Renaming. Primeiro estranha-se, depois entranha-se?

São vários os exemplos na história recente do marketing em Portugal de marcas que mudaram de nome. 

 Mudanças ditadas sobretudo pelo negócio. Como no caso da NOS, que resultou da fusão entre a ZON e a Optimus. Ou pela necessidade de resposicionamento, como na passagem do BES para o Novo Banco. Mas terão estas mudanças sido tranquilas? Que riscos se correm quando se mata uma marca?

Sexta-feira, 20 Outubro 2017 12:17


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