Marketing

The new edge of marketing: uma maratona de três dias para discutir a mudança

"The new edge of marketing – uma nova geração de marketing para uma nova geração de empresas". É este o fio condutor da edição de 2016 da Marketing Marathon. E não é por acaso. "Estamos de facto a viver momentos de rutura entre o marketing tradicional e a realidade de hoje, sobretudo nas questões que se relacionam com a nova realidade das empresas, muito mais pragmáticas e com recursos mais limitados e com a inclusão de uma nova geração de profissionais de marketing nativos-digitais que vêm questionar o status-quo", enquadra o presidente da Associação Portuguesa dos Profissionais de Marketing (APPM), Rui Ventura.

sexta-feira, 12 fevereiro 2016 13:04
The new edge of marketing: uma maratona de três dias para discutir a mudança

O marketeer não tem dúvidas que esta é mesmo uma nova era do marketing: "E somos uns privilegiados, pois estamos a viver mudanças enormes a uma velocidade vertiginosa, o que nos permite aprender, testar e adotar novas ferramentas para melhorar o nosso trabalho", enfatiza, em declarações ao Briefing, media partner do evento.

São mudanças desencadeadas nomeadamente por uma nova geração de empresas, que rompem elas próprias com os cânones tradicionais do marketing: "Falamos de start-ups que têm estruturas completamente disruptivas com os modelos empresariais tradicionais do ponto de vista dos negócios, das carreiras e da sua relação com as comunidades onde estão integradas. Falamos de PME que conseguem vencer na economia global e falamos de grandes empresas e de marcas globais que nos mostram que também a essa esfera é possível inovar e desenvolver projetos relevantes para os clientes e consumidores".

E as ferramentas ao dispor do marketing não podem ficar de fora deste ambiente de disrupção. Para corresponder aos desafios impõe-se o uso de ferramentas de inteligência artificial, de ferramentas analíticas, de ferramentas de growth hacking. Todas elas permitem comunicar e escalar o impacto das "novas" empresas.

Mas, para que este caminho seja de sucesso, importa – ressalva Rui Ventura – ter ciente que a regra "one size fits all" nãos e aplica. Antes pelo contrário: "É necessário que cada empresa/marca/projeto faça o seu percurso, que teste estratégias, técnicas e ferramentas para separar o relevante do acessório. Só assim é que podemos encontrar marcas bem sucedidas. Com trabalho, com curiosidade, com tenacidade e sem medo para arriscar".

Nesta equação, serão precisas novas agências? Como levar a disrupção ao mundo criativo? O presidente da APPM entende que são precisas, sim, agências que sirvam de bússola para os clientes, que ajudem os clientes a decidir, que tragam novas soluções, muitas vezes disruptivas e usando ferramentas e plataformas novas puramente experimentais. "Com isto não digo que as marcas e as agências deixem de utilizar as fórmulas que já conhecem e que geram resultados, mas que guardem 10% a 15% do seu budget para testar novas abordagens, novas ferramentas e cheguem a resultados diferentes".

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