“Audácia dos 20 anos” na origem do rebranding da DCE

DCE

A DCE, agência de design e publicidade inserida no grupo empresarial IPG, tem uma nova imagem que é o resultado de uma “súbita vontade de mudar”, disse ao Briefing o diretor-geral, Nuno Madeira, que também quer levar a agência para Angola e Moçambique.

Os 20 anos que a DCE comemora este ano foram encarados como o “momento adequado” para o rebranding da agência, marcando assim um novo ciclo, diz Nuno Madeira. Millennium bcp, Liberty Seguros, hotel Ritz, Sonae Sierra e VdA, são alguns dos clientes com quem a DCE trabalha há vários anos.

A “DCE tem uma particularidade que é a relação duradoura que mantém com os clientes”, diz o mesmo responsável, que quer capitalizar a presença internacional de algumas empresas do grupo IPG, nomeadamente em Angola e Moçambique, para lançar a internacionalização da agência.

Briefing | Qual o objetivo do rebranding, 20 anos depois do seu nascimento?

Nuno Madeira | O rebranding da DCE nasceu de uma súbita vontade de mudar. Não houve qualquer pensamento estratégico ou reflexão profunda. Apeteceu-nos! Podemos dizer que é a audácia dos 20 anos! Entusiasmamo-nos e quisemos mudar, questionar, alterar, sem hesitar. O resultado final é um novo posicionamento suportado pelo conceito do “Loving brands”, tornando a imagem da DCE mais trendy e próxima. Aliado a isso, este ano celebramos 20 anos e pareceu-nos o momento adequado para marcar um novo ciclo na agência.

Briefing | Quais os projetos da DCE para o mercado nacional?

NM | Continuar a “namorar” as marcas. Cuidar delas, acompanhá-las e fazê-las crescer. E isto aplica-se não só a atuais clientes, com quem pretendemos manter uma relação de trabalho próxima, mas também a novos clientes, a quem piscamos o olho na prospeção de mercado.

Briefing | Como é que a DCE se distingue da concorrência?

NM | Pela consistência do trabalho. Nós costumamos dizer que a DCE tem uma particularidade que é a relação duradoura que mantém com os clientes, mas isso só se consegue com a segurança e a solidez que transmitimos projeto a projeto, em cada trabalho.

Briefing | Como analisa as perspetivas de evolução do mercado português tendo em conta o difícil ano de 2012?

NM | Na minha opinião a crise em Portugal é um tema recorrente, que se tem estendido ao longo dos anos e não é exclusivo de 2012. Poderá haver uma retração no investimento, mas as marcas já perceberam que, independentemente das circunstâncias, não podem deixar de comunicar. O que acontece é que se exigem novas soluções de comunicação, menos dispendiosas e igualmente eficazes. A DCE tem procurado responder a essas exigências mantendo a consistência e a criatividade.

Briefing | Há projetos para internacionalização?

NM | Sim, este ano a DCE pretende firmar a presença noutros mercados. Até agora temos trabalhado para fora de forma muito ténue e pontual, mas queremos consolidar essa experiência e projetar a agência noutros países. Para isso vamos capitalizar a presença internacional de algumas empresas do Grupo IPG, no qual estamos integrados, nomeadamente em Angola e Moçambique.

Fonte: Briefing

Quarta-feira, 29 Fevereiro 2012 13:00


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