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Na Marketing Marathon, a revolução hoje é no trabalho

Coworking, flexibilidade, freelancing, startups. É disto que se fala no último dia da Marketing Marathon, onde hoje se debate a "Revolução no Mundo do Trabalho".

quarta-feira, 12 abril 2017 11:48
Na Marketing Marathon, a revolução hoje é no trabalho

O último dia da MarKeting Marathon é marcado por "histórias de coragem" através dos contributos de Lucy Crook, da Second Home; de Clara Tehrani, criativa e life wanderer; de Pedro Miguel Reis, da Microsoft; de André Rabanea, da TorkeCC, e de Miguel Lambertini.

Partindo da ideia que a "tecnologia permite trabalhar em qualquer lado", Lucy Crook é defensora de um certa "flexibilidade". É isso que promove na Second Home, o espaço de trabalho nascido em Londres que escolheu Lisboa para segunda casa, e cuja aposta passa por acolher empresas de pequena dimensão e dar-lhes um "ambiente inspirador" para que possam crescer e interagir com outros negócios. "As empresas precisam reconhecer que não estão apenas a competir com outras empresas no que à busca de talento diz respeito, mas também com a possibilidade de as pessoas trabalharem por conta própria", afirma a responsável.

Assim Lucy defende que as empresas devem apostar mais em freelancers, mas também permitir a flexibilidade laboral, promovendo e permitindo que os colaboradores possam experimentar outros papéis, outras áreas. Mas não só. Lucy acredita que é preciso ser-se um "hustler", ou seja, "uma pessoa empreendedora, determinada para o sucesso".

Já Clara Tehrani, criativa e life wanderer, questiona-se sobre o que é realmente o sucesso, dizendo que, pela o que vê à sua volta, há três dimensões que o determinam: título, dinheiro e fama. Define-se como errante, nem que seja pelo seu nome que sempre suscitou curiosidade naqueles que a conheciam. Tendo a globalização, as viagens e encontro entre culturas como "algo natural", que sempre fez parte da sua vida, não tem uma profissão definida – é criativa, faz estratégia, estudos de mercado, e, neste momento, está em Berlim a explorar a cultura da música techno. Por isso, entende que é preciso "pensar no trabalho como algo que nos faça feliz e com propósito". Para o reforçar, diz que há duas frases que a inspiram, "a minha vida é a minha mensagem", de Gandhi, e "eu sou apenas o veículo", da sua terapeuta.

Por sua vez, André Rabanea, da TorkeCC, partilha a história de como conseguiu, ainda estudante, começar a trabalhar na J. Walter Thompson, e como deixou o Brasil para vir para Portugal. Foi aqui que fundou a agência, na altura a primeira de marketing de guerrilha. Paixão, perseverança e muita criatividade marcam a intervenção do profissional, que pode ser vista no Facebook da Briefing.

Já Pedro Miguel Reis, da Microsoft, fala sobre mobilidade e da necessidade de eliminar barreiras geográficas, contando para isso com as várias ferramentas existentes, como o Skype for Business. No entanto, o profissional alerta que não basta adotar soluções tecnológicas, a mudanças (nas empresas) tem que vir da direção.

Por fim, Miguel Lambertini, que se deixou o trabalho que tinha para apostar na sua paixão – representação e humor. Assim, aconselha a que todos "descubram o que os faz mover". "Só vai haver uma revolução no mundo do trabalho quando todos pudermos trabalhar no que gostam".

À semelhança dos dois primeiros dias, a Briefing está a acompanhar o evento através do Facebook, onde pode ficar a conhecer as dicas de Clara Tehrani, bem como a intervenção de André Rabaneia, da TorkeCC.

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