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	<title>Arquivo de 1.ª Pessoa - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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	<description>Portal de Marketing e Publicidade: A sua porta de entrada para as últimas notícias, dicas e tendências do mundo do marketing.</description>
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	<title>Arquivo de 1.ª Pessoa - Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</title>
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		<title>40 anos fortes em chocolate</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 08:54:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Chocapic chegou a Portugal nos anos 80 e inaugurou uma nova categoria no pequeno-almoço das famílias portuguesas. Foi a primeira marca de cereais da Nestlé a fazer parte da mesa dos portugueses e, desde então, tornou-se sinónimo de manhãs partilhadas entre gerações. Celebrar este aniversário é uma oportunidade de refletir sobre o que significa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A Chocapic chegou a Portugal nos anos 80 e inaugurou uma nova categoria no pequeno-almoço das famílias portuguesas. Foi a primeira marca de cereais da Nestlé a fazer parte da mesa dos portugueses e, desde então, tornou-se sinónimo de manhãs partilhadas entre gerações. Celebrar este aniversário é uma oportunidade de refletir sobre o que significa construir e manter uma marca relevante durante quatro décadas, num mercado que nunca estagna e que é sempre desafiante.</p>
<p>A Chocapic é hoje umas das principais marcas da categoria de cereais em Portugal. Este resultado é fruto de uma filosofia simples, mas exigente. Temos de ser fiel à essência da</p>
<p>marca, sem deixar de a reinventar – o que considero o verdadeiro desafio. As crianças de hoje não são as mesmas crianças de há 40 anos: a Chocapic é uma descoberta para os mais novos todos os anos, até todos os dias. O nosso propósito é garantir que chegamos até elas com a mesma força com que chegámos às gerações anteriores, sempre de uma forma nova. É esse exercício permanente de reinvenção que explica a longevidade da marca.</p>
<p>O contexto competitivo transformou-se, naturalmente, ao longo deste tempo, com as marcas próprias a ganharem relevância no mercado. A nossa resposta passou por reforçar aquilo que verdadeiramente nos diferencia: a qualidade e confiança que os consumidores depositam nas marcas e a capacidade de inovar de forma consistente. Como líderes de categoria, temos a responsabilidade de definir tendências, trazer novidade e manter a categoria dinâmica e relevante.</p>
<p>Um exemplo desta inovação é o recente lançamento de Chocapic Proteína, que surge como uma resposta clara às novas necessidades dos consumidores, que procuram opções mais equilibradas e funcionais para o pequeno-almoço, nomeadamente com maior teor de proteína. Este lançamento permite-nos alargar a relevância da marca a novos momentos de consumo e a targets mais amplos, mantendo sempre a identidade e o prazer associados a Chocapic. A marca também tem vindo a reforçar o seu compromisso com a melhoria nutricional dos seus produtos e nos últimos 10 anos CHOCAPIC reduziu em 31 % o teor de açúcares e em 38 % o teor de sal, respetivamente, mantendo intacta a experiência de sabor que os portugueses tão bem conhecem. Em paralelo, aumentou em 18% a quantidade de cereais integrais e em 4 % o teor de fibra, reafirmando o objetivo de oferecer opções cada vez mais equilibradas — e sempre deliciosas — para o pequeno-almoço.</p>
<p>Estas evoluções refletem o compromisso contínuo da marca em acompanhar as tendências e preocupações dos consumidores, sem nunca comprometer o sabor que a tornou icónica.</p>
<p>Por outro lado, a estratégia de comunicação foi, e continua a ser, um dos pilares centrais da marca. Para além dos meios tradicionais, apostámos progressivamente em influenciadores e redes sociais para criar proximidade com os consumidores mais jovens. Cada marca da nossa gama tem o seu target e, por isso, cada estratégia é desenhada à medida: o TikTok e a presença em festivais fazem sentido para Lion; o Instagram começa a integrar o ecossistema de Chocapic. O que norteia sempre estas decisões é a proximidade, ou seja, estar onde os consumidores estão.</p>
<p>A maioria das campanhas de media é desenvolvida a nível internacional, mas o mercado português tem as suas especificidades e a ativação local é fundamental. A campanha dos 40 anos de Chocapic é um bom exemplo disso: uma celebração desenvolvida a pensar especificamente no consumidor português.</p>
<p>Quanto ao futuro, a palavra que melhor o define é inovação. A gama de cereais que hoje existe nas prateleiras não será, certamente, a mesma daqui a cinco anos. Novos formatos, novas marcas e novos perfis nutricionais continuarão a moldar esta categoria. O objetivo mantém-se: garantir que os cereais da Nestlé continuam a fazer parte das manhãs e a criar memórias afetivas nas famílias em Portugal, por muitas mais décadas.</p>
<p><em>Elsa Santos Business Executive Officer CPW na Nestlé Portugal</em></p>
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		<title>Como a confiança digital se tornou um ativo estratégico</title>
		<link>https://www.briefing.pt/1-a-pessoa/como-a-confianca-digital-se-tornou-um-ativo-estrategico/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 09:24:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A confiança no meio digital deixou de ser apenas um atributo reputacional e passou a ser um ativo capaz de influenciar decisões, fortalecer a relação com os clientes e consolidar a perceção da marca no mercado imobiliário. Num contexto em que a pesquisa e a comparação de imóveis acontecem essencialmente online, cada detalhe da experiência [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">A confiança no meio digital deixou de ser apenas um atributo reputacional e passou a ser um ativo capaz de influenciar decisões, fortalecer a relação com os clientes e consolidar a perceção da marca no mercado imobiliário. Num contexto em que a pesquisa e a comparação de imóveis acontecem essencialmente online, cada detalhe da experiência conta. A transparência nos processos, a clareza da informação e a rapidez nas respostas tornam-se determinantes para que o utilizador se sinta seguro ao tomar decisões complexas e de elevado impacto financeiro, influenciando não apenas a escolha inicial, mas também a relação a longo prazo com a marca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No Imovirtual, pequenas diferenças na forma como a informação é apresentada transformam perceção em confiança. O relatório mensal do preço médio das casas, a procura pelo mapa, as notificações em tempo real de novos anúncios, o histórico e as estatísticas dos anúncios — onde é possível consultar alterações de preço, visualizações e favoritos — bem como a certificação de qualidade dos anunciantes, ajudam a trazer clareza e transparência à experiência do utilizador. Cada ponto de contacto, da plataforma digital ao apoio humano, é pensado para que o utilizador se sinta seguro em todas as etapas da sua jornada.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este cuidado traduz-se em maior fidelização, decisões mais conscientes e numa perceção do Imovirtual como uma marca sólida e confiável, reconhecimento também refletido nas distinções que a marca tem recebido ao longo dos últimos 13 anos consecutivos enquanto melhor e-commerce imobiliário, atribuídas pela Escolha do Consumidor e Cinco Estrelas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Num momento em que a inteligência artificial é uma das principais tendências do mercado, a confiança e o lado humano serão cada vez mais o principal diferenciador estratégico, distinguindo quem cria experiências consistentes e memoráveis de quem apenas fornece informação. O novo consumidor é exigente, e as marcas que querem construir relações a longo prazo precisam de se focar na dimensão relacional, e não apenas numa componente transacional.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Sylvia Bozzo, Marketing Manager do Imovirtual</span></i></p>
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		<title>A transformação do Marketing e da Comunicação numa trajetória de 30 anos com a Fujifilm</title>
		<link>https://www.briefing.pt/1-a-pessoa/a-transformacao-do-marketing-e-da-comunicacao-numa-trajetoria-de-30-anos-com-a-fujifilm/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 11:55:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos últimos 30 anos, o Marketing e a Comunicação passaram por uma profunda transformação, impulsionada, sobretudo, pela digitalização e pela mudança no comportamento do consumidor. Marcas e empresas, tanto no segmento B2C como no B2B, viram-se obrigadas a adaptar-se rapidamente a uma nova realidade que valoriza a personalização, a interatividade e a rapidez da comunicação. [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Nos últimos 30 anos, o Marketing e a Comunicação passaram por uma profunda transformação, impulsionada, sobretudo, pela digitalização e pela mudança no comportamento do consumidor. Marcas e empresas, tanto no segmento B2C como no B2B, viram-se obrigadas a adaptar-se rapidamente a uma nova realidade que valoriza a personalização, a interatividade e a rapidez da comunicação.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Recuando no tempo, o Marketing baseava-se em campanhas massificadas, sobretudo em meios tradicionais, como a televisão, rádio e imprensa, com uma comunicação essencialmente orientada num só sentido. Atualmente, vivemos numa era em que a relação entre marcas e públicos é bidirecional: o consumidor deixou de ser apenas recetor para se tornar criador de conteúdo e influenciador, através das redes sociais, dos blogues e das plataformas digitais.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Fujifilm, com uma longa história no setor da imagem, acompanhamos esta evolução, transformando e adaptando estratégias tradicionais para plataformas digitais interativas e personalizadas. No segmento B2C, temos investido fortemente em comunicação digital, apostando em conteúdos que educam, inspiram e criam uma ligação emocional com os utilizadores. Já no segmento B2B, adotamos práticas de </span><span style="font-weight: 400;">inbound marketing</span><span style="font-weight: 400;"> e eventos em que que fortalecemos o relacionamento com clientes e parceiros.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Vejo esta transformação, transversal ao mercado, com vantagens significativas para o consumidor, com mensagens mais personalizadas, maior acesso à informação e experiências interativas que fortalecem a ligação emocional às marcas. Contudo, a saturação de conteúdo, a complexidade, o excesso de informação e os desafios relacionados com a privacidade de dados colocam-nos hoje sérios desafios, como novas exigências éticas e estratégicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Para o mercado e a economia, estas mudanças impulsionaram a eficiência, a inovação e a competitividade. As ferramentas digitais permitem-nos realizar campanhas mais segmentadas e mensuráveis. Hoje, a inovação tecnológica alavanca o desenvolvimento de novos produtos enquanto a comunicação facilita a expansão para novos mercados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Temos abraçado estes desafios através de uma visão sustentável que alia tecnologia, inteligência artificial, e inovação à responsabilidade social e à valorização do capital humano. Estes são os pilares que sustentam a estratégia de comunicação e marketing da empresa. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Acredito que o futuro do Marketing e da Comunicação, e olhando para a Fujifilm, passa por aprofundar esta relação humana, colocando a tecnologia ao serviço da criatividade. O compromisso social, aliado à inovação, garante que as nossas marcas façam uma diferença real na vida das pessoas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Um exemplo é o nosso mais recente projeto, a abertura da FUJIFILM House of Photography, no Porto, onde trabalhamos e fomentamos a democratização do acesso à cultura fotográfica.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Isabel Pereira, </span><span style="font-weight: 400;">Corporate Communication &amp; Marketing Imaging Manager da Fujifilm Portugal</span></em></p>
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		<item>
		<title>A loja morreu. Viva a loja.</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-loja-morreu-viva-a-loja/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 May 2026 07:21:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ao longo de mais de vinte anos a trabalhar com marcas e consumidores, aprendi que cada ciclo tecnológico produz uma nova versão da exigência. Mas o que estamos a viver não é mais uma onda. É uma reconfiguração profunda do contrato entre marcas e pessoas, e o retalho é onde essa rutura se torna mais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Ao longo de mais de vinte anos a trabalhar com marcas e consumidores, aprendi que cada ciclo tecnológico produz uma nova versão da exigência. Mas o que estamos a viver não é mais uma onda. É uma reconfiguração profunda do contrato entre marcas e pessoas, e o retalho é onde essa rutura se torna mais visível.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os números falam por si. O comércio eletrónico representa já cerca de 18 % do retalho em Portugal. No Natal de 2025, as vendas online cresceram 19 % em transações e 14 % em valor. Portugal tem hoje 5,5 milhões de compradores online. Não é um nicho. É o mercado.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O problema é que muitas insígnias digitalizaram processos sem digitalizar a relação. Criaram apps, automatizaram o checkout, lançaram chatbots e chamaram a isso experiência. Não é. O consumidor digital está mais informado, mais exigente e menos tolerante a fricções. Analisa, compara e espera uma experiência fluida, segura e eficiente. A confiança é o ponto de viragem entre abandonar ou converter.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O conceito que melhor captura este momento é o phygital, a integração genuína entre o físico e o digital. A grande maioria dos clientes procura vários canais antes de comprar, acedendo frequentemente a catálogos online para concretizar a compra em loja física. Os retalhistas que ainda gerem estes pontos de contacto como silos separados estão a destruir valor a cada interação. Os centros comerciais estão a renovar-se como ambientes multifuncionais que integram retalho, tecnologia, lazer, bem-estar e restauração. A loja física deixou de ser um canal de venda. É um palco de marca.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Inteligência Artificial (IA) veio tornar este desafio mais urgente e mais promissor. Sete em cada dez adultos portugueses já utilizaram ferramentas de IA Generativa, e 37 % fazem-no pelo menos semanalmente. Os melhores retalhistas usam já IA para personalizar em tempo real, prever comportamentos e otimizar inventário. Mas há um limite que a tecnologia não ultrapassa: a confiança. O consumidor tolera a IA quando ela o serve. Rejeita-a quando sente que o substitui.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No EY.ai Hub e no EY Studio+, trabalhamos com retalhistas que perceberam que o futuro não é digital nem físico. É humano, sustentado por tecnologia. A digitalização no retalho não é uma questão tecnológica. É uma questão estratégica. Quem ainda debate se deve digitalizar perdeu a pergunta. A verdadeira questão é outra: como usar o digital para criar experiências que o consumidor não encontre em mais lado nenhum.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Sérgio Ferreira, Partner da EY Consulting</span></em></p>
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		<item>
		<title>O SEO já não é só conteúdo</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-seo-ja-nao-e-so-conteudo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Apr 2026 09:06:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[digital]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há uma mudança a acontecer no SEO que não faz barulho, mas é profunda. Durante anos, as regras eram claras: boas palavras-chave, backlinks de qualidade, otimização técnica bem feita. Funcionava. E para muitos, continua a funcionar, até ao momento em que deixa de ser suficiente. Porque hoje, a vantagem competitiva já não está só em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Há uma mudança a acontecer no SEO que não faz barulho, mas é profunda. Durante anos, as regras eram claras: boas palavras-chave, backlinks de qualidade, otimização técnica bem feita. Funcionava. E para muitos, continua a funcionar, até ao momento em que deixa de ser suficiente. Porque hoje, a vantagem competitiva já não está só em fazer bem as coisas certas. Está em construir sistemas que as façam por ti, de forma consistente, escalável e orientada por dados reais.</span></p>
<p><b>O projeto que tornou isso real</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Livil Traxquent Phigra não foi um projeto de conteúdo. Foi, desde o início, um projeto de engenharia. Desenvolvido no âmbito da Liga SEO, onde alcancei o 1.º lugar, partiu de uma pergunta simples: e se, em vez de produzir conteúdo peça a peça, construíssemos um sistema que o fizesse de forma estruturada e automática?</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A resposta virou um pipeline completo: pesquisa, planeamento editorial, geração de artigos e imagens, e até funcionalidades, como calculadoras financeiras, desenvolvidas com recurso a vibe coding (Claude). Tudo integrado, tudo orientado por dados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Os conteúdos foram organizados em clusters temáticos e interligados de forma automática, criando uma estrutura interna coerente. O interlinking foi automatizado. A geração de schemas foi ajustada ao tipo de página e à intenção de pesquisa, abrindo caminho a rich results. E tudo alimentado por sinais reais de performance, não só pelo planeamento inicial.</span></p>
<p><b>Se a execução se automatiza, o que diferencia?</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É a pergunta certa. E a resposta está na arquitetura: na capacidade de perceber o que construir, como ligar as peças e que decisões estratégicas guiam o sistema. Qualquer ferramenta gera um artigo. Poucas pessoas sabem desenhar o sistema que garante que esse artigo existe no momento certo, ligado ao que deve estar, interpretado da forma que interessa.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O SEO está a tornar-se infraestrutura digital. Conteúdo, tecnologia e dados já não funcionam em silos — ou funcionam juntos, ou não funcionam de todo. E essa mudança está a acontecer agora, de forma silenciosa, nos projetos que estão a ganhar terreno.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É esta mudança que estará em discussão na SEO Conference — não como teoria, mas como realidade que já está a acontecer. E quem a entender mais cedo terá uma vantagem difícil de recuperar.</span></p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Cristina Coelho, fundadora da Ship4you Fulfillment &amp; Data Solutions S.A.</span></i></p>
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		<title>Construir valor desde a base</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/construir-valor-desde-a-base/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 14:23:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O setor imobiliário vive um momento de transformação. Num mercado cada vez mais exigente, onde os ciclos são mais voláteis e a informação circula com maior transparência, tornou-se essencial repensar a forma como os projetos são identificados, estruturados e desenvolvidos. Foi precisamente neste contexto que nasceu a Ground UP Development Partners. A Ground UP surge [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O setor imobiliário vive um momento de transformação. Num mercado cada vez mais exigente, onde os ciclos são mais voláteis e a informação circula com maior transparência, tornou-se essencial repensar a forma como os projetos são identificados, estruturados e desenvolvidos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi precisamente neste contexto que nasceu a Ground UP Development Partners.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A Ground UP surge com uma ideia simples: o verdadeiro valor de um projeto imobiliário começa muito antes da sua construção. Começa na leitura do mercado, na capacidade de identificar oportunidades ainda invisíveis, na disciplina financeira e na forma como se estruturam decisões desde o primeiro momento.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A nossa ambição não é ser apenas mais uma promotora. Queremos ser um parceiro de confiança para investidores e stakeholders que procuram projetos bem pensados, com uma abordagem rigorosa e uma visão de longo prazo. Acreditamos que os melhores projetos são aqueles que conseguem equilibrar qualidade, viabilidade económica e impacto positivo no contexto urbano onde se inserem.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Por detrás desta visão está também um ecossistema de talento e experiência. A Ground UP integra o universo do Openbook Group, o que nos permite trabalhar lado a lado com uma equipa multidisciplinar de mais de 100 profissionais nas áreas de arquitetura, design e imobiliário.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Portugal reúne hoje condições muito interessantes para quem olha para o imobiliário com esta perspetiva. As cidades continuam a atrair talento, investimento e turismo, mas exigem soluções mais responsáveis, melhor integradas no território e verdadeiramente alinhadas com as necessidades de quem nelas vive e trabalha.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Ground UP acreditamos que o papel de quem desenvolve projetos imobiliários não é apenas construir edifícios, mas criar ativos duradouros, capazes de atravessar diferentes ciclos económicos e de acrescentar valor real às cidades.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">É por isso que a nossa abordagem assenta em três princípios simples: disciplina na análise, transparência na execução e criação de valor sustentável a longo prazo.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">No fundo, acreditamos que o futuro do imobiliário passa menos pelo volume e mais pela qualidade das decisões. E é precisamente nesse ponto de partida, onde o valor começa “Where Value Begins”, que procuramos posicionar a Ground UP.</span></p>
<p><em>Fernando Caldas, <span style="font-weight: 400;">Managing Partner da Ground UP Development Partners</span></em></p>
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		<title>O que significa manter uma marca relevante ao longo de um século</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/o-que-significa-manter-uma-marca-relevante-ao-longo-de-um-seculo/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Mar 2026 12:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[marketing]]></category>
		<category><![CDATA[opinião]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Num mercado em permanente transformação, onde tendências nascem e desaparecem à velocidade de um scroll, manter uma marca relevante durante 117 anos não é apenas um feito histórico, é um exercício contínuo de adaptação. A Sidul nasceu em 1909 e atravessou diferentes ciclos económicos, mudanças sociais profundas e transformações nos hábitos de consumo. Ao longo [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Num mercado em permanente transformação, onde tendências nascem e desaparecem à velocidade de um scroll, manter uma marca relevante durante 117 anos não é apenas um feito histórico, é um exercício contínuo de adaptação.</p>
<p>A Sidul nasceu em 1909 e atravessou diferentes ciclos económicos, mudanças sociais profundas e transformações nos hábitos de consumo. Ao longo de mais de um século, o açúcar passou de um produto essencial a um ingrediente ligado à tradição, à cultura e aos momentos de partilha.</p>
<p>Ser uma marca centenária implica uma responsabilidade acrescida. Não basta preservar o legado. É necessário adaptá-lo à luz das expectativas atuais dos consumidores. Hoje, isso traduz-se numa maior proximidade e numa comunicação bidirecional, que permita aos consumidores entrarem na conversa.</p>
<p>A presença digital é um exemplo claro dessa evolução. Se em tempos, a relação com o consumidor acontecia exclusivamente no ponto de venda, hoje constrói-se também nas redes sociais, nos conteúdos que inspiram receitas, nas conversas que promovem criatividade e partilha. Estar no digital não é apenas marcar presença, mas sim compreender linguagens, ritmos e comunidades.</p>
<p>Ao mesmo tempo, a inovação continua a ser um pilar estratégico. A criação de coleções especiais, como a edição de Natal, reforça a ligação emocional a doces momentos de celebração profundamente enraizados na cultura portuguesa. Este ano, a marca assinala também a Páscoa com a campanha “A Voz dos Avós”, que relembra a importância da família. Com o objetivo de eternizar as vozes dos avós, a campanha desafia os netos a gravarem em áudio os seus avós a partilharem a sua receita preferida. A iniciativa decorre numa landing page, onde os registos sonoros são submetidos e reunidos, criando um verdadeiro arquivo de memórias. O propósito é simples, mas carregado de significado: preservar as receitas que passam de geração em geração como património vivo, registando não apenas o modo de preparação, mas também a emoção que nenhum livro de receitas consegue captar.</p>
<p>Manter relevância num setor consolidado exige consistência, mas também coragem para experimentar. Exige compreender que tradição e inovação não são forças opostas, mas complementares. A herança constrói credibilidade; a capacidade de adaptação garante futuro.</p>
<p>Celebrar 117 anos não é apenas olhar para trás com orgulho. É reafirmar o compromisso de continuar a evoluir, acompanhando consumidores cada vez mais informados, exigentes e conectados. Porque as marcas que perduram não são as que resistem à mudança – mas sim as que crescem com ela.</p>
<p><em>Nicole Almeida, Brand Manager da Sidul</em></p>
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		<title>As parcerias de sucesso que trazem saúde aos portugueses</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/as-parcerias-de-sucesso-que-trazem-saude-aos-portugueses/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Carolina Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Mar 2026 11:51:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Uma volta de golfe de 18 buracos implica caminhadas entre oito e dez quilómetros, o equivalente a cerca de 10.000 a 15.000 passos, e durante quatro horas de atividade física um jogador pode gastar entre 1.000 e 1.500 calorias. Estes números colocam o golfe como uma forma eficaz de atividade física regular, contribuindo para a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Uma volta de golfe de 18 buracos implica caminhadas entre oito e dez quilómetros, o equivalente a cerca de 10.000 a 15.000 passos, e durante quatro horas de atividade física um jogador pode gastar entre 1.000 e 1.500 calorias.</p>
<p>Estes números colocam o golfe como uma forma eficaz de atividade física regular, contribuindo para a saúde cardiovascular, controlo do colesterol, para a manutenção do peso e para o bem-estar geral. O jogo promove ainda a socialização e o combate ao isolamento, dois fatores essenciais para a saúde física e mental numa fase mais avançada da vida.</p>
<p>Desde sempre, nos clubes de golfe é frequente encontrar exemplos muito claros de envelhecimento ativo.</p>
<p>“É comum ver no meu clube dez a 12 jogadores por dia a jogar com mais de 80 anos.”</p>
<p>Poucos desportos conseguem demonstrar de forma tão evidente que a atividade física pode acompanhar-nos ao longo de toda a vida.</p>
<p>Talvez por isso seja frequente ouvir entre quem descobre a modalidade uma frase simples, mas reveladora: “Porque é que não comecei a jogar golfe mais cedo?”</p>
<p>Foi com base nestas evidências que a Federação Portuguesa de Golfe e a Lusíadas Saúde estabeleceram uma parceria que pretende aproximar cada vez mais pessoas da modalidade, promover estilos de vida saudáveis e apoiar o desenvolvimento desportivo de excelência.</p>
<p>Hoje, o golfe não é apenas um desporto para adultos. A modalidade está numa fase de grande crescimento e tem também um papel importante no desenvolvimento dos mais jovens. O jogo estimula o cérebro através da necessidade constante de avaliar distâncias, tomar decisões e gerir emoções. Ao mesmo tempo, promove valores fundamentais como disciplina, respeito pelas regras e capacidade de concentração.</p>
<p>Num contexto social cada vez mais individualista e marcado pela tecnologia, o golfe oferece às crianças um espaço de interação, aprendizagem e contacto com a natureza. Jogar em grupo, partilhar o percurso e respeitar o ritmo do jogo são experiências que contribuem para o desenvolvimento social e emocional.</p>
<p>O apoio da Lusíadas Saúde poderá ainda desempenhar um papel igualmente relevante no desenvolvimento do projeto Portugal Golf Team, contribuindo para profissionalizar cada vez mais a área da alta competição. O conhecimento médico, científico e tecnológico, bem como o know-how das equipas clínicas da Lusíadas, poderão ser determinantes no acompanhamento dos atletas, na prevenção de lesões, na otimização do rendimento físico e na preparação de jovens talentos que representam Portugal nas competições internacionais. Este caminho conjunto, promete.</p>
<p><em>Pedro Nunes Pedro, presidente da Federação Portuguesa de Golfe</em></p>
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		<title>A K-beauty como cultura de prevenção e conhecimento</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/a-k-beauty-como-cultura-de-prevencao-e-conhecimento/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Mar 2026 10:28:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[beleza]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A cosmética coreana consolidou-se nos últimos anos como uma das grandes referências da indústria beauty a nível global. O seu sucesso não resulta de uma tendência passageira, mas de uma filosofia profundamente enraizada na prevenção, na constância e no cuidado da pele a longo prazo. Em vez de uma abordagem corretiva, a K-beauty trabalha a [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A cosmética coreana consolidou-se nos últimos anos como uma das grandes referências da indústria beauty a nível global. O seu sucesso não resulta de uma tendência passageira, mas de uma filosofia profundamente enraizada na prevenção, na constância e no cuidado da pele a longo prazo. Em vez de uma abordagem corretiva, a K-beauty trabalha a partir da antecipação, promovendo a saúde da pele e respeitando o seu equilíbrio natural em todas as fases da vida.</p>
<p>Este posicionamento fez da Coreia do Sul um dos principais polos de inovação cosmética do mundo. O forte investimento em investigação, o desenvolvimento contínuo de novos ingredientes e uma leitura muito precisa das necessidades da pele deram origem a fórmulas eficazes, texturas avançadas e rotinas altamente personalizáveis. A cosmética coreana não procura soluções universais, mas sim cuidados que evoluem com a pele e se adaptam às suas mudanças ao longo do tempo.</p>
<p>É neste contexto que nasce a MiiN Cosmetics, como uma das marcas pioneiras na Europa na introdução e curadoria da cosmética coreana. Desde o início, o nosso objetivo foi claro: não vender apenas produtos, mas educar e acompanhar o consumidor. Acreditamos que o verdadeiro cuidado da pele começa com o conhecimento — compreender os ingredientes, saber por que motivo cada produto é utilizado e como integrá-lo numa rotina adequada.</p>
<p>Na MiiN, trabalhamos a partir da personalização, oferecendo uma seleção cuidada de diferentes marcas e produtos de K-beauty que permitem criar rotinas adaptadas a cada tipo de pele, necessidade e etapa da vida. A pele não é estática, e o cuidado deve evoluir com ela. A nossa missão é ajudar cada pessoa a encontrar exatamente aquilo de que a sua pele precisa em cada momento.</p>
<p>A chegada da MiiN Cosmetics a Portugal representa uma aposta estratégica clara. O País é um mercado pioneiro dentro do nosso plano de expansão europeia e será alvo de um forte investimento, com o objetivo de aproximar o melhor da cosmética coreana do consumidor português. Queremos contribuir para o desenvolvimento de uma beleza mais informada, consciente e baseada na prevenção, criando uma ligação sólida e duradoura com o mercado local.</p>
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<p class="_63b652d7 d7d19f29 dbbb88d8 c4c770c4 c7a0ef6f _3f61d253 d9bf5bdd _52c83701 _4e72e692"><em>Maria Plaza, Chief Marketing &amp; Digital Officer da Miin Cosmetics </em></p>
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		<title>Do plano estratégico à implementação de uma marca única e global</title>
		<link>https://www.briefing.pt/noticias/do-plano-estrategico-a-implementacao-de-uma-marca-unica-e-global/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Simão Raposo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 11:37:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[1.ª Pessoa]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[branding]]></category>
		<category><![CDATA[marca]]></category>
		<category><![CDATA[pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[posicionamento]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Mais do que uma simples mudança de identidade, a jornada do novo posicionamento da marca Nors representa uma decisão estratégica clara: alinhar a marca com a verdadeira dimensão do Grupo e com a ambição global que o orienta. Este percurso reflete a consolidação de uma visão ambiciosa, a afirmação de uma marca verdadeiramente global em [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Mais do que uma simples mudança de identidade, a jornada do novo posicionamento da marca Nors representa uma decisão estratégica clara: alinhar a marca com a verdadeira dimensão do Grupo e com a ambição global que o orienta. Este percurso reflete a consolidação de uma visão ambiciosa, a afirmação de uma marca verdadeiramente global em cinco áreas de negócio e a construção de uma plataforma de crescimento preparada para acompanhar a dimensão, a transformação e o futuro da organização. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A transição de um ecossistema fragmentado de 17 marcas de negócio, distribuídas por sete geografias e três continentes, para uma marca global, exigiu foco, coerência e, acima de tudo, planeamento estratégico. Hoje, afirmamo-nos sob um único nome que respeita a diversidade dos mercados onde operamos e que comunica com clareza, consistência e propósito. Tudo isto proporcionado por mais de 90 anos de uma história protagonizada por distintos empreendedores. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sem esquecermos de onde vimos, onde estamos e para onde queremos ir, a Nors assume-se como uma marca mais próxima das equipas, negócios e clientes, sem abdicar da sua força institucional – porque escala e proximidade não são opostos, são complementares.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente, depois de uma longa jornada de implementação e mudança, vivemos esta fase de consolidação como um momento de evolução contínua. A escala global da Nors e a sua dispersão geográfica colocam-nos desafios reais e peculiares, que procuramos enfrentar com um planeamento 360º, atuação local e uma visão de médio/longo prazo. Desde a escuta ativa do mercado e dos clientes, que orientou a reorganização da Nors em cinco segmentos de negócio, à articulação com as principais marcas representadas na cadeia de valor, sem menosprezar o que é mais sentido &#8211; redefinição do nosso propósito e valores -, ao reforço do tom de voz junto dos diferentes públicos, este tem sido um exercício de clareza estratégica, alinhamento interno e posicionamento no mercado. Um percurso que fez ouvir a marca, mas sobretudo as pessoas que a “fazem acontecer” todos os dias. O novo posicionamento reforçou o sentido de pertença a uma só marca, aproximou equipas geograficamente distantes e culturalmente distintas, e consolidou um propósito comum, claro e mobilizador: levar a vida e os negócios mais longe. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Este reposicionamento não foi, por isso, uma iniciativa de marca isolada, já que para a sua concretização contribuiu uma orquestra de áreas e equipas além-fronteiras. Desde o plano estratégico do Grupo ao impacto transversal em toda a organização, a marca única e global influenciou a forma como operamos, como comunicamos e como nos posicionamos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Hoje, a Nors é uma marca preparada para crescer, evoluir e co-construir, com intenção e visão, os próximos 90 anos.</span></p>
<p><em><span style="font-weight: 400;">Diana Pinto, </span><span style="font-weight: 400;">Head of Marketing, Brand &amp; Communication da Nors</span></em></p>
<p>O conteúdo <a href="https://www.briefing.pt/noticias/do-plano-estrategico-a-implementacao-de-uma-marca-unica-e-global/">Do plano estratégico à implementação de uma marca única e global</a> aparece primeiro em <a href="https://www.briefing.pt">Briefing: Todas as notícias sobre os negócios do Marketing e da Publicidade</a>.</p>
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