Marketing

A Volkswagen vai estar sempre na linha da frente, garante o Nuno

O diretor de Marketing da Volkswagen, Nuno Serra, acredita que as marcas que mostraram a sua razão de ser de forma transparente vão ficar na memória dos consumidores. E assegura que a empresa vai estar na linha da frente sempre que a sociedade precisar.

terça-feira, 11 agosto 2020 12:11
A Volkswagen vai estar sempre na linha da frente, garante o Nuno

 

Pessoas e segurança. Estes são – diz –  dois dos principais valores da marca e foram estes valores que nortearam os programas desenhados para minimizar ao máximo o impacto da crise sanitária.

Assim, do ponto de vista da atividade propriamente dita, foram criados dois programas: o “VW à Porta”, que, como decorre do nome, permite ao cliente ter o veiculo entregue em casa, com o cumprimento dos principios de higienização, e o “VW Seguro”, em que, à normal intervenção pós-venda, foi associado um serviço de desinfeção.

Já do ponto de vista da responsabilidade social, o grupo desenvolveu, a nível interncional, várias ações em diferentes escalas e em territórios distintos. Em Portugal, associou-se à Câmara Municipal de Lisboa e a diversas juntas de freguesia da cidade, para distribuir alimentos aos mais necessitados em tempo de pandemia. Esta parceria, que contou com as Juntas de Freguesia de Arroios, Santo António, Avenidas Novas e Alvalade, foi batizada “Juntos da Freguesia”, “epíteto da proximidade” que representa.

“Estamos permanentemente atentos ao que podemos fazer pela sociedade e teremos sempre as portas abertas, como acontece com as várias solicitações que recebemos e a que tentamos dar a melhor resposta”, comenta Nuno Serra.

Como marca do retalho automóvel, diz o diretor de Marketing que a Volkswagen tem várias responsabilidades perante a sociedade: desde a segurança, passando pela sustentabilidade, sem esquecer a tecnologia que torna a mobilidade diária cada vez mais eficaz e com menor desperdício de tempo e recursos. “Trabalhamos diariamente para oferecer soluções práticas e eficazes, assumindo sempre um compromisso sustentável cada vez mais exigente. Daí termos definido metas que nos tornam altamente responsáveis pelo futuro”, sublinha. E dessas metas destaca o investimento de 60 mil milhões de euros, até 2024, para o desenvolvimento de novas soluções, que possam assegurar a transição para o patamar elétrico. “Este valor é superior a qualquer concorrente”, assegura. Nota ainda que mais de metade desse investimento – 33 milhões de euros – será dedicado à mobilidade elétrica (33 mil milhões de euros) e que o restante será canalizado para o desenvolvimento de soluções híbridas e digitalização. Outra das metas que destaca tem como horizonte o ano 2025, até ao qual a marca pretende reduzir até 30% as emissões de dióxido de carbono decorrentes do processo industrial e reduzir em 30% as emissões médias das viaturas que comercializa. “Podia indicar ainda outros exemplos, mas acredito que estes dois são bem elucidativos do nosso compromisso para o presente e futuro e da responsabilidade que temos perante a sociedade”, remata.

Nuno Serra não tem dúvidas de que, passe o trocadilho, o propósito deve ser, cada vez mais, o propósito das marcas. Declara, mesmo, que essa ideia está subjacente na

nova estratégia do Grupo Volkswagen, “com a marca a evoluir de uma fabricante de veículos para uma fornecedora de serviços modernos de mobilidade e dispositivos inteligentes que tornarão a vida quotidiana dos clientes mais fácil e agradável”. “Além disso, temos a responsabilidade de ter uma atitude sustentável aliada a uma mobilidade individual mais segura, limpa e totalmente conectada. E isso é comprovado com as várias metas ambiciosas que foram traçadas”, acrescenta. E inscreve essa preocupação na nova era da marca, denominada “Uma Nova Volkswagen’. Nesse quadro realça o posicionamento “As Pessoas Primeiro”: “Todas as atividades devem ser focadas ainda mais fortemente nos nossos clientes. Além disso, a nossa linguagem está a tornar-se mais poderosa, mais colorida e mais natural. Concentra-se nos clientes e na diversidade das suas histórias. Não estamos mais preocupados com os produtos, mas, sim, com as pessoas que vivem com os nossos produtos”, explica.

Na sua opinião, o consumidor já valorizava as marcas que assumem causas e passou a valorizar mais com esta nova situação: “O consumidor está hoje mais consciente e preocupado em associar-se a uma marca responsável, sustentável e que defenda as causas em que acredita”, entende. Neste cenário, diz acreditar o consumidor vai recompensar as marcas que disseram “presente” neste momento da vida do País. É que – comenta – o consumidor português não tem memória curta. “As marcas que abraçaram causas, que ajudaram de alguma forma, que mostraram a sua razão de ser de forma mais transparente vão ficar na memória de muitos”, afirma.

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