Houve Banzé na Petiscaria e #ProvamosEAprovamos

Entre pratos de esmalte e petiscos com um twist do chef Bruno Rodrigues, foi um verdadeiro Banzé na Petiscaria – dizemos “verdadeiro” porque também fizemos barulho para contribuir, ou não parecesse aquela uma casa típica portuguesa do século XXI. O restaurante é o novo habitante do Saldanha, em Lisboa, e nós #ProvamosEAprovamos.

Quem não gosta de petiscar? O chef Bruno Rodrigues gosta e, por isso, propõe uma carta que recria a cozinha tradicional portuguesa e outros sabores do mundo, com um toque original, um twist, e em forma de petiscos. A bifana, por exemplo, é servida com plumas, em vez de pá de porco, e a carcaça é trocada pelo bolo lêvedo. Ou a salada de polvo que, no lugar da cebola, leva chalota e o alho apresenta-se em forma de creme. É um verdadeiro Banzé na Petiscaria.

E porquê Banzé? Porque queriam fazer barulho, através da criação da “confusão de sabores”, que mesmo assim têm “harmonia”. Os pratos são de esmalte porque, lá está, também fazem algum barulho. E nós também ajudámos à festa, até porque nos sentíamos mesmo numa casa tradicional portuguesa com aqueles apontamentos do século XXI.

Houve Banzé na Petiscaria e #ProvamosEAprovamos

 

Houve Banzé na Petiscaria e #ProvamosEAprovamos

Petiscámos o Tártaro de Cavala, a Salada Caéser de Camarão, o Pica Pau do Mar, as Pataniscas de Bacalhau e o Prego do Lombo. Foram acompanhados de um cocktail com whisky porque a carta de bar aposta neste tipo de bebida, também ela um mix de sabores que ajuda ao Banzé. Das sobremesas, degustámos três porque, além de sermos gulosos, os sabores são bem diferentes: Tarte de Limão, Creme Brûlée e Só Chocolate – esta última é um trio com mousse de chocolate de leite, cremoso de chocolate branco, e brownie de chocolate negro e nozes.

Houve Banzé na Petiscaria e #ProvamosEAprovamos

 

Houve Banzé na Petiscaria e #ProvamosEAprovamos

Bruno Rodrigues privilegia o que é nacional na sua cozinha, sendo o peixe – como a corvina e a cavala – da costa portuguesa, a charcutaria da Manteigaria Silva e as carnes de vaca da Mertolenga. O chef já passou por vários restaurantes, como o Tavares, Manifesto, Faz Gostos, Cais da Pedra, Bairro do Avillez, ŌKAH e Erva; tendo trabalhado também em Paris, no restaurante do Hotel Le Meurice. Agora, assume este projeto, que considera ser único na capital.

Nós vamos voltar a fazer Banzé, mas para a próxima na esplanada.

carolinaneves@newsengage.pt

Sexta-feira, 11 Fevereiro 2022 12:24


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