LPM volta a desmentir a Meios

LPM volta a desmentir a Meios
Consultora acusa jornal de Pedro Corrêa Mendes de continuar “campanha negra” a favor de “concorrência em dificuldades”.

 

Na sequência de um artigo publicado na última edição do jornal Meios, Luís Paixão Martins, presidente do grupo que detém a LPM, fez-nos chegar o seguinte comunicado:

“Como é do conhecimento do mercado, a publicação de Pedro Corrêa Mendes fez, no passado recente, uma campanha negra contra a minha pessoa e os meus interesses empresariais e a favor de concorrência em dificuldades.

“Julgávamos, no entanto, que essa campanha tinha sido suspensa quando passou a ser do conhecimento público a cumplicidade da organização de Pedro Corrêa Mendes no processo de apropriação de uma iniciativa da Apecom pelo então presidente desta associação.

“Infelizmente, constatámos na última edição da publicação de Pedro Corrêa Mendes que essa campanha foi retomada com a publicação de um artigo que serve intencionalmente os objectivos de intoxicação de um concorrente nosso cujas vendas caíram 68,7% no último exercício conhecido.

“O artigo em causa visa denegrir uma iniciativa criada pelo nosso grupo, em associação com uma consultora global, dizendo que, ao contrário do projetado como objectivo, o mesmo não teria estado envolvido em nenhum dos dois recentes processos de privatizações.

“Ora, essa afirmação é absolutamente falsa. Ao contrário do que parece entender o redator do artigo, um processo desse tipo não envolve apenas as consultoras de quem vende e de quem compra, mas também as consultoras de diversas outras empresas que estudam os dossiês, avaliam fazer propostas e, no final, optam por não apresentá-las.

“Infelizmente, na ânsia de persistir no objetivo de atacar os nossos interesses empresariais, a redação de Pedro Corrêa Mendes deixou-se manipular por um concorrente, aquele que, repetimos, apresentou a maior quebra dramática do setor.

“E porque se trata de uma prática habitual, tem de se compreender a nossa política de evitar prestar declarações ao jornal de Pedro Corrêa Mendes sempre que detetamos a encomenda.

“O mercado identificou já as práticas tendenciosas da publicação de Pedro Corrêa Mendes, as quais estão na origem do declínio da mesma provocando-lhe as conhecidas dificuldades financeiras, o calamitoso enfranquecimento da qualidade dos seus produtos e a medíocre prestação técnica da redação.

“Não me regozijo com esse facto. Gostava que, como ocorre com as suas congéneres, a publicação de Pedro Corrêa Mendes estivesse, neste particular momento em que o País está mergulhado numa crise económico-financeira, a contribuir para a valorização da nossa atividade.

“Lamento que assim não seja”.

Fonte: LPM

Segunda-feira, 13 Fevereiro 2012 10:21


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