Criatividade

Bons princípios geram melhores fins? É Unlock, by Miguel Viana

Chama-se Unlock e é o novo projeto de Miguel Viana, ex-Chief Creative Officer da Brandia Central que deixou marca em projetos globais de branding como o UEFA Euro 2016. Com ele estão Carlos Constantino, José Cerqueira e Jaime Costa. Une-os a convicção de que bons princípios geram melhores fins.

terça, 21 junho 2016 11:42
Bons princípios geram melhores fins? É Unlock, by Miguel Viana

A Unlock quer estar, pois, nos princípios, que tanto podem ser a criação de novos negócios, o desenho de novas ofertas de produtos e serviços, o início de novos ciclos das organizações como alinhamentos internos, entradas em novos mercados ou fusões e aquisições.


"Encaramos o branding enquanto criação de entidades de valor. Porque acreditamos que as marcas podem oferecer mais e melhor. Um valor multidimensional, que mobilize as organizações e o seu papel de impulsionadores de mudança. Com uma perspetiva atenta sobre os desafios futuros que aguardam as marcas, sabemos que estas têm de estar preparadas. Vivemos num mundo de alterações contínuas – diferenças sociais, desafios económicos, questões ambientais – as marcas devem assumir cada vez mais o seu papel enquanto catalisadores de progresso, enquanto desbloqueadores de evolução. Não apenas para as organizações e empresas que representam, mas também para a sociedade que as rodeia, com a sociedade que as rodeia", enquadra Miguel Viana.


À Briefing adianta que na Unlock o branding é vivido com um elevado sentido de responsabilidade e, simultaneamente, como um privilégio: "Estarmos envolvidos em processos de pensamento e de criação que influenciam a forma como as pessoas sentem o mundo à sua volta, seja num evento global, seja numa experiência individual, é algo muito gratificante. Trabalhamos em grande proximidade com o cliente para chegar às perguntas certas. Perguntas que levem às melhores soluções. Os processos de branding vão ser cada vez mais colaborativos".


Partem do zero: "Quisemos parar e recomeçar. Ter tempo para refletirmos sobre o produto que queremos fazer. Neste processo novos contactos surgiram e entre projetos já desenvolvidos e outros projetos em desenvolvimento estamos a construir novas relações e parcerias".
Miguel Viana sabe que, como projeto empresarial, será o mercado a validar, ou não, a Unlock. Mas também sabe que é uma corrida de fundo: "Temos uma visão clara sobre o que queremos implementar, sabemos que somos sérios e respeitosos com a atividade. Sabemos que introduziremos novas variantes que reforçarão a nossa identidade enquanto cocriadores de valor. Sabemos que levará o seu tempo a implementá-las e a serem assimiladas pelo mercado e que a melhor forma é ser passo a passo, projeto a projeto".


Os quatro fundadores levam para a Unlock uma experiência acumulada em projetos realizados em países como Azerbaijão, Chile, Rússia, Angola, UAE Dubai, França, Ucrânia, Canadá.
" Estes projetos deram-nos a oportunidade de nos relacionarmos com outras pessoas, outras culturas, outras formas de ver o mundo. E de, em conjunto, criarmos marcas únicas. O que nos faz acreditar que o mercado de hoje não conhece fronteiras. Um mercado definido não por uma língua mas por uma afinidade no que diz respeito à qualidade dos projetos. É nestes mercados que queremos estar, que valorizam o branding como um processo que combina pensamento e execução", enfatiza Miguel.


Nesta ambição, alinham outros dois ex-Brandia: Carlos Constantino e José Cerqueira. E um gestor – Jaime Costa, cuja experiência não é a criatividade mas o diagnóstico de oportunidades de mercado.

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