Criatividade

#ProvamosEAprovamos a originalidade da Oficina Craft Snackery

“Comer com as mãos e beber com gosto”. É este o desafio proposto pela Oficina Craft Snackery, situada na Rua do Duque, em Lisboa. Nós aceitámo-lo e fomos provar – e aprovar – alguns dos pratos que fazem parte da carta, como as tiras de barriga de porco crocante, os pastéis de cogumelos e os croquetes de lula e tinta de choco.

sexta-feira, 06 março 2020 11:57
#ProvamosEAprovamos a originalidade da Oficina Craft Snackery

 

Sem garfo nem faca, partimos à descoberta de vários snacks que desafiam os conceitos associados à fast food e ao gourmet. As tiras de barriga de porco crocante deram início à nossa experiência e vieram acompanhada de um dip de pickles de sementes de mostarda. Achamos uma boa combinação: nós e clientes,no geral, pois – conta-nos o chef Rui Rebelo – é um dos snacks com mais saída.

Seguiram-se os croquetes. Nada comuns, mas que se revelaram uma boa surpresa. Feitos com lula e tinta de choco, e acompanhados de um molho de maionese e tomilho, destacam-se também pelo crocante de lula que é colocado no topo.

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Voltamos à carne, com as pernas de frango em tempura da Índia. E o que poderia ser uma escolha banal, foi, na verdade, um dos pratos que mais apreciamos, e que mergulhamos num molho de barbecue – feito in house, claro.  

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Já estávamos prestes a “fechar a loja”, quando nos falaram dos pastéis de cogumelos (com batata doce assada e cenoura fermentada), muito apreciados por quem ali petisca. Não resistimos a provar e também não nos arrependemos, porque teve entrada direta para o primeiro lugar do (nosso) pódio.

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Enquanto provávamos estes pratos, bebíamos o cocktail “Pimenta”, por recomendação da casa, feito com Tequila, Yellow Chartreuse, Xarope Pimenta Rosa e Limão. Também podíamos ter optado pelo “Canela”, com Xarope Orgeat, Canela e Macieira, ou pelo “Rosa”, com Gin, Vermouth branco, Flor Jamaica e Lima… Entre muitos outros cocktails, originais e clássicos, que fazem parte da carta “para beber”, e aos quais se juntam vinhos e cervejas, incluindo uma artesanal “Extraordinária”, literalmente.

Para terminar a refeição: doces, o único momento em que usamos talheres. Ficamos divididos entre mousse de chocolate e as texturas de maçã, mas fomos incentivados pelo chef a provar as duas. No final, continuamos divididos… Qual a melhor? Fica a pergunta no ar, mas também argumentos favoráveis às duas: a primeira cruza azeite, sal e cacau, permitindo que se sinta o doce, na própria mousse, e o salgado, no crocante que a acompanha, num mix que resulta muito bem; a segunda mistura maça crocante com uma espécie de puré da mesma fruta e com um toque de frescura proporcionado pela hortelã.

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