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O futsal e o futebol feminino atraem as marcas? A FPF e a TVI confirmam

A Federação Portuguesa de Futebol (FPF) e a TVI assinaram um protocolo para transmissão de jogos da Seleção Nacional de Futsal e da Seleção A Feminina. Uma parceria que, para a CEO da Media Capital, Rosa Cullell, e para o presidente da FPF, Fernando Gomes, ajudará aquelas modalidades a "entrar na casa dos portugueses" e, ainda, a atrair as marcas.

sexta-feira, 29 janeiro 2016 11:30
O futsal e o futebol feminino atraem as marcas? A FPF e a TVI confirmam

Sendo o share o principal foco estratégico da Media Capital, Rosa Cullell comenta que é o futebol fora das primeiras ligas, sobretudo na TVI24, começa já a gerar shares elevados. No final do ano, o futsal conseguiu um share médio de 3% "o que é fantástico, porque no cabo tudo o que esteja acima de 2% já está acima da média". E só depois de se alcançarem os números, é que o canal "irá à procura de brand content e publicidade", justifica a CEO.

"Os nossos clientes querem desporto. O desporto funciona bem para as marcas e eu acho que não é só o desporto das primeiras ligas que funciona bem", afirma Rosa Cullell, acrescentando que a aposta na segunda liga e no futebol feminino "mostra a responsabilidade social das marcas", pelo que no futuro a profissional estima que haverão cada vez mais acordos de marketing e publicidade nesses segmentos.

Por sua vez, o presidente da FPF, Fernando Gomes, afirma que o protocolo assinado foi "um passo natural", uma vez que é "é fundamental uma ligação com um meio de comunicação tão forte como a TVI" no desenvolvimento de vertentes como o futsal e o futebol feminino.

Fernando Gomes explica que o aumento da exposição destas modalidades nos últimos três anos permitiu incrementar relações entre a Federação e as marcas presentes no mercado. No caso do futsal, destaca-se a Sportzone e o Banco Bic, e no futebol feminino foi recentemente assinado um acordo com a seguradora Allianz, que passou a ser a patrocinadora oficial das equipas e competições.

Quanto à contratação de Tomás Froes como diretor de Marketing da Seleção Nacional de Futebol, o presidente da FPF refere que tornou-se necessário "dar um salto qualitativo em termos de desenvolvimento de novos produtos", bem como "potenciar todo o valor intrínseco da própria marca da Federação e daquilo que representa o futebol português".

Tomás Froes já havia trabalhado com a FPF em outros projetos e, por isso, foi considerada "a pessoa certa para cumprir esta missão e em boa hora aceitou o desafio", remata Fernando Gomes.

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