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E aos 30 anos, a Vila Galé abre mais três hotéis

Trinta e um milhões de euros em Portugal, 150 milhões de reais no Brasil: são estas as contas do investimento do grupo Vila Galé nas aberturas previstas para 2018, ano em que o grupo celebra o 30º aniversário da inauguração da primeira unidade. Sintra e Braga são os novos hotéis em território nacional, com Touros a receber mais um mega resort do outro lado do Atlântico.

terça, 16 janeiro 2018 12:52
E aos 30 anos, a Vila Galé abre mais três hotéis


A primeira abertura cumpre uma tradição no grupo: acontece a 25 de abril, data de aniversário do fundador, Jorge Rebelo de Almeida. Segue-se Braga, a 27 de maio. E no Brasil tudo aponta para setembro, mas a data pode ser antecipada tendo em conta o ritmo das obras.

As novidades foram avançadas esta segunda-feira pelo administrador do grupo Gonçalo Rebelo de Almeida, num evento em que também partilhou ou resultados do ano transato, um ano que “correu relativamente bem, dentro dos melhores anos turísticos do grupo”: um crescimento de cerca de 13% nas receitas em Portugal, com os 21 hotéis a gerarem 106 milhões de euros, e de 2,4% na taxa de ocupação; e um crescimento de 2% no Brasil, para os 265 milhões de euros, valor mais alavancado pelos resorts do que pelas unidades de cidade.

A crescer está também o negócio da Casa Santa Vitória, produtora de vinhos e azeites e cuja operação aumentou 11% face a 2016. Os hotéis do grupo representam apenas 20% do consumo, o que, sublinhou o administrador, significa que a empresa já vive por si e tem cotação no mercado.

Quanto a mercados emissores para as unidades Vila Galé, em Portugal mantêm-se na frente Reino Unido, Alemanha e Espanha, enquanto no Brasil a ocupação é garantida em 90% pelo mercado interno. E é precisamente o Brasil que é responsável por um dos crescimentos mais expressivos registados em 2017: 50%, corresponde a 28 mil hóspedes. O outro crescimento provém do mercado americano, sendo também da ordem dos 50%, mas com uma representação menor, na ordem dos 12 a 13 mil hóspedes. É um fenómeno associado à estratégia de promoção da TAP nos Estados Unidos.

Para 2018, as perspetivas da Vila Galé mantêm-se positivas, ainda que Gonçalo Rebelo de Almeida não preveja crescer ao mesmo ritmo. Mas para o grupo será “um ano de desafio” devido às três aberturas anunciadas. Em Sintra, o hotel, construído de raiz, estará vocacionado para o turismo de saúde e bem-estar, representando um investimento de 25 milhões de euros. Já em Braga, trata-se da recuperação de um edifício que já serviu de hospital e, antes disso, fora um convento. Seis milhões de euros é o investimento nesta unidade localizada no centro histórico da cidade.

E aos 30 anos, a Vila Galé abre mais três hotéis

 

E aos 30 anos, a Vila Galé abre mais três hotéis

No que toca ao Brasil, é o primeiro investimento do grupo no Estado do Rio Grande do Norte, com um resort all-inclusive de 500 quartos.


Na história do grupo, três aberturas num mesmo ano só tinham acontecido em 2002, quando foram inauguradas as unidades de Lisboa (Vila Galé Ópera), Tavira e Ericeira.

Para 2019 estão previstas mais duas aberturas, uma na Serra da Estrela, projeto de raiz, e outra em Elvas, que, tal como Braga, resulta da recuperação de um antigo convento, sendo que ambas se atrasaram por questões que se prendem com o licenciamento.

Paralelamente, o grupo continua a investir na renovação das unidades mais antigas, com destaque para o Ampalius, em Vilamoura. Será uma das que vai receber o novo conceito de restauração, Massa Fina, já estreado, nomeadamente, no Vila Galé Estoril. A ele juntar-se-á em breve mais uma marca – o Vila Galé Coffee House.

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