com o ato de comer e ideia de
abrigo, explica o mesmo comunicado.
Os fatores, cada um codificado
entre três a cinco diferentes áreas do cérebro, foram descobertos
através de um algoritmo. Esta ‘ferramenta’ procurou pontos comuns entre
as áreas cerebrais dos participantes, que respondiam a 60 substantivos
sobre objetos físicos.
A palavra “apartamento”, por exemplo,
provocou alta ativação nas cinco áreas que codificam palavras
relacionadas com “abrigo”.
A equipa de investigadores previu
ainda onde se daria a ativação cerebral mediante um substantivo
apresentado aos participantes e que o significado dos substantivos é
codificado de forma similar entre os participantes.
Nas doenças
psiquiátricas e neurológicas, os significados de certos conceitos estão,
algumas vezes, distorcidos. Por isso, estas novas técnicas poderão
possibilitar a medição dessas alterações e contrariá-las, como no caso
de um autista, que pode ter uma codificação mais fraca na área do
contacto social.
"Nós ensinamos a mente, mas estamos a moldar o
cérebro, e agora podemos testar o cérebro sobre o quão bem aprendeu um
conceito", conclui Marcel Just.
A experiência integra o Programa
Carnegie Mellon Portugal, financiado pela Fundação para a Ciência e a
Tecnologia e iniciado em outubro de 2006, no âmbito do programa de
intercâmbio de professores.
A iniciativa abrange mais de 160
estudantes portugueses e estrangeiros de mestrado profissional e de
doutoramento, incluindo 10 projetos de investigação.
PL.
Lusa/fim
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GES quer vender 49% da Rioforte a investidores institucionais e vai começar apresentações |
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20-Mar-2010 |
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Lisboa, 19 mar (Lusa) - A Rioforte, que agrupa vários ativos
controlados pela família Espírito Santo, incluindo hotéis, rodovias e
mineração, está à procura de investidores institucionais para alienar 49
por cento da empresa, avança a Bloomberg.
A empresa, com 3,3
mil milhões de de euros de recursos, pretende realizar uma Oferta
Pública Inicial (IPO) nos próximos quatro a cinco anos, permitindo aos
investidores a venda de participações, enquanto o Grupo Espírito Santo
mantém o controle, de acordo com um documento da empresa obtido pela
agência de notícias financeiras Bloomberg e confirmado pela Rioforte.
A empresa pretende duplicar sua carteira nos próximos cinco anos,
expandindo-se em áreas como a geração de energia e a exploração de
petróleo e gás, bem como investir mais no setor imobiliário e de
mineração, de acordo com o mesmo documento.
Para isso, prevê
investir cerca de 2,4 mil milhões de euros neste período, dos quais 1,3
mil milhões de euros em bens imobiliários.
De acordo com a
mesma fonte, que cita um administrador executivo que preferiu não ser
identificado, a Rioforte dceverá começar as apresentações a investidores
na próxima semana, e até abril.
A venda desta participação,
que terá lugar este ano, será gerida pelo Banco Espírito Santo de
Investimento, além de um banco europeu e outro norte-americano,
acrescentou aquele administrador, sem os identificar.
Para a
colocação privada, a Rioforte espera atrair investidores,
principalmente, do Médio Oriente, da Ásia e Europa, de forma a
complementar as suas carteiras, disse ainda o responsável.
A
Rioforte, que teve receitas de cerca de 900 milhões de euros no ano
passado, tem cerca de 70 por cento dos seus ativos em Portugal, 20 por
cento em Angola e 10 por cento no Brasil, segundo o documento da
empresa.
Os ativos incluem imóveis, construção, estradas,
turismo e empresas de mineração que foram anteriormente parte da
Espírito Santo Resources. A empresa é ainda proprietária da empresa de
construção Opway e da cadeia de hotéis Tivoli em Portugal, e da Escom,
uma mineradora de diamantes em Angola.
MSF
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Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/Fim
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Governo/TVI: Mário Lino, Henrique Granadeiro e ex-administradores da PT na lista do CDS-PP |
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20-Mar-2010 |
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Lisboa, 19 mar (Lusa) - O CDS-PP vai pedir a audição do ex-ministro
das Obras Públicas Mário Lino, do núcleo de ex-administradores da PT já
ouvidos na comissão de Ética, e de Armando Vara, disse hoje à Lusa a
deputada Cecília Meireles.
O presidente e o CEO da Portugal
Telecom, Henrique Granadeiro e Zeinal Bava, os ex-administradores Rui
Pedro Soares e Paulo Penedos, o presidente da Prisa, Manuel Polanco, o
ex-ministro Mário Lino, o ex-diretor geral da TVI, José Eduardo Moniz, e
Armando Vara, quadro do BCP, são os nomes que o CDS-PP vai propor na
primeira reunião da comissão parlamentar de inquérito à atuação do
Governo na compra da TVI, que se reúne na próxima terça feira.
“Pensamos
que faz sentido começar por aquilo que ficou menos esclarecido nas
audições da comissão de Ética [sobre liberdade de expressão]”, defendeu,
acrescentando que as audições de Rui Pedro Soares e de Paulo Penedos
“deixaram mais dúvidas” sobre o negócio da compra da TVI pela PT por
terem invocado segredo profissional.
A deputada não excluiu a
possibilidade de chamar, em função do “decorrer dos trabalhos” da
comissão, o primeiro ministro, José Sócrates.
“Logo se verá. Com o
decorrer dos trabalhos veremos se é necessário chamar mais alguém”,
disse.
A comissão de inquérito, criada a requerimento potestativo
do PSD e do BE, tem por objeto “apurar se o Governo, direta ou
indiretamente, interveio na operação conducente à compra da TVI e, se o
fez, de que modo e com que objetivos” e ainda “apurar se o senhor
primeiro ministro disse a verdade ao Parlamento, na sessão plenária de
24 de junho de 2009”, quando referiu que não tinha sido informado sobre o
negócio.
SF.
*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo
Acordo Ortográfico ***
Lusa/fim
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Governo/TVI: Ex-ministro Mário Lino à cabeça da lista de audições a propor pelo BE, Sócrates de fora |
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20-Mar-2010 |
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Lisboa, 19 mar (Lusa) - O ex-ministro das Obras Públicas Mário Lino,
que tutelava as telecomunicações no anterior Governo, é o primeiro da
lista de 11 personalidades que o BE quer ouvir na comissão de inquérito à
atuação do Governo na compra da TVI.
A lista das primeiras
audições que o BE vai pedir não inclui o nome do primeiro ministro, José
Sócrates. De acordo com fonte do BE, “não está previsto” que o Bloco
peça essa audição.
O BE vai propor as audições dos
ex-administradores da PT Rui Pedro Soares, Soares Carneiro e Paulo
Penedos, do presidente e do CEO da PT Henrique Granadeiro e Zeinal Bava,
do presidente da Ongoing, Nuno Vasconcelos, do presidente e do CEO da
Prisa, Manuel Polanco e Juan Luís Cébrian, e de Bernardo Bairrão, da
Mediacapital.
O Bloco vai propor ainda a audição do ex-diretor de
informação da TVI, José Eduardo Moniz, não excluindo a possibilidade de
chamar outros membros da comissão executiva da PT.
Dos nomes
propostos pelo BE, só o ex-ministro Mário Lino e Juan Luis Cebrian e
Manuel Polanco, da Prisa, e o ex-administrador da PT Soares Carneiro não
prestaram depoimento na comissão parlamentar de Ética, no âmbito das
audições sobre liberdade de expressão.
A primeira reunião da
comissão de inquérito à atuação do Governo na compra da TVI está marcada
para terça feira.
O Bloco de Esquerda pretende pedir a “minuta
do contrato pré acordado entre a PT e a Prisa”, as atas dos conselhos de
administração da PT e Prisa, cópia da rescisão do contrato de José
Eduardo Moniz da Mediacapital.
Entre os documentos a solicitar,
inclui-se ainda o plano de voo para apurar a data da requisição da
viagem a Madrid do ex-administrador da Portugal Telecom Rui Pedro
Soares.
Para o BE, é ainda essencial ter acesso aos estatutos e
regulamento do fundo de pensões da PT e toda a documentação relativa à
“decisão deste fundo investir no capital de risco da Ongoing”.
A
convocatória da assembleia geral que elegeu o atual conselho de
administração da PT e as propostas apresentadas para a composição
daquele órgão, bem como as atas das audições da Entidade Reguladora para
a Comunicação Social sobre a suspensão do Jornal de Sexta da TVI, que
era apresentado pela jornalista Manuela Moura Guedes, são os outros
documentos pedidos pelo BE.
A comissão de inquérito, criada a
requerimento potestativo do PSD e do BE, tem por objeto “apurar se o
Governo, direta ou indiretamente, interveio na operação conducente à
compra da TVI e, se o fez, de que modo e com que objetivos” e ainda
“apurar se o senhor primeiro ministro disse a verdade ao Parlamento, na
sessão plenária de 24 de junho de 2009”, quando referiu que não tinha
sido informado sobre o negócio.
SF.
*** Este texto foi
escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/fim
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Porto Canal: Telejornais ao fim de semana, mais diretos e tertúlia sobre a regionalização |
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19-Mar-2010 |
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Porto, 19 mar (Lusa) - Telejornal ao fim de semana, mais diretos e
uma tertúlia semanal sobre a regionalização são algumas das novidades da
nova grelha de programas da Porto Canal, que estreia segunda feira,
disse hoje à Lusa o diretor geral do canal.
“Até agora só tínhamos
informação diária de segunda a sexta feira. A principal novidade desta
grelha são os telejornais de fim de semana, um ao sábado e outro ao
domingo, às 21:00”, revelou Juan Figueiroa.
Utilizar mais os
diretos para “acompanhar os grandes eventos do Norte” será outra das
apostas do Porto Canal nesta reestruturação.
A mudança começa já
hoje, com duas horas de direto do Portugal Fashion, que se realiza até
domingo na Alfândega do Porto.
Está já prevista, também, a
“transmissão direta da procissão do Enterro do Senhor, em Braga, sexta
feira Santa”.
“Vamos tentar que os diretos sejam uma coisa muito
presente, para nos aproximarmos cada vez mais dos grandes eventos da
região”, sustentou Juan Figueiroa.
"Será assim tão difícil" é o
título de outra das novidades do Porto Canal:
“É uma tertúlia, um
programa de maldizer, porque queremos olhar de forma crítica para o
centralismo do país e dar valor à região”, adianta o responsável.
As
conversas à volta da regionalização e da “necessidade de que o processo
avance” estarão a cargo do jornalista Jorge Fiel, da diretora do
Cine-Teatro Constantino Nery, Luísa Pinto, do empresário António
Souza-Cardoso e do advogado Rui Vicente.
O programa “À Conversa
com Ricardo Couto” também sofre alterações, passando a ser transmitido
às sextas feiras, às 22:00, contando com uma aposta na “presença de
grandes figuras nacionais que venham ao Porto fazer espetáculos”.
A
Porto Canal pretende, ainda, “começar a abrir delegações nos distritos
mais importantes da região”, estando já em curso, segundo Figueiroa,
“conversações” relativamente à delegação do Douro.
“Antes do
verão, queremos avançar, pelo menos, com a delegação do Douro e, talvez,
com a do Minho. A intenção é descentralizar a nossa programação”,
sustentou o diretor geral.
A consolidação deste projeto de
televisão metropolitana por cabo levou a empresa responsável, a Media
Luso, a pensar na possibilidade de “avançar com projetos similares
noutras regiões portuguesas”.
“Essa hipótese está a ser estudada.
Está em fase de apreciação. Estamos a pensar em regiões como a Madeira, o
Algarve, ou Lisboa. Começámos a perceber que são projetos válidos e
podem vir a avançar em breve”, acrescenta.
O diretor nota que os
“três anos e meio” de implementação da Porto Canal serviram para
“consolidar o projeto” e para dar “certezas de que isto tem saída”.
“Apesar
da crise não nos permitir ter tantos recursos, queremos crescer. O
Porto Canal é já um projeto de futuro”, sublinha, revelando que espera
alcançar o “equilíbrio definitivo das contas” do canal no “próximo ano”.
ACG.
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Este texto foi escrito ao abrigo do novo acordo ortográfico ***
Lusa/fim
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ERC chumba em definitivo revogação de licença da PT para canais pagos |
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19-Mar-2010 |
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Lisboa, 19 mar (Lusa) - A revogação da licença atribuída em concurso à
PT para os canais pagos de Televisão Digital Terrestre (TDT) foi hoje
chumbada em definitivo pelo organismo regulador dos media, faltando
ainda a decisão final da Anacom.
A Entidade Reguladora para a
Comunicação Social (ERC) considera "improcedente a pretensão da PT
Comunicações no sentido de ser revogado o título de operador de
distribuição que lhe foi atribuído no âmbito do concurso público",
refere o organismo num comunicado hoje divulgado.
A ERC já tinha
apresentado em fevereiro um projeto de decisão que chumbava a pretensão
da Portugal Telecom de revogar a licença atribuída, mas a decisão final
só seria tomada depois de terminado o período do consulta pública.
Consulta
pública que reforçou o entendimento da ERC, devido "a unanimidade
gerada (...) no sentido da rejeição das pretensões da PTC", afirma o
organismo regulador que recebeu contributos das empresas Zon, Sonaecom,
Impresa, Media Capital e, claro, da própria PT, além da Associação de
Produtores Independentes de Televisão.
PMC.
*** Este texto
foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Lusa/Fim
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Tailândia: The Economist sem distribuição no país devido a artigo sobre futuro da monarquia |
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19-Mar-2010 |
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Banguecoque, 19 mar (Lusa) - A revista The Economist não será
distribuída esta semana na Tailândia devido a um artigo sobre a
sucessão do rei Bhumibol Adulyadej, anunciou a empresa World Media, que
representa a publicação inglesa naquele país asiático.
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