O que leva a GfK a associar-se aos Prémios à Eficácia? O António explica

O que leva a GfK a associar-se aos Prémios à Eficácia? O António explicaA GfK volta a associar-se como patrocinadora aos Prémios à Eficácia, que reputa de únicos por – explica o managing director, António Salvador – avaliarem a comunicação comercial numa ótica de demonstração de resultados.

Briefing | O que leva a GfK a patrocinar os Prémios à Eficácia?

António Salvador | Em primeiro lugar, o facto de os Prémios à Eficácia serem os únicos no mercado português que se centram em resultados de comunicação eficaz no cumprimento de objetivos de um negócio, de uma atividade intelectual ou de uma ação artística. Efetivamente, eles destacam a demonstração de resultados e reconhecem o que de melhor se faz em Portugal em matéria de comunicação. E fazem-no com base numa avaliação elaborada por um júri constituído por profissionais altamente reputados em diversas áreas e que se baseia em critérios cuidadosamente estabelecidos, em função de estudos existentes – entre eles o critério do retorno e a sua medição face aos referidos objetivos.

Em segundo lugar, porque, para uma empresa de estudos de mercado, de opinião e de consultoria como a GfK Portugal, é muito importante estar associada a um evento desta natureza, que lhe adiciona prestígio, que alarga certamente o seu nível de notoriedade, bem como o seu potencial de impactar um maior espaço conceptual e um maior número de entidades e instituições – ou seja, pelos benefícios recebidos em contrapartida do patrocínio.

E finalmente – por que não reconhecê-lo? – pelo orgulho de ver a GfK continuar a fazer parte do restrito grupo de entidades patrocinadoras deste evento.

Briefing | Na medição de audiências, eficácia é…

AS | Na medição de audiências penso que a eficácia – e porque é de comunicação que se fala aqui – é a capacidade de colocar a campanha que se pretende veicular nos espaços de media com potencial para se atingir, efetivamente e em maior extensão, as audiências-alvo.

Briefing | Entre o quantitativo e o qualitativo, onde fica a eficácia?

AS | Não considero que a eficácia, em termos de comunicação, fique entre o quantitativo e o qualitativo. Neste caso os dois conceitos não podem seguramente distanciar-se, nem podem viver um sem o outro. Ser eficaz no plano quantitativo, isto é, atingindo em dimensão significativa os grupos-alvo pretendidos, não trará dividendos a uma qualquer abordagem comunicacional se não forem apreendidas as suas mensagens e/ou se elas não conseguirem envolver os elementos desses grupos-alvo, o que significa ser eficaz no plano qualitativo. Por isso diria que é na mistura equilibrada entre os dois conceitos – e aqui equilibrada não quer dizer necessariamente em partes iguais – que deve ser encontrada a resposta à questão.

Briefing | Os prémios são de eficácia na comunicação comercial. É sinónimo de eficácia do negócio?

AS | Não, porque a eficácia do negócio não depende apenas da eficácia na comunicação comercial. Mas poder-se-á dizer, com bastante segurança, que sem ela o retorno final a obter poderá ficar comprometido – ou, no mínimo, desvalorizado.

fs@briefing.pt

Terça-feira, 11 Agosto 2015 12:00


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