Entrevistas

A Periquita anda nas bocas do mundo e o António conta porquê

A Periquita é uma marca orgulhosa do seu passado e é isso mesmo que manifesta na sua mais recente campanha de comunicação. O administrador da José Maria da Fonseca com o pelouro Comercial e de Marketing, António Maria Soares Franco, explica porque é que este vinho “cruza a sua história com a de todos nós”.

quarta-feira, 06 abril 2022 12:14
A Periquita anda nas bocas do mundo e o António conta porquê

Briefing | O que levou à escolha do mote “Nas bocas do mundo” para a mais recente campanha da Periquita?

António Maria Soares Franco | A história do vinho Periquita é, na verdade, uma viagem à volta do mundo. Além de ter sido o primeiro vinho de mesa engarrafado em Portugal, foi também um vinho que começou a ser exportado desde o início da sua existência. Por isso é que escolhemos o mote “Nas bocas do mundo, desde 1850”. Explica-nos que não só começou a ser degustado em todo o mundo desde o momento da sua criação, como também criou uma fama que o precede até aos dias de hoje.

Porque sentiu a marca necessidade de comunicar nesta altura?

A Periquita, sendo uma marca global e com tanta presença na vida dos consumidores, comunica permanentemente factos relevantes na sua vida e que ajudam a reforçar o seu posicionamento. Este é mais um momento em que a Periquita reaviva a sua comunicação junto dos nossos consumidores.

O que se propõe com esta campanha?  

Acima de tudo, esta campanha retrata com transparência a personalidade da marca. Lembra-nos que a história de um dos vinhos mais conhecidos do mercado remonta a tempos longínquos, tendo sido, na altura, visionário e moderno. Esses valores mantêm-se inalterados até aos dias de hoje. Queremos, com esta campanha, dar continuidade a um trabalho que começou em 1850 e que nunca ficará estático no tempo. O próprio vinho reforça esta personalidade, porque se foi ajustando aos paladares mais contemporâneos, sem nunca perder a verdadeira essência que existe na garrafa há mais de 170 anos.

A marca pretende modernizar-se, mas, por outro lado, vai buscar figuras históricas para ilustrar esta campanha. O que justifica esta aparente dualidade? O facto de se ter recorrido a figuras históricas não significa um conflito com a modernização da marca. A verdade é que o Periquita é a marca de vinho mais antiga do País e há que ter muito orgulho nisto. A forma como é comunicada a história e a ligação a estas figuras históricas conhecidas é moderna, com códigos atuais e que vão ao encontro dos novos consumidores de vinho.

Esta campanha é apenas nacional ou, dado que recorre também a Van Gogh, estará presente noutros mercados?

Também pode ser implementada em alguns mercados de exportação, sendo que no digital já é uma campanha internacional, pois temos muitos consumidores de países de destino do Periquita que seguem a marca nas diversas plataformas.

Qual tem sido o desempenho da marca nos dois últimos anos?

No ano de 2020, com o eclodir da pandemia, naturalmente que existiu um retrocesso de vendas, dada a exposição do Periquita ao canal da restauração. Mas, em 2021 já registámos novamente uma retoma do crescimento da marca.

E o que podemos esperar em termos de inovação?

Para já, não estão previstos novos lançamentos dentro da marca.

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