Comunicação

A JWT quer ser a agência que “compreende as mulheres”

A J. Walter Thompson (JWT) lança um estudo global intitulado Tribos Femininas. O objetivo é compreender e definir os 20 tipos de mulheres da atualidade, com vista a oferecer uma melhor consultoria criativa, ajudando marcas e empresas a entendê-las enquanto consumidoras, líderes, inventoras e criadoras de riqueza.

terça, 10 maio 2016 10:57
A JWT quer ser a agência que “compreende as mulheres”

O INDEX das Mulheres espelha as atitudes das mulheres em relação a carreiras, ambições, religião, finanças, sexualidade, aparência, beleza, educação e saúde. Entre as principais conclusões, destaca-se que 76% das inquiridas acreditam que não há melhor altura para ser mulher, 86% concordam que a feminilidade é uma força e não uma fraqueza e 56% acreditam ser mais ambiciosas que o cônjuge ou parceiro.

A JWT verificou também que apenas 26% das mulheres acham que ser atraente é muito importante, 49% sentem que a sua atratividade/feminilidade pode ser usada para obter poder ou influência e 43% sentem que a sua opinião é menos valorizada por serem mulheres.

"Continuamos a ver as mulheres através de uma redutora lente da responsabilidade parental, quando podíamos e devíamos estar a celebrar os feitos e aspirações das mulheres e a melhorar as suas vidas através de uma melhor compreensão", salienta Rachel Pashley, global planner da JWT. "1 em 4 mulheres no Brasil deixaram de viver relações abusivas pela influência das mensagens de comunicação. Assim, certificarmo-nos de que as mensagens que fazemos passar culturalmente são acertadas, assume uma grande importância", acrescenta.

Deste modo, o estudo Tribos Femininas permite à JWT e respetivos clientes criar uma melhor comunicação, produtos e serviços que reflitam as necessidades das mulheres, bem como a mudança do diálogo cultural.

Entre as 20 tribos definidas pela JWT destacam-se as Alfas Asiáticas (mulheres asiáticas modernas estão a deixar para trás o estereótipo da dócil dona de casa para se tornarem verdadeiras potências económicas); as Ativistas Adolescentes (por um lado são responsáveis e maduras, pelo que seria de esperar algum conformismo, mas por outro lado têm uma vontade forte de mudar o mundo à sua volta); e os Ícones Culturais (maior atenção dedicada às atrizes femininas, argumentos liderados por e para mulheres e mais realizadoras e diretoras na industria cinematográfica).

A JWT quer ser a agência que “compreende as mulheres”

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terça, 10 maio 2016 15:13

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