Marketing

A Galp leva Portugal a peito. O Carlos explica porquê

“Leva Portugal a peito” é a expressão que associa a Galp ao apoio à Seleção Nacional de Futebol. Mas, o Head of Brand & Sponsorships, Carlos Pedro Pereira, diz que é muito mais do que isso, traduz o orgulho que a marca sente pelo País.

quarta-feira, 12 agosto 2020 12:33
A Galp leva Portugal a peito. O Carlos explica porquê

 

Uma marca que vai crescendo com o País. É assim que Carlos Pedro Pereira apresenta a Galp, dando conta de um percurso, com 40 anos, que começou numa organização de base industrial – e que, nessa frente, cobre três séculos – e com a   comercialização de uma commodity indiferenciada, “até se tornar uma marca com o sonho e a premissa de unir os consumidores portugueses ao redor de uma ideia de vida mais confortável, mais cómoda, mais eficiente e produtiva”. Existem marcas – diz – cuja vida se mistura com a do próprio país de origem, que dispensam a designação por extenso, que se reconhecem de imediato.

“Assim é a Galp, uma bandeira nacional, um ícone que desperta orgulho onde quer que esteja um português, tendo conseguido o feito de dar corpo a uma matéria que, sendo incorpórea, faz parte do nosso quotidiano e do nosso bem-estar”, reflete, reforçando que, “mais do que uma marca, a Galp é a energia dos portugueses e desempenha um papel fundamental nas vidas das pessoas e das empresas”. “Isto é algo que vai bem mais além de um atributo de marca e que nos permite dizer que a portugalidade faz parte do nosso DNA”, remata.

Carlos Pedro Pereira dá conta de que a Galp tem vindo a trabalhar o sentimento de pertença e de orgulho nacional, apostando nos talentos e na produção nacionais. E, nesse contexto, considera que a portugalidade é um valor que aproxima a marca do cliente e do consumidor, através do que, na realidade, é de todos os portugueses. “É uma ligação forte que, em grande medida, só é possível por sermos, antes de mais, uma grande marca nacional com enorme capilaridade no País. Uma responsabilidade no sentido em que existe uma capital de confiança que deve ser trabalhado todos os dias”, realça. Portugalidade e proximidade são indissociáveis no discurso da Galp: porque, diz, a aposta na portugalidade torna a conversa mais próxima e mais interessante, pois gera identificação por parte dos consumidores.

Mas deverá a mensagem de “made in Portugal” ser reforçada em consequência da crise gerada pelo coronavírus? “De forma natural e quando se justifique”, responde, reconhecendo, embora, que tendo em conta os tempos atuais, essa comunicação se torna mais relevante. “Todos passámos a desempenhar um novo papel e todos passámos a dar o nosso contributo. É evidente e é fundamental: a sociedade deve ser responsável e cumprir as regras, empresas como a Galp devem apoiar a sociedade nas suas dificuldades e juntar esforços para que tudo corra bem. Juntos”, afirma, sobre o olhar da marca para o “Made in Portugal”. Até porque os consumidores valorizam este posicionamento, na medida em que estão mais sensíveis para esta questão. E as marcas? Deverão incentivar a “comprar português”? Carlos Pedro Pereira não tem dúvidas de que, hoje, mais do que nunca, a compra de produtos portugueses irá ajudar a dinamizar e valorizar a oferta nacional: “Devemos todos fazer o nosso papel para ajudar a economia nacional e contribuir para revigorar o tecido económico e social português.” E este pode, inclusive, ser um ponto de união entre marcas, independentemente do setor de atividade: “É importante que as marcas transmitam essa mensagem de união aos portugueses. Acredito que uma marca representa, de forma cada vez mais impactante, a direção das empresas.”

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