McDonald's aposta na produção nacional
- 18 Maio 2012

A McDonald’s Portugal vai participar, pela primeira vez, na Feira Nacional de Agricultura, que decorre de 2 a 10 de junho, em Santarém. O objetivo é participar no incentivo ao consumo da produção portuguesa, bem como dar a conhecer a história da marca há quase 21 anos em Portugal e demonstrar a qualidade dos produtos.
A insígnia tem vindo a apostar, cada vez mais, nas parcerias com produtores nacionais. Quando chegou a Portugal, em 1991, todos os fornecedores eram internacionais; hoje, 35 por cento deles é português, o que representou, no ano passado, 28,5 por cento dos 83 milhões de euros do volume total de compras da McDonald’s. Este ano, a marca espera que a percentagem de produto português represente cerca de 31 por cento e no próximo ano visa atingir os 34 por cento do seu volume total de compras.
Para alcançar tal marco, a insígnia pretende criar mais 150 postos de trabalho, com a criação de mais três restaurantes. O primeiro abre já no próximo mês, em Coimbra - um McDrive que terá também um McCafé.
Com uma “filosofia de marca global mas com cariz global”, a insígnia pretende continuar a apostar em produtos que vão de encontro ao público português, como é o caso das sopas ou, mais recentemente, do McLusitano. “A McDonald’s em Portugal aposta em três áreas de produto: a americana, uma de cariz mais local e outros produtos mais diferentes dos hambúrgueres”, explica Mário Barbosa, diretor-geral da McDonald's Portugal. E o intuito é “continuar a apostar em novidades do género [do McLusitano]”, acrescenta, revelando estarem para breve novidades.
Com a Feira Nacional de Agricultura, a McDonald’s espera “fazer novos contactos com fornecedores” para poder continuar a apostar na produção nacional, revela ao Briefing Mário Barbosa. Nela, a McDonald’s marca presença no salão “Prazer de Provar”, com um stand integrado desenvolvido pela Euro RSCG, onde estarão também presentes os fornecedores portugueses: Gallo, Unilever e Pascoal, OSI Food Solutions, Vitacress, Heinz, Vegenat e Campotec. “A nossa história passa por eles”, justifica o diretor-geral.
No ano passado, a multinacional de comida de fast food gerou 295 milhões de vendas líquidas em Portugal, o que representou um aumento.
Catarina Caldeira Baguinho
Fonte: Briefing
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