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Como a Hoti Hoteis se propõe investir 120 milhões até 2020

Vinte e cinco hotéis e um investimento de 120 milhões de euros. É esta a ambição do grupo Hoti Hoteis, a alcançar até 2020. Uma ambição que passa por deter uma unidade Meliá em todas as capitais de distrito, mas que vai envolver também a reconversão da marca Tryp.

segunda, 10 dezembro 2018 12:30
Como a Hoti Hoteis se propõe investir 120 milhões até 2020

 

A estratégia foi apresentada, num encontro com jornalistas, pelos administradores Manuel Proença (presidente) e Miguel Proença.  Oportunidade para dar conta de que o ano que está quase a findar se afigura como o melhor em termos de negócio e de rentabilidade – com um crescimento de 12%, com todas as unidades rentáveis e com um EBITDA (resultados antes de impostos, juros e amortizações) que triplicou nos últimos cinco, seis anos.

Quanto ao próximo ano, o grupo antecipa que seja, sobretudo, de consolidação, ainda que o crescimento se mantenha, mas não tão acelerado, ficando-se na ordem dos 8%.

No que toca ao investimento, está prevista a abertura de pelo menos quatro unidades. Em Coimbra, a Avenida Fernão de Magalhães vai receber um Meliá com 140 quartos, enquanto em Braga será edificado o Tryp Braga Plaza Central, com 106 quartos. O Porto receberá o Meliá Porto Boavista, com 259 quartos e complexo de escritório.

Para Lisboa, o grupo também tem planos: e passam por abrir uma segunda unidade no Parque das Nações – foi, aliás, ali que se estreou com construção própria, tendo erguido o primeiro da zona e único a funcionar durante a Exp-98, o Tryp Oriente. Vai agora estrear-se no segmento virado para os millennials, com a marca Moxy, que resulta de uma parceria com a Marriott International.

Vinte anos depois, o Tryp Oriente vai sofrer mudanças: passa-se a designar-se Meliá, marca que também será exibida pelo Colina do Castelo, em Castelo Branco. Meliá são já as unidades de Setúbal e de Maputo, inauguradas este ano.

O mais recente investimento, na ordem dos 1,5 milhões de euros, é apresentado dia 19: trata-se do Star Inn Peniche, que sofreu uma profunda remodelação e que se propõe ser “mais do que um fornecedor de estadia e de refeições”. O hotel ressurge com uma filosofia de integração na comunidade e apoio aos produtores e artistas locais, de que são exemplo um mural e uma das empenas revestida a pranchas de surf.

Em matéria de internacionalização, aquele que é o terceiro grupo no ranking hoteleiro nacional pretende ter escala nas localizações onde já se encontra, o que, para já, significa Moçambique.

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