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Super Bock é Super Rock: porque cerveja e música é “a associação ideal”

sexta, 14 julho 2017 13:09

Arrancou ontem, dia 13 de julho, Dia Mundial do Rock, mais um Super Bock Super Rock (SBSR). Uma feliz coincidência que não deixa de ser "espetacular", diz Maria Estarreja, diretora de Patrocínio, Água, Sidras e Outras Categorias da Unicer. A 23.ª edição é marcada pelo 90.º aniversário da marca de cerveja, que vê na música "a associação ideal".

"Este ano o tema são os 90 anos da Super Bock, para o ano logo vemos", afirma a responsável, que destaca o carácter camaleónico do festival, que se adapta facilmente a novos temas ou espaços. E se isso pode ser um aspeto diferenciador do festival, não é o único, afirma Maria Estarreja: "O SBSR é claramente um festival que tem, em termos de música, uma oferta diferente, que, além do rock, tem muita música portuguesa, que aposta em novas bandas – o que é sempre importante -– e que também tem um ou outro momento de música alternativa". Além disso – continua –, "como festival urbano que é tem um cem número de possibilidades de momentos, de vivências diferentes dos outros festivais. Não temos praia, temos um rio maravilhoso, onde as pessoas podem estar com calma, a relaxar, a ouvir música e a ver uma paisagem que não tem preço".

Segundo a diretora, nos festivais "a marca ativa normalmente três grandes pilares": as credenciais cervejeiras, a sustentabilidade e a cultura. As credenciais "estão claras" no recinto, seja com a referência à edição especial 90 anos da Super Bock, ou com toda a seleção de cervejas de 1927 que é apresentada no bar Super Bock, inteiramente dedicado ao aniversário da marca. Já a sustentabilidade é marcada pelo uso dos copos reutilizáveis, uma aposta que já vem do ano anterior e que a responsável acredita ser uma "aposta ganha": "É claramente uma aposta que o consumidor aprecia, gosta de estar num festival onde não se vê copos e lixo no chão e sai daqui com o perfeito sentimento que colaborou com o ambiente".

O terceiro pilar é representado pela arte urbana. A marca associou-se ao festival Muro, a organização retomou um workshop com os Underdogs, que já tinha decorrido no ano passado, e o espaço conta com uma obra de Bordalo II, uma guitarra com oito metros de altura, com quatro toneladas de peso e feita com desperdício, e com alguns "nenúfares" no espelho de água, onde os festivaleiros se podem refrescar.

A nível artístico, Maria Estarreja refere ainda o palco Super Bock, que no ano passado foi premiado a nível ibérico como um dos palcos mais bonitos. Este ano, a organização ampliou-o e iluminou-o ainda mais, em altura e nas laterais, fazendo com que os festivaleiros da "primeira linha" fiquem completamente rodeados de luz. "E move-se ao ritmo da música. É uma grande aposta", salienta a diretora.

Neste palco, ontem os cabeça de cartaz foram os Red Hot Chili Peppers, que encheram o MEO Arena, enchente que a responsável acredita voltar a repetir-se no sábado, com os Deftones. Hoje o dia é mais dedicado ao hip hop, que, para a marca, "é o novo rock". Mas mais do que pelo cartaz, Maria Estarreja espera que as pessoas procurem o festival "pelo que vivem no recinto, pelas experiências que passam nos três dias". "As nossas expectativas são que as pessoas venham, gostem, apreciem e que queiram voltar já para o ano", afirma.

A 24.ª edição deve manter-se no mesmo espaço, no Parque das Nações, onde acontece este ano pela terceira vez. A empresa está atenta a novas oportunidades, mas, para já, o espaço parece preencher todos os requisitos necessários: "Em princípio cá estaremos para o ano, porque tem corrido muito bem e em equipa vencedora não se mexe".

Vencedora é também a pareceria com a Música no Coração, a promotora do evento. "É um casamento de sucesso e uma grande partilha", admite Maria Estarreja, considerando que a parceria tem sido "fundamental" para a associação da cerveja à música os últimos anos, sendo a música um dos principais territórios de ativação da Super Bock.

"Cerveja e música é a associação. É a associação ideal. É o território mais importante em termos de associação da Super Bock, pelo menos em termos de longevidade. São 23 anos, 23 edições consecutivas, e somos a marca mais associada ao território musical", salienta. Para a responsável, ter o festival "é mais do que ser naming sponsor": "Com a marca Super Bock, criámos a ligação aos festivais. São 23 anos de um festival camaleónico, em 'N' locais diferentes, 'N' formatos diferentes e em que nós conseguimos mostrar, através da marca, o bom que é viver a música e viver os festivais de forma agradável, juntando bons amigos, boas recordações a excelente música. E aqui a Música no Coração tem sido fundamental".

Ter um dos mais importantes festivais de música do país "é um orgulho, um desfaio constante e também muito estimulante, não só para quem faz a sua gestão, mas também para todas as equipas que trabalham connosco e os parceiros. Era impossível montarmos algo deste género, tão importante e tão consistentemente com qualidade sem os parceiros certos. Não só a Música no Coração, como é óbvio, mas todos aqueles que nos ajudam a montar tudo para que possamos usufruir quando cá estamos", conclui.

 

Super Bock é Super Bock: porque cerveja e música é “a associação ideal”

 

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