Entrevistas

Confiança "como um desiderato"

Confiança "como um desiderato"

Confiança é hoje a palavra-chave em domínios tão diversos como a reputação, a motivação de colaboradores e a gestão da relação com os stakeholders. Continua a ser uma das melhores receitas para enfrentar as crises. A propósito da Happy Conference e da confiança, Nuno Ferreira, director de Recursos Humanos da ANA – Aeroportos de Portugal fala sobre o assunto.

terça-feira, 20 dezembro 2011 11:42

 

 

Briefing | Como é que a confiança é desenvolvida na empresa?

Nuno Ferreira | A confiança é, na ANA, entendida não só como um valor mas, fundamentalmente, como um desiderato que, através do investimento que efectuamos no nosso capital humano, contribui para o sucesso da empresa e para o aumento da sua competitividade, na exacta medida em que aumenta a satisfação dos colaboradores em trabalhar na ANA. Por isso as dimensões das relações de confiança, de entendimento, de necessidade, de serviço acabam por transparecer na vivência diária de muitos dos nossos colaboradores.


Briefing | Porque é que a confiança é uma boa motivação para ultrapassar a crise?

NF | Porque a confiança sendo fundamental para a competitividade e sucesso das organizações, é-o, igualmente, na exacta medida em que se constitui como um valor interno partilhado culturalmente e que acaba por fazer parte da identidade da organização e dos seus colaboradores. [A confiança] Promove a produtividade, retenção, criatividade, rapidez de produção, felicidade dos colaboradores potenciando a sua participação na construção do sentido e missão da organização, o que acaba por "facilitar" a transmissão dessa confiança para os stakeholders e criar neste um sentimento de confiança em relação à nossa organização, aumentando a nossa capacidade de negociação, de posicionamento no mercado, de resolução de problemas, enfim, gerando uma imagem de experiência e saber.


Briefing | Qual a importância das marcas de confiança?

NF |
Do exposto resulta evidente a importância extrema da existência de marcas de confiança que, nos tempos de desconforto e de desacreditação que vivemos, mais facilmente se diferenciam e se distanciam das restantes, num mercado que se continua a pretender concorrencial e orientação par o cliente.

Fonte: Briefing

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