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Dormir on the top of the world?

A cadeia hoteleira Ibis concebeu uma cama "revolucionária". E queria provar que, com a Sweet Bed, é possível dormir em qualquer parte do mundo. Para isso persuadiu o aventureiro Aaron Chervanak a dormir onde ninguém ousara dormir – no topo da Montanha do Diabo, no Brasil. O desafio foi aceite, mas será que ele dormiu mesmo como um bebé?

quinta-feira, 23 janeiro 2014 11:21
Dormir on the top of the world?

Está tudo filmado e documentado: com conceção da agência BETC, a Ibis criou um site em que a aventura pode ser acompanhada a par e passo.

Aaron aceitou o repto e desafiou o amigo Gareth Jones a acompanhá-lo até ao coração da Amazónia para colocar à prova a Sweet Bed by ibisTM. O local escolhido foi o Monte Roraima, conhecido como Montanha do Diabo e considerado um dos lugares mais hostis do planeta. Com eles foi o médico Joe Wiesenburger, a produtora Haley Edmonds e a assistente Sylla Saint-Guily.

Pelo caminho, enfrentaram as dificuldades próprias do terreno – lagos, cataratas, declives – mas também as superstições dos habitantes locais – não é por acaso que a montanha se chama do diabo.

Tinham como missão colocar no cume da montanha a cama Ibis. E Aaron tinha de passar lá a noite, para mostrar que é possível dormir com todo o conforto em qualquer lugar.

Um teste extremo apresentado ontem em Lisboa, para assinalar simbolicamente a inauguração do milésimo hotel Ibis (Berlim). E para demonstrar como – usando as palavras de Cristina Torres, responsável pelo marketing da marca em Portugal – a marca está a renovar os votos matrimoniais com os seus clientes.

Há 40 anos – explicou – que a Ibis mantém uma relação com os clientes, desde a inauguração do primeiro hotel, em Bordéus. Mas, como em todos os casamentos, o passar dos anos traz o desgaste e começa a faltar a emoção dos primeiros tempos. Entendeu a marca que era preciso reacender essa chama, tendo empreendido há dois anos uma "revolução" nos 54 países em que está presente. Primeiro, mudando o conceito de marca económica, em que a funcionalidade e o preço deixaram de ser os principais motores, passando a valorizar-se a experiência proporcionada aos clientes. Daí foi um passo para "romper com os códigos", desde logo os do design. Primeiro nos espaços comuns – os lounges – despois nos quartos e de seguida na restauração.

A marca tornou-se proactiva e o resultado compensou: diz Cristina Torres que mais de 97% dos clientes recomendam os hotéis Ibis.

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