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Luxo lidera na reputação

A Indústria do Luxo apresenta em Portugal uma trajetória ascendente no índice de reputação desde 2016. Esta evolução traduz-se numa subida de 5,7 pontos em relação há três anos, em que o setor registava um índice “moderado” (69,1), alcançando este ano uma reputação robusta e de liderança (74,8). A nível nacional, estima-se que o segmento de Luxo possa valer 5% do PIB, revela o estudo Top Industries RepScore, da ONSTRATEGY.

quarta, 05 junho 2019 11:26
Luxo lidera na reputação

 

No ranking de 2019, apenas dois setores apresentam uma classificação “robusta”: Luxo, com 70 pontos, e Produtos de Consumo, com 79. O top 3 fica completo com o setor de Consultoria, Auditoria e Serviços Legais, que alcança uma avaliação reputacional “robusta” ao subir 2,8 pontos e registar um índice de 71,4.

Os setores que mantiveram o seu índice de reputação na dimensão “moderada”, ao atingirem pontuações no intervalo entre 60 e 69 pontos, são o dos Brinquedos (68,8), Viagens & Lazer (61,7), Automóvel (63,1), Retalho Geral (68,9), Aviação (66), Retalho – Alimentação (65,1), Saúde e Bem Estar (64), Retalho Têxtil (63,7), Financeiro e Cartões de Crédito (63,1), Produtos Industriais (63), Desporto & Apostas (61,7), Energia & Serviços (61,4), Mobilidade (60) e Media & Telecomunicações (60,3).

Já os setores da Alimentação e Bebidas e Tecnologia são os que registam uma descida de reputação mais expressiva, passando da dimensão “robusta” para “moderada”, se considerarmos as pontuações registadas em 2016: 73,9 e 71,6 e em 2019: 69,6 e 65.1, respetivamente.

Os setores que mantiveram os seus índices de reputação na dimensão “vulnerável”, ao atingirem pontuações no intervalo entre 40 e 59 pontos, quer em 2016 e 2019, são os setores Financeiro – Segurador (54,6), Financeiro – Banca (51,2) e Construção & Engenharia (47,5).

“A economia portuguesa está a experienciar um ciclo de crescimento moderado, cumprindo as metas orçamentais nacionais e europeias e em que a reputação do ambiente económico evoluiu de 57,1 para 61,4 e 63,9 respetivamente em 2013, 2016 e 2019 com os índices de confiança do consumidor também a acompanharem este crescimento. Todos estes fatores contribuem para uma melhoria ou manutenção dos indicadores de reputação dos setores de atividade nacionais”, afirma o partner e CEO da ONSTRATEGY, Pedro Tavares.

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