Comunicação

A Marian tem as tendências para 2021

Reduzir a semana de trabalho, focar na conexão com as pessoas e redefinir o que é essencial são, segundo a trendspotter Marian Salzman, algumas das mudanças que se podem esperar para os próximos tempos. A Senior Vice President of Global Communications da Philip Morris International (PMI) lançou o “Zoomsday Predictions”, um relatório com 11 tendências para 2021.

quarta-feira, 09 dezembro 2020 11:25
A Marian tem as tendências para 2021

"A Covid-19 precipitou um mundo já de si caótico em novas profundidades de incerteza, tumulto e medo. E chegou numa altura em que os cidadãos estavam já profundamente divididos e com menos predisposição para confiar na ciência, nos líderes políticos, e uns nos outros", afirma Marian, autora e coautora de mais de 20 livros, que deixou o cargo de CEO da Havas PR, da América do Norte, bem como o de presidente global da Havas PR Global Collective, em 2018, para ajudar a PMI a criar um mundo sem fumo.

O que trouxe a pandemia? Que tendências ajudarão a moldar o “novo normal”? Renovar estilos de vida e repensar ambições, para ampliar aquilo que queremos ao nível pessoal e profissional; redefinir o tempo, ajustando o trabalho, a vida social e as tarefas administrativas; procurar as pessoas e focar menos na proximidade e conveniência e mais na intimidade e conexão; procurar a desintoxicação digital e fazer uma combinação mais inteligente dos mundos virtual e real; automatizar outras tarefas; mais lojas vão passar a acumular artigos de emergência de longo prazo; redefinar o que é essencial, por exemplo, lutar por mais justiça, nomeadamente pelos mais desprotegidos; no horizonte podem estar aulas para ensinar skillscomo montar móveis –, que deixaram de ser passadas de geração em geração; ver mais empresas a contribuir em causas, mas com uma nova ênfase em parcerias público-privadas; repensar os lugares, ou seja, reorganizar e descentralizar das grandes cidades para zonas mais remotas. E, por fim, vai ser o tempo de fazer as pazes com a incerteza.

“Este ano tem sido repleto de incertezas e uma sensação generalizada de insegurança. À medida que as pessoas tentam recuperar o controlo, procuram maneiras de se vacinar contra riscos futuros, desde formas de investimento mais seguras, sistemas de segurança doméstica e geradores de energia de reserva até estilos de vida mais simples. Ao mesmo tempo, veremos o foco a ser colocado no ensino da resiliência em casa e no trabalho, uma vez que a tenacidade e a coragem têm prioridade, lado a lado com a criatividade e o pensamento crítico”, conclui a especialista.

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