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A Microsoft é Team(s) das escolas. Palavra de Paula

São mais de 600 mil os utilizadores do Microsoft Teams nas escolas portuguesas, tornando-a a plataforma de videoconferências com “mais penetração” no mercado nacional. Os dados foram revelados esta segunda-feira pela diretora-geral da Microsoft Portugal, Paula Panarra, numa conferência de imprensa realizada através dessa plataforma.

segunda-feira, 21 setembro 2020 13:30
A Microsoft é Team(s) das escolas. Palavra de Paula

Segundo a líder da Microsoft Portugal, houve “aumentos de centenas de milhares de utilizadores” do Teams em Portugal, ainda que não tenha concretizado o número total. O crescimento é explicado pela pandemia e pelo ensino à distância praticado em sua consequência.

A empresa, que cumpre este ano o 30º. aniversário em território nacional, teve um crescimento de dois dígitos nos últimos anos. A evolução foi “exponencial” nos últimos quatro anos, garante. “Desde 2016, duplicámos a nossa presença em Portugal”, afirma, referindo-se ao número de colaboradores, que subiu para os 1100. “O nosso país teve um desenvolvimento grande do ponto de vista de talento e é um país que tem atraído pessoas de várias nacionalidades” – cerca de 15.

Em evolução estão também as fontes de faturação. Em 2020, mais de 60% da faturação resulta de serviços cloud, quando em 2018 era de 50%. Já a missão da empresa mantem-se: “capacitar o desenvolvimento económico do país através da tecnologia”. Sob o mote “Ativar Portugal”, a Microsoft tem vindo a “construir um forte ecossistema suportando a transformação digital através da tecnologia”.

“Durante 30 anos a Microsoft Portugal teve um papel fundamental no desenvolvimento da economia e a digitalização da sociedade portuguesa. No atual contexto, esse papel é ainda mais fulcral”, comenta. “Recentemente, estivemos na resposta inicial de emergência ao Covid-19. Agora estamos focados em ajudar os nossos clientes na recuperação económica e a re-imaginar como irão trabalhar, otimizar as suas operações, relacionar-se com os seus clientes ou até criar novos produtos e serviços, para o pós-pandemia. Estamos ainda empenhados em capacitar digitalmente pessoas, comunidades e organizações para garantir uma recuperação económica sustentável e inclusiva”, acrescenta.

Em 2030, a Microsoft pretende ser carbono negativa, e, até 2050, compromete-se a retirar do ambiente todo o carbono que a empresa emitiu diretamente ou através do consumo elétrico, desde a sua fundação. No início de 2021 a empresa vai também tornar a redução de carbono uma condição explícita nos seus processos de aquisição de produtos e serviços.

A Microsoft Portugal tem um ecossistema de 3000 parceiros, 68 dos quais têm sede em território nacional e estão registados no catálogo internacional de soluções da Microsoft.

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