Marketing

Publicidade em cinema cresce 6,8%

O mercado global de publicidade cinematográfica deverá crescer mais que o esperado em 2019. O relatório “WARC's latest Global Ad Trends report – a focus on Cinema” espera que valha 4,6 mil milhões de dólares este ano (4,1 mil milhões de euros), o que corresponde a um aumento de 6,8% em relação a 2018.

quinta, 22 agosto 2019 11:35
Publicidade em cinema cresce 6,8%

 

Estes números estão acima da previsão de crescimento de 4,6% para 2019 (para 624,9 mil milhões de dólares - 563,1 mil milhões de euros) e tornam o cinema no segundo meio com crescimento mais rápido em publicidade este ano, atrás da internet. É aliás, a par desta, o único meio a não perder quota de consumo mundial, embora pequena – 0,7%, que deve manter estável.

Na Europa, os anunciantes gastam 1,6 vezes mais em cinema por bilhete que nos EUA. O Reino Unido lidera o caminho, com o gasto por bilhete a aumentar de 0,18 libras (0,19 euros) em 1980 para 1,43 libras (1,56 euros) no ano passado, quando foram registados 177 milhões de entradas - as mais altas já registadas. Isto, garante o relatório, “apesar de 46% dos consumidores do Reino Unido afirmarem que o Netflix é a sua primeira escolha para assistir filmes, de acordo com a GlobalWebIndex”.

Diz o relatório que o espetador de cinema (“captive audience”) que vê “anúncios de alta qualidade numa atmosfera emocional” é atrativo para os anunciantes. E que uma pesquisa da Ebiquity descobriu que o cinema “supera todas os outros meios ao desencadear uma resposta emocional, garantindo um ambiente seguro e obtendo anúncios notados”. “As pontuações médias são, no entanto, as mais baixas no aumento do ROI da campanha, maximizando o alcance da campanha e gerando vendas a curto prazo”.

"O cinema oferece aos anunciantes acesso a públicos mais jovens e com mais poder de compra que tenham afinidade com o meio. Isso permite que os anúncios sejam exibidos num ambiente seguro para a marca, onde serão notados, muitas vezes num local próximo a um ponto de venda e, consequentemente, a um ponto de compra”, comenta o autor do relatório, James McDonald.

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