Criatividade

MSTF Partners: Depois de Angola e da China, o Brasil e talvez Moçambique

 MSTF Partners: Depois de Angola e da China, o Brasil e talvez Moçambique

A MSTF Partners acaba de abrir um escritório próprio no Rio de Janeiro, dando seguimento a uma estratégia delineada em 2012 face à esperada quebra no mercado português. "Decidimos que a internacionalização era uma propridade para dar continuidade à estratégia de sucesso que a agência tem conseguido ao longo dos seus dez anos", explica ao Briefing o partner Tomás Froes.

sexta, 14 junho 2013 17:23


A agência já estava em Angola desde 2008, país em que investiu "bastante", com reforço da estrutura local, com novas instalações e equipa criativa alargada. A partir deste primeiro passo de internacionalização, a Partners olhou para outros mercados que elegeu como prioritários: Brasil e China.

Na cidade chinesa de Xangai, montou aquilo que Tomás Froes designa como "uma micro Partners", para trabalhar especificamente um cliente na área da restauração – a cadeia de lojas de cachorros Scioko, que a agência tem ajudado a crescer como marca e como negócio.

O olhar da Partners virou-se depois para o Brasil: "Quando olhámos para o Brasil, um mercado muito competitivo na área da criatividade, sentimos que a cidade do Rio Janeiro, por tudo o que se está e vai passar nos próximos anos, terá oportunidades que encaixam muito bem no ADN Partners", diz ao Briefing Tomás Froes.

Daí que tivesse sido eleita como "a cidade ideal" para a agência estar fisicamente: "Poder contribuir com ideias e criatividade que sejam relevantes e úteis para as marcas, mas também para a cidade e para os cariocas" é a ambição. A concretizar com uma equipa que está a ser recrutada localmente que envolve alguns criativos brasileiros que já haviam trabalhado na Partners em Portugal e que entretanto regressaram ao Brasil.

Clientes já há: a Prefeitura do Rio de Janeiro, diz Froes, é o primeiro grande cliente e com ele a agência está a desenvolver o projeto dos QR Codes em calçada brasileira em vários pontos da cidade. Recorde-se que os QR Codes estiveram recentemente no centro de polémica, com uma acusação de plágio.

Além disso, a Partners está a preparar "algumas ideias inovadoras para ativar na cidade", mas que Tomás Froes mantém no segredo dos criativos.

E depois do Brasil, "talvez Moçambique seja uma boa oportunidade para a Partners".

 

Fonte: Briefing

terça, 18 junho 2013 17:10

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