Entrevistas

A LPM está há 35 anos a impactar. Diz a Catarina

Impacto é a palavra que a diretora-geral da LPM, Catarina Vasconcelos, elege para definir o ano transato. Mas também podia ser inovação. Porque, diz, a resposta do grupo de comunicação à atual realidade envolveu um investimento em soluções inovadoras com impacto positivo no negócio dos clientes. Não admira, pois, que inovação com impacto seja o lema dos 35 anos do grupo, que se assinalam em 2021.

sexta-feira, 16 abril 2021 12:56
A LPM está há 35 anos a impactar. Diz a Catarina

 

Briefing | Que balanço faz a LPM de 2020? Se pudesse sintetizá-lo numa palavra, qual seria e porquê?

Catarina Vasconcelos | Impacto. Todos sabemos a tragédia mundial que está a ser esta pandemia e o tremendo impacto negativo que a mesma tem a todos os níveis sociais e económicos. E todos nós só queremos que tudo se resolva rapidamente para bem da Humanidade. Mas, posso afirmar que a palavra impacto é também aquela que melhor define o ano de 2020 da LPM. Impacto positivo. Face à nova realidade, investimos fortemente em soluções inovadoras e desenvolvemos novas ofertas e novos modelos de negócio que responderam de forma extramente eficaz às necessidades dos clientes. Criámos experiências com enorme êxito. Os resultados alcançados superaram largamente as nossas expectativas, afirmando-nos, mais uma vez, como o maior centro de competências de Public Relations.

Como é que o grupo respondeu aos desafios que o ano colocou à comunicação?

Somos um grupo de comunicação. Temos todas as competências e disciplinas de RP “in house”: Conselho Estratégico de Comunicação, Public Affairs, Digital, Virtual Live & On Demand, Social People, Publishing, Engagement com Profissionais de Saúde, Design & Creative Thinking, Vídeo & Broadcast, Desenvolvimento Web e Apps, Ativação de Marca.

Trabalhámos em conjunto, juntos, mais do que nunca. Identificámos as necessidades dos clientes de forma personalizada e planeámos estrategicamente todas as ações, tendo em conta especificidades de cada um, com o contributo e o envolvimento de várias equipas.

A nossa grande mais-valia é o facto de termos excelentes profissionais, altamente experientes e especializados, uns numas matérias, outros noutras. Conseguimos somar, multiplicar e exponenciar valências, soluções e resultados para os projetos dos nossos clientes. E isso foi ainda mais evidente em 2020.

Que inovação trouxe ao mercado da comunicação?

O nosso 2020 foi um ano de verdadeira inovação. Construímos o futuro da Comunicação! Criámos um estúdio virtual – que construímos nos nossos escritórios em Lisboa –, novas plataformas e suportes de comunicação. Desde press rooms virtuais interativas, a mais de cem webinars, podcasts para as mais variadas marcas, visitas virtuais interativas para museus, simpósios, e-learnings, ebooks 3.0 com vídeos e imagens embutidos, até ao desenvolvimento de uma plataforma de congressos virtuais imersivos on demand com áreas de exposição e interatividade. Quando comparada com a realização física, a audiência destes congressos quadruplicou, com assistência e participantes em todo o mundo, desde a Europa aos Estados Unidos, passando pelo Brasil e os PALOP.  E tudo isto foi pensado e produzido à medida de cada cliente. O nosso foco foi criarmos projetos imersivos e participados, garantindo a comunicação bidirecional.

Do portefólio do grupo, o que destaca e porquê?

Destaco o facto de sermos um grupo de comunicação ímpar. Há algum tempo tive a oportunidade de apresentar a nossa casa a colegas de agências estrangeiras de inúmeros países e foi com muito orgulho que verifiquei o impacto positivo causado pela nossa dimensão e multidisciplinariedade. Somos a referência do mercado português da Comunicação. A nossa reputação, a nossa dimensão, a nossa capacidade de intervenção e de inovação em todos os setores, com todas as disciplinas, os nossos clientes e os projetos que desenvolvemos são prova fidedigna disso mesmo. E 2020 elevou-nos a um patamar ainda mais alto.

Foi um ano em que o digital ganhou um impulso claro. Isso significa que a assessoria mediática tradicional/convencional perdeu lugar nas estratégias de comunicação das marcas?

Não. A Consultoria de Comunicação e a Assessoria Mediática continuam a ser disciplinas fulcrais na estratégia. Sucede que hoje tudo se cruza e complementa. E quanto mais integrada for a comunicação, melhores são os resultados.  Deixámos de ler/ver notícias (seja em que formato for)? Não. É possível comunicar uma operação financeira de interesse público sem assessoria mediática? Não. Um exemplo simples; pensemos num produto de grande consumo: o ideal será que esteja na publicidade de meios mainstream e especializados, nas redes sociais, com posts, vídeos, stories, etc, promovido por influenciadores… E que valor têm as notícias sobre as vantagens e os benefícios do mesmo e/ou sobre a categoria desse produto? Um valor imenso, na medida em que as notícias são produzidas e veiculadas por meios independentes e credíveis. Muitas vezes, digo que a boa cobertura mediática de algo que estamos a promover é a “cereja no topo do bolo”.

Em 2021, a LPM completa 35 anos. Como vai assinalar a data? Que mensagem se propõe passar?

Que a LPM Inova nas Public Relations com Impacto. São 35 anos a exponenciar Reputação. E todos os dias trabalhamos afincadamente para a excelência, para continuarmos a ser o maior centro de competências de Public Relations em Portugal.

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