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A Ageas é uma marca com propósito. E Célia Inácio explica qual

A pandemia de Covid-19 veio reforçar a importância da missão da Fundação Ageas. Quem o afirma é a respetiva presidente, Célia Inácio, chamando a atenção para o papel da instituição na promoção do voluntariado empresarial e na humanização do apoio das empresas à comunidade.

quarta-feira, 27 maio 2020 12:44
A Ageas é uma marca com propósito. E Célia Inácio explica qual

 

A responsabilidade de intervir neste quadro de pandemia é “totalmente inerente” à missão da Fundação Ageas, que, enquanto organização corporativa de solidariedade social, desenvolve as suas atividades em parceria com dezenas de instituições de apoio às comunidades mais carenciadas e/ou vulneráveis. É assim que Célia Inácio enquadra a intervenção da instituição a que preside, uma intervenção que, num primeiro momento, envolveu a suspensão de todas as atividades com voluntários, bem como o desenho de ações de team building. Num momento posterior, a preocupação prendeu-se com a necessidade de desenvolver novas formas de manter ativa a missão solidária da fundação: “Sentimos, de imediato, a relevância de incentivar e salvaguardar o papel específico das instituições nossas parceiras, aquelas que lidam diariamente com as populações mais vulneráveis e de risco, designadamente as pessoas idosas, as pessoas com doenças crónicas, as famílias carenciadas e as pessoas sem-abrigo, entre outras”, sustenta.

Com este intuito, essas instituições foram contactadas, tendo sido possível, desde logo, identificar três eixos prioritários de atuação: a fome, o isolamento dos mais idosos e os equipamentos de proteção individual. Neste contexto, a fundação reforçou a parceria com a AMI, através do projeto “os AMIgos são para as ocasiões”, com voluntários e angariação de fundos; juntou-se à Go Parity e ao movimento Tech4Covid19 de angariação de fundos para aquisição e distribuição de equipamentos de proteção individual para os hospitais; e apoiou o Movimento SOSvizinho, que ajuda pessoas com maior vulnerabilidade, vizinhas e isoladas através da distribuição de bens essenciais.

Foi também neste contexto que a fundação começou s a desenhar dois planos de emergência social. O primeiro é o Plano de Emergência Social Contra a Fome e o Isolamento, que vem responder ao aumento exponencial das necessidades em bens alimentares dos mais vulneráveis e ao isolamento dos mais idosos, por via do fecho dos centros de dia, devido à pandemia da Covid-19. Este plano específico passa por um apoio financeiro e humano. Célia Inácio concretiza que, financeiramente, a fundação duplicou o montante recebido da consignação fiscal (IRS de 2018) para apoiar sete instituições, cuja missão é ajudar os mais carenciados, na luta contra a fome. Assim, foi possível ajudar na compra de bens alimentares, canalizados para cerca de 1200 através das instituições Porta Solidária e SAOM, no Porto; CASA, Comunidade Vida e Paz; É um Restaurante e SoUma, em Lisboa; e CASA, no Funchal.

Por outro lado, o Plano de Emergência Social de Proteção Individual para Lares e Serviços de Apoio ao Domicílio consistiu na compra de equipamentos de proteção individual para dez instituições, de norte a sul do país, impactando cerca de 400 técnicos e 1400 beneficiários. “Sentimos que foi um apoio significativo na imensa falta de meios destas instituições e acreditamos que, se todos nos corresponsabilizarmos pelo bem comum, por pouco que seja, faremos a diferença nas nossas comunidades”, comenta Célia Inácio.

Um terceiro plano entrou, entretanto, em fase final de desenvolvimento: trata-se do Plano de Emergência Social para a Educação, que pretende apoiar crianças e jovens sem meios tecnológicos, nem apoio escolar, no entendimento de que, com esta crise pandémica, o maior risco de insucesso escolar incidirá nestes grupos sociais mais carenciados.

A presidente da Fundação Ageas não tem dúvidas de que estes momentos reforçam a importância de as marcas assumirem perante a sociedade um propósito. Tal como não tem dúvidas de que a escolha dos consumidores é cada vez mais responsável social e ambientalmente. E defende: “É, por conseguinte, natural que valorizem as marcas com comportamentos mais solidários. E, nos últimos meses, têm sido muitas as marcas que se reorientaram para devolver mais à sociedade. Mas, é importante que este não seja um momento único. As causas e os propósitos continuarão a existir sem Covid-19”.

Este artigo pode ser lido na íntegra aqui.

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