O novo agregador do marketing MEDIA Pixel traz para Portugal tecnologia para aplicar vídeo em jornais
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Pixel traz para Portugal tecnologia para aplicar vídeo em jornais |
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09-Fev-2010 |

Portugal vai ser, a partir de quarta-feira, uma das portas de entrada na Europa para uma nova tecnologia que promete mudar o conceito de imprensa, já que permite colocar imagens em movimento em jornais e livros.
Designado como Video In Print (VIP), a nova tecnologia é constituída
por um ecrã de dois milímetros de espessura que pode ser incorporado no
meio de uma folha de jornal ou revista ou numa brochura ou livro.
Esse ecrã, recarregável através de UBS, permite ver um vídeo de até 120
minutos com imagens que acompanhem uma reportagem ou com anúncios
publicitários ou apresentações de produtos.
O VIP pode ser usado "para anúncios ou imprensa porque conjuga a
tecnologia estática com a tecnologia da imagem", afirmou à Lusa Ana
Santana Lopes, a diretora executiva da Pixel, empresa que vai lançar e
comercializar o Video In Print em Portugal.
"Sabemos que a imagem tem sempre outro impacto", sublinhou, adiantando que a tecnologia foi bem recebida nos Estados Unidos.
O VIP foi lançado em Setembro passado nos Estados Unidos com "uma
grande campanha [conjunta] da CBS e da Pepsi na revista Entertainment
Weekly na qual a estação televisiva apresentou vários 'trailers' das
suas novas séries e a Pepsi transportou os seus anúncios de televisão
para a revista", referiu Ana Santana Lopes, assegurando que "a reação
foi brutal".
O Vídeo In Print pode ainda ser acompanhado por cheiros, texturas ou mesmo sabores.
Comunicar cheiros em papel "não é propriamente uma inovação, mas o
sabor acaba por ser", admite a responsável, explicando que a técnica
"funciona através de umas tiras de papel, que vêm numas saquetas" e
que, ao serem postas na boca, desfazem-se e permitem sentir o gosto do
produto.
Embora esta tecnologia aparente poder mudar o conceito de notícias e publicidade em imprensa, o preço pode ser um entrave.
A responsável escusou-se a referir valores, mas admitiu tratar-se de uma técnica que "não é barata".
Ainda assim, assegura Ana Santa Lopes, "já há interesse de várias
empresas de áreas como a comunicação, o grande consumo e o sector
automóvel".
Fonte: Lusa
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