Marketing

A Compal apoia o que é nacional. É um desígnio maior, diz o Rodrigo

Apoiar as empresas nacionais é “um desígnio maior”, afirma o diretor de Marketing Sumol + Compal Portugal e Espanha, Rodrigo Costa. É isso que, assegura, a Compal tem feito, com a portugalidade na sua génese e na sua estratégia de comunicação. Que, este ano, passa por dar voz a quem dá o melhor pela fruta.

quarta-feira, 26 agosto 2020 12:46
A Compal apoia o que é nacional. É um desígnio maior, diz o Rodrigo

 

O ano de 2020 fica na história da Compal: é que é o ano de relançamento da marca, o ano em que dará mais um passo em frente na estratégia de “maior aproximação à árvore”, mas “com um filtro de humanização”: “Uma marca feita de pessoas para pessoas e onde queremos dar palco ao capital humano, à verdade que está por trás da marca e que nos torna únicos”, diz Rodrigo Costa.
Assim, a marca vai assumir, “de forma muito assertiva”, o seu propósito de “Dar o Melhor pela Fruta”, reforçando a aproximação à natureza e à terra através da valorização das pessoas que estão por detrás da marca. “Um momento onde passamos a dar palco aos protagonistas nacionais que diariamente dão o melhor pela fruta: os produtores, colaboradores e parceiros. É, por isso, um conceito que nos permite falar de valores fundamentais para a marca Compal, como o orgulho, comunidade, portugalidade, cooperação, e que está alinhado com as tendências que são esperadas das marcas de referência: transparência, ética, competência e empatia”, enquadra.

Este ajustamento de estratégia surge da convicção de que “as marcas líderes necessitam de se renovar continuamente”: “E Compal, sendo líder e uma referência no mercado de bebidas português, não é exceção. Compal não é simplesmente uma marca de sumos e néctares. É um símbolo de compromisso e obsessão em dar sempre o melhor pelos consumidores, pelas pessoas, pelas famílias. E isso significa dar o melhor pela fruta, todos os dias”, afirma Rodrigo Costa, sublinhando que “é este o propósito da marca, é esta a sua missão, unindo todos em torno de um ideal de naturalidade, saber, sensações e bem fazer já bem conhecido por Frutologia”.

É mais um passo numa estratégia iniciada em 2014, com um reposicionamento que – diz – trouxe à marca “crescimentos significativos, batendo recordes de vendas durante anos consecutivos”. Ressalva que, agora, não se trata de um reposicionamento, mas, sim, de um relançamento, que “mantém válida a grande ideia de marca, muito valorizada pelos consumidores”.

O diretor de Marketing para Portugal e Espanha realça, igualmente, que a aposta na produção nacional e na fruta portuguesa é outro eixo fundamental da comunicação: “Num momento particularmente desafiante, como aquele que atravessamos, tornou-se ainda mais importante mostrarmos como estamos ao lado dos portugueses”, nota, concretizando que a empresa trabalha diariamente com mais de 40 produtores e organizações de produtores, o que se traduz em mais de 20 mil toneladas de fruta nacional fresca por ano.

Esta não é uma aposta recente. A portugalidade faz parte da história desta marca nascida há 68 anos em Portugal e que hoje está presente em 60 países. Com um compromisso: “disponibilizar produtos com o melhor que a fruta portuguesa e os produtores portugueses têm para oferecer”. E isso – afirma – reflete-se nos lançamentos e, consequentemente, no marketing e no negócio. Rodrigo Costa dá como exemplo o

lançamento, no início do ano, de Compal Origens Pera Rocha do Oeste e Framboesa do Algarve, uma combinação que, na comunicação, proporcionou uma viagem pelo país, guiada por produtores reais.

A propósito, entende que, no contexto atual, a valorização do que é nacional é de “suma importância”, sendo “fundamental continuar a apoiar a produção, os produtos e as empresas nacionais que, em muitos casos, viram os negócios significativamente reduzidos ou suspensos, como é exemplo o canal HORECA”. 

Na ótica de Rodrigo Costa, faz sentido que as marcas incentivem a comprar português e não apenas por razões de apoio à economia, “mas porque, na sua maioria, os produtos portugueses são um exemplo de qualidade, em especial no setor agroalimentar”. E este pode ser um ponto de união entre marcas. Até porque o consumidor valoriza: “Tornou-se um lugar comum dizer que o consumidor está mais exigente, e isso tem uma razão de ser. Existe uma percentagem crescente da população que afirma que tem preocupações em comprar produtos de origem nacional. É também esta procura crescente que nos tem desafiado a inovação no lançamento de novos sabores com fruta de origem 100% nacional.”

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