Comunicação

Alfacinhas a comunicar pastelaria fina

Tiago Marques e Pedro Góis são os empreendedores que estão por trás da Querubim, uma marca de pastelaria fina que quer recuperar as melhores tradições de Lisboa nesta área. Ao Briefing explicaram como é que vão comunicar o conceito e a marca, que, brevemente, poderá internacionalizar-se para lojas de Londres e Manchester. "Escolhemos o nome Querubim porque encerra para nós os valores da marca que queremos transmitir a quem recebe um Querubim Lisboa: elegância, delicadeza, tradição de sabor e a nossa origem alfacinha", afirmam.

segunda-feira, 24 março 2014 12:05
Alfacinhas a comunicar pastelaria fina

Briefing | Como é que a marca Querubim vai dar a conhecer-se ao mercado?

Tiago Marques e Pedro Góis | Nesta fase inicial de lançamento estamos a dar a conhecer a marca e os nossos produtos através da presença em feiras e eventos, através de divulgação nos meios de comunicação online e offline e diretamente nos pontos de venda, através de ações de degustação.

Briefing | O segmento premium em que se insere "obriga" a cuidados especiais com a comunicação? De que forma?

TM e PG | Procuramos comunicar a marca de uma forma cuidada e consistente, de acordo com os valores da mesma, de elegância sofisticação e tradição de sabor, tendo em conta o público-alvo a que se destina. Essa preocupação estende-se aos pontos de venda onde estamos presentes. O nosso principal foco na comunicação da marca nesta fase de lançamento tem-se prendido com o passar a mensagem de que se trata de um produto de elevada qualidade, 100% português, que utiliza os melhores ingredientes disponíveis, com um packaging atrativo com cores vibrantes, onde o conceito de Lisboa aparece de uma forma subtil através dos padrões geométricos, como fazendo referencia à azulejaria e calçada de lisboa.

Briefing | Qual o papel das redes sociais na sua divulgação?

TM e PG | As redes sociais hoje em dia têm um peso importante na divulgação e comunicação de uma marca. Procuramos explorar esta via através da partilha dos nossos produtos e informações sobre a Querubim. Trata-se de uma comunicação mais direta que permite a fácil partilha das nossas novidades e é uma boa forma de dar a conhecer a marca a um público mais diverso.

Briefing | Como é que nasceu a ideia de criar este projeto e como é que surgiu o nome?

TM e PG | Este projeto nasceu da vontade de criar produto próprio, foi o amadurecimento de uma ideia que tem vindo a ser trabalhada já algum tempo. Partiu da junção de duas vertentes, criativa e de produção, devido em primeiro lugar à empresa mãe da marca, a Emotive Design, ser uma agência criativa que já labora há sete anos no mercado e que tem vindo a desenvolver produto para diversos clientes, o que fez crescer esta vontade de criar produto próprio. Em segundo lugar a vertente de produção de pastelaria fina advém por raízes familiares, de ser um negócio que nos corre também nas veias, ligado a pastelarias tradicionais em Lisboa, algumas já seculares. A junção destas duas valências fez nascer a Querubim Lisboa como um projeto inovador no que toca à comercialização de produto português de pastelaria fina. Escolhemos o nome Querubim porque encerra para nós os valores da marca que queremos transmitir a quem recebe um Querubim Lisboa: elegância, delicadeza, tradição de sabor e a nossa origem alfacinha.

Briefing | Quais as perspetivas de internacionalização da Querubim?

TM e PG | Esperamos poder em breve ter Querubins disponíveis em algumas cidades do Reino Unido (Londres e Manchester). Já existem solicitações para outros mercados mas essas propostas estão em análise.

Briefing | A Querubim é uma marca para outros projetos ou é apenas para as bolachas?

TM e PG | Querubim é uma marca não de bolachas mas de pastelaria fina. Temos duas linhas de produtos embalados e de pastelaria fresca. Estamos já a trabalhar em novas linhas de produtos embalados que irão ser lançados no segundo trimestre deste ano, posso adiantar que será uma linha de biscoitos e bombons. Temos também produtos sazonais para alturas de festas como no caso da Páscoa. Iremos comercializar uma linha de amêndoas.

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quarta-feira, 26 março 2014 11:12

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