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No outdoor em Lisboa, APAN pede investigação da Concorrência

A Associação Portuguesa de Anunciantes (APAN) requereu a abertura de uma investigação da Autoridade da Concorrência (AdC) à atuação da Câmara Municipal de Lisboa e da JCDecaux, no âmbito do concurso para exploração da publicidade no mobiliário urbano na cidade.

segunda, 27 agosto 2018 17:04
No outdoor em Lisboa, APAN pede investigação da Concorrência

 

Depois de uma primeira posição, em que contestava o monopólio resultante da concessão à multinacional francesa, a APAN argumenta que a adjudicação deveria ter sido comunicada previamente à AdC e que a tentativa de concretização do contrato por parte da autarquia é ilegal.  

Atenta a dimensão e o valor do mercado publicitário em Lisboa face ao todo nacional, um monopólio em Lisboa fica com todas as condições para se alavancar e estender ao resto do país, sustenta a associação: “A maioria dos anunciantes não se pode dar ao luxo de prescindir de Lisboa, pelo que quem tem Lisboa, tem o resto do país”, diz a sua secretária-geral, Manuela Botelho.

Manuela Botelho adianta que a associação já “em 2015 tinha expressado as suas preocupações junto da AdC sobre o mercado da publicidade exterior no município de Lisboa aquando da tentativa de compra da Cemusa pela JCDecaux” e que “os problemas concorrenciais que expressou naquela data voltam a colocar-se, só que agora em resultado de um concurso público organizado pela CML”.

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