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Os 10 mandamentos da publicidade mobile

Os 10 mandamentos da publicidade mobile1. Saber onde está a audiência
- Invista em publicidade mobile porque as audiências estão lá. O mobile já não é o futuro, mas sim o presente. Faz todo o sentido as marcas estarem presentes no mobile, mesmo que ainda não tenham todos os canais nessa versão.

segunda-feira, 02 junho 2014 11:34

Há várias formas de contornar essa questão, como a criação de landing pages próprias para cada comunicação específica, com resultados surpreendentes. O mobile é o meio mais pessoal e íntimo de interação com as audiências e onde os resultados são medidos com grande exatidão.

2. O mobile funciona?

Alguns marketeers ainda perguntam se o mobile funciona. Funciona, desde que as peças da campanha estejam adaptadas para dispositivos móveis. Se ainda assim tiver dúvidas, faça um teste, pois ao contrário de outros meios o mobile proporciona um alto nível de reporting, com imensas informações, possibilitando um conhecimento do reach e do engagement de cada campanha.

3. Definir estratégia mobile

Pode não ter ainda um site mobile ou uma aplicação, não é grave. O mais importante é ter uma estratégia mobile e que essa estratégia sirva e cruze com a estratégia global da marca. Com uma correta estratégia mobile garante-se que não são alocados recursos desnecessários, nomeadamente a criar mobile sites ou aplicações, que no fim de contas não servirão para nada. Estar no mobile por estar poderá sair mais caro do que não estar.

É fundamental pensar uma estratégia com a sua agência ou com o seu parceiro especialista neste tema.

Para dar um exemplo, muitas marcas criaram várias aplicações para diferentes ações ou eventos, mas esqueceram-se que para além do desenvolvimento dessas apps é necessário ativá-las. Esse esquecimento pressupôs um esforço acrescido e na maior parte das vezes desnecessário, até porque os utilizadores já têm inúmeras aplicações e raramente acedem a todas com frequência. Agregar numa única aplicação, na maioria das vezes, torna-se a solução certa.

4. Definir e redefinir a audiência

Tal com a estratégia, é fundamental também definir a audiência. Neste assunto as marcas e as agências de meios estão de facto muito bem preparadas. É interessante ver que as audiências mudam de meio para meio, não na sua globalidade, mas há de facto diferenças que são necessárias reconhecer e tirar proveito disso. E aqui não vale a pena especular, mas sim testar, ver que surpresas surgem e claramente estar atento à informação, à interação e ao reach conseguido. Essa experiência irá ser fundamental para o lançamento de futuras campanhas, que serão melhor dirigidas e comunicadas à audiência mobile que cada marca pretende atingir.

5. Nunca, mas nunca, lançar uma campanha web em mobile

Lançar uma campanha web em mobile é como lançar uma campanha de Outdoor na Rádio! Simplesmente não funciona e terá o mesmo resultado. Pode-se pensar que por ser digital é a mesma coisa mas não é. Uma landing page web num dispositivo móvel não funciona, muito menos quando falamos de publicidade. O utilizador imediatamente fecha a página. Este tem sido um problema do mobile no mercado português. E testar mobile nestas condições claramente vai trazer maus resultados. Mais uma vez a premissa de base: O mobile funciona, desde que a comunicação seja adequada a esse meio.

6. Utilizar as segmentações disponíveis em mobile

Na publicidade mobile temos a possibilidade de segmentar de acordo com o tipo de campanha. Por exemplo, se estamos a ativar uma aplicação que tem versão Android e IOS é fundamental que a campanha corra com duas segmentações específicas, uma que impacte apenas os Android que leva para a Google Play e outra especifica para IOS que leve a audiência para a Apple Store. Poderá ser importante, especialmente se for uma aplicação pesada, segmentar para apenas tráfego Wi-Fi. Estas e outras segmentações estão disponíveis em mobile e farão toda a diferença no sucesso da campanha.

7. Aproveitar a geolocalização

Uma das grandes vantagens de anunciar nos dispositivos móveis é que os levamos para qualquer lugar, por isso faz todo o sentido tirar proveito da localização ou até de outras funcionalidades mais avançadas. Através de Motion Ads, por exemplo, podemos ver em tempo real qual é a direção e a distância ao ponto de venda mais próximo. Usando o click-to-map poderemos ter acesso a todos os pontos de venda e escolhermos conforme o nosso percurso diário.

8. Conhecer os formatos de anúncios mobile que funcionam para as marcas

Para além do mobile display, os chamados banners convencionais como o 300x50, as marcas têm a possibilidade de comunicar e interagir com os formatos Rich Media ou ainda os Natives, Motion e Weather Ads, em que a audiência pode interagir com anúncios full screen de grande engagement e interatividade, impossíveis em outros meios. A publicidade móvel está a atingir níveis tecnológicos muito interessantes, e à medida que as marcas e agências tomam conhecimento e testam os resultados, repensam o seu planeamento de meios, investindo cada vez mais neste formato em vez do tradicional.

9. Usar calls to action

Na publicidade mobile podemos utilizar vários calls to action, ferramentas interessantes como click to calendar, para lembrar a audiência de uma ação ou uma série de ações a uma hora e data especifica, como um evento ou uma nova série de televisão. O click to call permite criar um contacto direto imediato, seja para obter mais informações como para uma reserva ou uma compra direta.

10. Uma campanha deve ser social

Através da inclusão de um click to Social numa campanha mobile podemos dar uma dimensão social, partilhada e recomendada com a possibilidade de se tornar virar. E isto é conseguido sem aumentar os custos das campanhas.

 

 

quinta-feira, 05 junho 2014 11:21

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