Entrevistas

O que faz o João na JBD? Torna possível o impossível

João Burnay fundou a JBD há dois anos e garante que esta não é uma agência qualquer, é uma agência que "veste a camisola" e que "torna possível o impossível". 2017 foi um "ano bom", com muitos projetos e reconhecimento internacional: os seus trabalhos para a The Greatest Candle in the World e a YAO Superfoods estiveram em destaque no Packaging of the World. Este ano, esperam crescer 50%.

quinta-feira, 15 fevereiro 2018 11:52
O que faz o João na JBD? Torna possível o impossível

 

Briefing | O que é a JBD e como surgiu?

João Burnay | A JBD apresentou-se ao mercado há dois anos, como uma agência criativa que presta serviços transversais e adequados a cada cliente. Começou apenas comigo, que sou criativo e designer, mas temos vindo a conquistar o mercado de forma estratégica e, atualmente, somos uma equipa de cinco pessoas de diferentes áreas, Publicidade, Design, Web e Interactive, Packaging, 3D e Motion Graphics. Moldamo-nos às necessidades de cada projeto. O nosso primeiro cliente, que ainda está connosco, foi um grupo na área da restauração.

O que a diferencia das restantes agências?

Somos uma agência com os pés bem assentes na terra, apresentamos resultados sempre focados nos objetivos do cliente. Tendo em conta o feedback que temos recebido de alguns clientes, somos muitas vezes confundidos como um departamento interno, sinal que demonstra a dedicação, disponibilidade e entrega que damos a cada projeto. Não somos simplesmente fornecedores de serviços, vestimos a camisola pelos nossos clientes. Desdobramo-nos de forma a tornar possível o impossível, sempre atentos ao detalhe e assegurando a qualidade máxima para o sucesso das marcas com as quais trabalhamos.

Qual o vosso posicionamento e onde querem chegar?

A JBD posiciona-se fundamentalmente no universo das marcas, sendo que se desdobra por todas as necessidades circundantes às mesmas, dando apoio desde a criação de uma marca, ao lançamento, à comunicação e gestão. 2017 foi, sem dúvida, um ano de muitos desafios, crescimento e com muitas boas surpresas, com um total de 65 projetos. Para este ano, além de cimentar as relações que temos vindo a construir com os nossos clientes e parceiros, queremos reforçar a equipa, investindo na qualidade criativa, dinâmica e agilidade. Prevemos um crescimento de 50% em relação a 2017, assim como selar uma grande parceria com uma empresa que irá reforçar uma das áreas de negócio da agência.

Quais são as áreas em que trabalham?

Temos um carinho especial pela criação de marcas, mas estamos cada vez mais ativos no digital, packaging e vídeo.

Ainda há espaço nestas áreas? Como veem o mercado?

Na ressaca da crise e de alguns anos menos bons para algumas agências e empresas, julgo que tanto o Design como a Publicidade, assim como toda a indústria criativa, receberam uma lufada de ar fresco com todo o avanço do digital que temos presenciado nos últimos anos. No entanto, o paradigma é muito volátil, sempre em constante mudança e a uma velocidade alucinante, facto esse que obriga as agências e empresas a inovarem todos os dias e a estarem constantemente atualizadas. Julgo que a atual conjuntura permite ao mercado estar em movimento, existindo ainda, de facto, oportunidades reais a explorar, principalmente no grosso do tecido empresarial do país, nas PME’s.

Quem são os vossos clientes?

Trabalhamos com os mais variados setores, restauração, saúde, imobiliário, têxtil e retalho. Temos tido o prazer de trabalhar com a CBRE, WORX, Uber, Grupo Quase na Cidade (detentor das marcas Salmora e de O Moço dos Croissants), Vinhos do Sanguinhal, Oil2Wax, MAAT, Sal Construção, Ministério dos Filmes, Domínio Capital, Outlux, entre outros. Fora do país, temos projetos pontuais com a Fast-Track, no Luxemburgo, e com a InPadel, na Índia.

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