Comunicação

Há discórdia entre técnicos de eventos e Turismo

A APSTE – Associação Portuguesa de Serviços Técnicos para Eventos considera “enganadora” e/ou de uma “tremenda falta de noção da realidade” a análise apresentada pela secretária de estado do Turismo, Rita Marques, sobre a situação do setor dos eventos.

terça-feira, 29 dezembro 2020 12:31
Há discórdia entre técnicos de eventos e Turismo

 

Rita Marques referiu que as empresas do setor registaram uma faturação de 152 milhões de euros até setembro de 2020, por comparação aos 303 milhões de euros no período homologo do ano passado –quebra de 50%. A APSTE diz que, no entanto, a análise foi feita apenas com base nas empresas que têm o Código de Atividade Económico (CAE) principal 82300 – organização de eventos.

“Não conseguimos entender esta tentativa de fazer passar a parte pelo todo. Os números e a análise apresentados são enganadores e/ou mostram uma tremenda falta de noção da realidade. Não questionamos a veracidade dos números, atenção, apenas a relevância dos mesmos, já que somente representam uma parte do setor e não o seu todo. Como sempre dissemos, e temos vindo a reivindicar, é praticamente impossível aferir a real dimensão do problema enquanto não existir um CAE único para o setor”, explica o presidente da APSTE, Pedro Magalhães.

A associação indica que, no universo dos seus 143 associados, apenas 10% das empresas têm o 82300 como CAE principal, por isso, “nunca poderão” servir de base para aferir a real dimensão dos estragos feitos pela pandemia no setor dos eventos. A APSTE insiste, assim, na necessidade da criação de um CAE único para todas empresas.

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