Marketing

Compras online? Já valem 4,6 mil milhões

O comércio eletrónico em Portugal continuou a crescer em 2017 com 73% dos portugueses a utilizarem a internet e 36% a realizarem compras online, num valor total de 4,6 mil milhões de euros. Os dados são da última edição do Estudo da Economia Digital em Portugal, desenvolvido pela ACEPIAssociação da Economia Digital em parceria com a IDC.

quarta, 31 janeiro 2018 11:22
Compras online? Já valem 4,6 mil milhões

 

 

Até 2025, a percentagem de portugueses a utilizar a internet deverá aumentar para 91% e os que fazem compras online deverá crescer para os 59%. A previsão é que até esse ano o volume das compras online seja de 8,9 mil milhões de euros. Já no que se refere ao volume de negócios efetuado online pelas empresas e pelo Estado em 2017 este valor totalizou os 70 mil milhões de euros (24 mil milhões de euros em 2009), esperando-se que venha a ascender aos 132 mil milhões de euros até 2025.

Das compras feitas por portugueses, 50% foram realizadas para fora de Portugal, o que indicia que existe espaço para as empresas nacionais aumentarem a sua presença na Internet. Apenas 27% das empresas efetuaram negócios online e só 17% do seu volume de negócios provem de clientes no estrangeiro.

"Conteúdo, comércio, comunidade, contexto, personalização e pesquisa vertical serão as palavras-chave do e-commerce em 2018”, diz o presidente da direção da ACEPI, Alexandre Nilo Fonseca. “Além do novo perfil emergente dos consumidores 4.0, que se irá consolidar de forma mais acentuada em 2018, o e-commerce irá também refletir a rápida transformação digital dominada pela cloud, pelo mobile, pela big data e pelas redes sociais que está a ocorrer de forma transversal em toda a economia e onde os aceleradores tecnológicos da inovação, tais como o IoT, a IA, a Realidade Virtual e o Block Chain, têm um papel cada vez mais relevante”, acrescenta.Aconselha, assim, os CxO que quiserem ser bem sucedidos” a “eleger como prioridades para o digital em 2018: novas audiências; novas fontes de receita; novos modelos de negócio; desenvolvimento de produtos e serviços centrados nos clientes; CRM; estratégia opticanal; eficiência operacional; novas competências de recursos humanos e talentos, bem como considerar novos canais de distribuição”.

 

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