Marketing

Eles querem tornar a Futah uma marca internacional

Foi há cinco anos que as irmãs Catarina e Mariana Cunha e o primo Ricardo Ramos lançaram a Futah. Nasceu como uma marca de toalhas de praia portuguesa, mas com a ambição de conquistar o mundo. E, cinco anos depois, a exportação representa 30% do negócio. Para este verão, a aposta no mercado português traz como novidade sete lojas temporárias.

sexta, 21 julho 2017 13:20
Eles querem tornar a Futah uma marca internacional

Tudo começou com uma ideia simples: a de criar uma toalha de praia leve, absorvente e resistente, prática e descomplicada. A inspiração veio das tradicionais toalhas árabes e o nome também. O balanço que fazem, cinco anos depois da ideia, é "bastante positivo": "Temos vindo a crescer e a investir no sentido de termos uma marca cada vez mais forte suportada por um produto com cada vez mais qualidade e diferente das outras opções do mercado. Estamos felizes com o nosso percurso e inspirados para fazer cada vez mais e melhor", dizem à Briefing.

As vendas – acrescentam – "têm crescido anualmente", o que atribuem ao investimento em comunicação e distribuição: "Este ano, por exemplo, apostámos em 7 shopspots em centros comerciais de norte a sul, o que por si só representa um crescimento bastante grande".
A propósito de comunicação, a aposta nos últimos dois anos foi "em campanhas com mensagens fortes que pretendem comunicar os valores da marca". A Futah procura "estar presentes em locais chave por forma a poder chegar ao público alvo", com estes locais a abrangerem pontos de venda em sítios estratégicos ou eventos de música.

Já o investimento na distribuição, passa pelo site, que dizem ser "um canal de vendas muito importante", representando 25%. É que a Futah "é um produto simples para vender online e a adesão tem sido bastante boa". A marca possui, além disso, uma loja oficial aberta o ano inteiro. Está, ainda, presente em lojas multimarca com as quais os criadores se identificam em termos de posicionamento. "E que nos ajudem a alargar a nossa cobertura geográfica para podermos estar mais próximos do publico que nos procura", completam. Quanto aos espaços pop up, a escolha recaiu sobre centros comerciais porque "são locais com muita rotação de público com apetência para fazer compras".

Este é um produto sazonal. Mas isso não interfere nos planos da empresa, que combate a sazonalidade com a exportação: "Há sempre um lugar do mundo onde é verão". E, assim sendo, estão presentes em países como o Brasil, Angola, Cabo Verde, Suíça e Estados Unidos, apresentando-se como "uma marca portuguesa de toalhas de praia que pretende vender o valor da liberdade para o mundo".

Em matéria de exportação, a estratégia atual passa por consolidar os mercados em que está presente, ainda que não feche as portas a outras geografias. Tal como, em termos de portefólio, o foco é ser "uma marca líder no mercado das toalhas de praia, mas, com a evolução da marca, acreditam que se venham a acrescentar produtos que façam sentido para complementar as toalhas.

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