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Pestana lidera ranking da hotelaria em Portugal

Empreendimento turístico português aumentou em 2011
O tecido hoteleiro português apresentou, no ano passado, um acréscimo de cerca de 90 empreendimentos. Ao todo, são 1508 que representam perto de 119 mil unidades de alojamento. Esta é uma das conclusões do Atlas da hotelaria 2012, que reporta a 31 de dezembro do ano passado, realizado anualmente pela Deloitte. O grupo Pestana Hotels & Resorts lidera o ranking das unidades de alojamento em Portugal.

sexta, 29 junho 2012 12:56

Segundo o estudo, o mercado português continua a caracterizar-se pela forte segmentação com 63,3 por cento das unidades de alojamento a integrarem grupos hoteleiros/entidades de management e 36,7 por cento a percentagem a empresários independentes.

O grupo Pestana Hotels & Resorts/ Pestana Pousadas lidera o ranking, detendo 6483 unidades de alojamento. Seguem-se-lhes os grupos Vila Galé Hotéis (3808), Accor Hotels (2890), Tivoli Hotels & Resorts (2453) e VIP Hotels (2312).

Relativamente à tipologia dos empreendimentos turísticos, continuam a predominar, em Portugal, os hotéis (67 por cento), com um ligeiro acréscimo face a 2010 (64 por cento). Ao invés, os apartamentos turísticos tiveram, em 2011, uma redução, passando dos 15 por cento para os 13. Nas restantes tipologias, as alterações foram pouco significativas.

O estudo revela ainda que os três e quatro estrelas predominam em Portugal, abrangendo metade do total do mercado – 40 e 35 por cento, respetivamente. Os empreendimentos de duas estrelas continuam na terceira posição (13 por cento), enquanto os de uma estrela elevaram a sua representatividade para dois por cento (dantes, um por cento). Os cinco estrelas e as pousadas mantiveram a mesma posição.

A nível de distribuição por NUTS II, as posições mantêm-se: o Algarve continua a liderar, com 27 por cento, seguido do norte (20 por cento), centro (18 por cento), Lisboa (15 por cento), Madeira e Alentejo com oito por cento cada uma e a região autónoma dos Açores com quatro por cento.

“O aumento da concorrência, a pressão sobre os preços e a deterioração de margem obrigam a melhorar a eficiência dos hoteleiros. Neste contexto, é expectável que nos próximos anos haja uma tendência de concentração, através de aquisições ou de contratos de arrendamento ou de gestão”, segundo Jorge Marrão, partner da Deloitte.

O especialista sublinha ainda que, “a diferenciação é o caminho para evitar a concorrência direta de preços. A forte pressão sobre os preços da hotelaria, nomeadamente da associada ao produto Sol&Mar só poderá ser minimizada se houver inovação na abordagem ao mercado e uma diferenciação do serviço prestado”.

Fonte: LPM

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