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João Torneiro

terça, 28 março 2017 13:03   Diretor de Marketing Oil Ibérico da Galp Energia

João Torneiro Poderia ter sido professor, chegou a atravessar o Oceano Pacífico enquanto oficial de marinha, mas foi o marketing que o conquistou. O gosto por desafios e por perceber as pessoas explica a escolha de João Torneiro, diretor de marketing Oil Ibérico da Galp Energia.

O melhor lugar

Na praia, com o sol a pôr-se no oceano, num quente dia de verão, desfrutando da companhia da família e dos amigos, porque são também as pessoas que fazem os lugares.

Um filme a não perder

Clube dos Poetas Mortos, um drama de Peter Weir cuja ação se desenrola em finais dos anos 50 num prestigiado e conservador colégio interno norte-americano, que contrata John Keating (Robin Williams, num desempenho portentoso) para lecionar Literatura. Keating utiliza métodos pedagógicos pouco ortodoxos, desafiando o status quo estabelecido, privilegiando o desenvolvimento pessoal, e incentivando os seus alunos a adotarem como lema de vida o carpe diem, já que a vida é curta e é necessário aproveitá-la ao máximo ... "Oh Captain, My Captain".

Um livro de sempre

Marketing Management, de Philip Kotler, já na sua 14.ª edição, é uma referência incontornável para qualquer estudante ou profissional de marketing. Ainda mais relevante numa era em que a eficácia e o ROI assumem o primado na avaliação das estratégias e políticas de marketing.

A série de eleição

Resta-me pouco tempo para televisão e séries gravadas, mas destacaria "Os Sopranos", criada por David Chase, que acompanha a vida de Tony Soprano (James Gandolfini), um mafioso italo-americano de Nova Jérsia.

Uma cidade inesquecível

Vancouver, onde cheguei por navio após atravessar o Oceano Pacífico, em viagem duma "outra vida" enquanto oficial de marinha. É uma cidade que muito me marcou, por ser absolutamente fantástica para turismo, como certamente para viver, reunir muitas raças e etnias, e, onde se observa um respeito enorme pelo homem e pela natureza.

O carimbo que falta no passaporte

O Japão, a "Terra do Sol Nascente", pelas suas impressionantes dimensões cultural e económica, e a grande metrópole que é Tóquio; mas ainda faltam mais carimbos: a Austrália, a Nova Zelândia...

O hobby

Desporto. Gosto de quase todos, mas destaco: o rugby, na minha opinião, o mais completo desporto de equipa; o running, pela liberdade de ir, só ou acompanhado, para onde quiser, à hora e ao ritmo que me apetecer; e o taekwondo, pelos valores que transmite e o desenvolvimento humano que pode induzir.

Se a sua vida tivesse uma música, seria...

"What a Wonderful World", na versão de Louis Armstrong. De cada vez que a ouço, transporta-me para lugares fantásticos que já pude conhecer mas também me faz sonhar com outros sítios diferentes que o mundo tem e eu ainda não pude visitar.

A frase que inspira

"Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive." (Ricardo Reis - Fernando Pessoa). É uma citação imensa.

O objeto que não pode faltar no dia a dia

Um bom livro (de papel), pelo hábito dos tempos de estudante, a curiosidade, o gosto de aprender e o vício da leitura antes de adormecer.

Marca que o acompanha desde sempre

Mercedes. Uma marca icónica, líder mundial, com forte ligação à Fórmula 1 e referência intemporal para qualquer engenheiro mecânico. No meu caso, a paixão despoletou aos 4 anos, com uma miniatura telecomandada da versão SLC cabrio.

Uma boa campanha de marketing é

Cada vez mais exigente, requer consonância com os valores da marca e/ou uma boa proposta de valor. Culmina numa comunicação inspiradora, com conteúdo relevante, sedução e magnetismo bastante para atrair até uma criança.

Campanha que gostaria de ter assinado

Dove: Beleza Real. Campanha construída em torno de um tópico sensível, a relação entre beleza e felicidade, com relevância para os consumidores: estudo mundial, em 2010, revelou que apenas 4% das mulheres se consideravam bonitas. A campanha revelou-se notável, um hino à beleza natural das mulheres e à disrupção com os estereótipos, os modelos e os padrões inatingíveis do mundo da moda.

Tornei-me marketeer porque...

Gosto de desafios, de perceber as pessoas, de fazer coisas diferentes que tenham consequências visíveis, e, nesta era digital e de mudança a ritmo exponencial, por a disciplina e as técnicas de marketing estarem simplesmente a explodir e a reinventar-se a cada dia.

Se não fosse marketeer seria...

Professor e não teria interrompido a carreira docente. Desse modo, poderia igualmente trabalhar com pessoas, aprender sempre e, com sorte, até inovar e inspirar outros.

O que lhe dá energia?

O sol, a fé, algumas pessoas, os pensamentos e a consciência de que, todos os dias e mesmo nos pequenos gestos, somos individualmente responsáveis por contribuir para melhorar o mundo.

Portugal "marca"?

Portugal tem tudo para se diferenciar: uma proposta de valor relevante, encanto, modernidade... e, são cada vez mais os Portugueses com mérito a marcarem lá fora.

Modificado em terça, 28 março 2017 13:52
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