Comunicação

Português lidera centro de competência de multinacional do retalho

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O português Luis Rodolfo, que desempenhava as funções de diretor de retalho da ANA, é desde o dia 4 de março o responsável de um novo departamento da Nuance, uma multinacional do retalho especializada na área aeroportuária. As suas funções vão desde o desenvolvimento de lojas até ao branding e envolvem o mundo inteiro. Em entrevista ao Briefing explica porque é que o convite foi irresistível.

segunda-feira, 11 março 2013 11:12

 

A sua paixão pelo retalho e pela indústria aeroportuária e a possibilidade de trabalhar com consumidores à escala mundial integrado numa equipa multicultural foram algumas das razões que levaram Luis Rodolfo a aceitar o cargo na Nuance. Também o trabalho feito na ANA, só possível graças ao envolvimento de uma "equipa fantástica", contribuiu para a escolha do grupo suíço.

Com 4600 trabalhadores em todo o mundo e presente em 18 países e territórios, o grupo Nuance tem sede em Zurique. Explora 300 lojas e serve 31 milhões de consumidores.

Briefing | Quais são as suas funções no Nuance Group?
Luís Rodolfo | A multinacional de retalho Nuance. que tem um volume de negócios de cerca 2 mil milhões de dólares, criou um novo departamento que pretende ser um centro de competências global desta empresa, que desenvolve o seu negócio na América Norte, Ásia, EMEA e Austrália. Esse centro de especialização abrange áreas como Store Development, Digital, Global Buying, Category Mgt, Pricing, Promotions, Consumer Intelligence, Retail Trends, Branding, Comunicacao. A minha função é liderar e desenvolver esse novo departamento a nível global, definindo as melhores práticas e guidelines comerciais para cada região, partilhando com as regiões de forma estruturada, sistemática, esse conhecimento de forma a acrescentar realmente valor a cada região e ao grupo como um todo.

Briefing | Que ideias é que gostaria de pôr em prática no grupo?
LR | Tenho muitas ideias, mas preciso primeiro escutar ativamente os vários stakeholders, compreender as verdadeiras necessidades de cada região no mundo (meus clientes internos!) e avaliar recursos que tenho disponíveis para implementar. Só depois poderei avaliar se as ideias podem servir as expectativas e objetivos estratégicos e estabelecer o road map de implementação.

Briefing | Até que ponto é que o trabalho desenvolvido na ANA é uma mais-valia para as suas novas funções?
LR | A dinâmica, a pró-atividade e inovação que a ANA concretizou nos últimos anos, refletiu-se não só nos resultados qualitativos como quantitativos, como também no reconhecimento na indústria. O facto de me terem escolhido poderá ser visto também como esse reconhecimento do bom trabalho feito que, saliento, só foi possível com o envolvimento de uma equipa fantástica da ANA. É esse o mesmo espírito, energia e atitude que a Nuance precisa para este novo desafio que se pretende: pensar, criar e agir.

Briefing | O que tornou este desafio irresistível?
LR | Primeiro é uma empresa/pessoas que me transmitem confiança, segundo sou apaixonado pelo retalho e pela indústria aeroportuária, terceiro trabalhar com consumidores à escala mundial integrado numa equipa multicultural é já em si outra experiência de vida e conhecimento irresistível. Claro que depois a cidade em si – Zurique – e, entre outras, as condições financeiras, também ajudaram na decisão.

Fonte: Briefing

segunda-feira, 11 março 2013 11:24

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