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Tânia Marques

Assume-se um produto dos anos 80, que gosta de clássicos e aventuras e que, por isso, na hora de se maquilhar, escolhe tons neutros...e um batom vermelho! É assim Tânia Marques, diretora de Marketing da Mary Kay Portugal, que, se não fosse marketeer, seria, talvez, engenheira informática.

segunda, 10 setembro 2018 10:50
Tânia Marques

 

A tendência intemporal

Ser feliz na nossa pele é a tendência que devemos tentar seguir todos os dias, tudo o resto acontecerá naturalmente.

Um aroma marcante

Para mim, são todos os aromas que distinguem as estações e o passar do tempo. No outono, os meus aromas favoritos são a terra molhada e as castanhas assadas.

O perfume de sempre

O “Eau de Parfum Live Fearlessly Mary Kay”, não só porque é um floral amadeirado que adoro, mas também pelo que representa: é uma ode a todas as mulheres corajosas e destemidas!

A principal dica de beleza

Dormir bem, comer melhor e usar cosméticos de elevada qualidade, de marcas que investem na investigação e no desenvolvimento de tecnologias avançadas, como é o caso da Mary Kay.

Entre cores fortes e neutras...

Sem dúvida que tenho uma inclinação para as cores neutras, mas sempre com um toque de uma cor forte para realçar, evidenciar e diferenciar!

Batom ou gloss

Atualmente, um batom vermelho, que se conjuga na perfeição com cores neutras e também com as cores fortes.


O objeto indispensável

Tenho sempre comigo um pequeno bloco de notas, para apontar ideias, pequenas observações e frases divertidas. Nas férias, torna-se uma espécie de diário de bordo, com ilustrações e tudo.

Um livro memorável

O "Breve História de Quase Tudo", de Bill Bryson. Memorável nos temas e no humor. Sou fã de todos os livros de viagens deste autor, por isso, foi uma delícia quando ele editou este livro ligeiramente ambicioso sobre quase tudo.

O filme da minha vida

O "Poltergeist", de Steven Spielberg. Sou um produto dos anos 80! É um filme que, para mim, representa a estética da minha infância, repleto de momentos clássicos e até bastante humorístico (principalmente, com o passar do tempo). 

Um refúgio em Lisboa

O jardim do Museu Nacional de Arte Antiga. É um verdadeiro oásis, lindo e calmo durante quase todo o ano.

A viagem de sonho

Todas as que fiz e farei com o meu companheiro...mas vá, uma 'road trip' pela Route 66 poderia ser a próxima!

Onde não voltarei

Provavelmente não voltarei a Cuba, que conheci em 2008. Embora já existissem alguns ventos de mudança, ainda estive na Cuba de Fidel, algo que não voltará a acontecer.

Tornei-me marketeer porque...

A minha formação é em Gestão e a minha entrada no mundo do trabalho aconteceu no departamento de Marketing da Kodak Holanda. Nesse momento, percebi que era no Marketing que estava a minha vocação e nunca mais olhei para trás ou senti vontade de mudar o rumo.

Se não fosse marketeer seria...

Talvez tivesse enveredado por uma formação em engenharia informática, por influência familiar. Por outro lado, aos nove anos formatei o PC do meu pai com um comando MSDOS, sem conhecer as consequências do dito comando... Contei-lhe o que realmente aconteceu ao PC quando tinha 19 anos.

A estratégia de marketing perfeita é...

A que dá resultados à marca e memórias felizes aos consumidores.

O rosto ideal para uma campanha da Mary Kay

Um rosto confiante, cuja beleza exterior vem do interior.

Marca para a qual gostaria de trabalhar

São várias: TimeWise, Clear Proof, Botanical Effects... (Sim, são marcas de produtos Mary Kay!)

 

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