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Prémios à Eficácia. O júri tem a palavra e é o Duarte que começa

O que deve uma campanha ter para o fazer dizer: ‘Nossa, que eficácia!’? É com esta pergunta, feita ao managing partner da NOSSA, Duarte Durão, que a Briefing estreia uma ronda pelos jurados da edição de 2020 dos Prémios à Eficácia. A resposta? Leia a seguir.

segunda-feira, 02 novembro 2020 11:56
Prémios à Eficácia. O júri tem a palavra e é o Duarte que começa

 

“Para começar tem de ter uma boa ideia de comunicação. Um estímulo original que tenha conduzido a uma resposta do consumidor. Isto partindo do princípio de que (quase) todos os casos candidatos apresentam algum tipo de retorno.

Assim, até parece simples, mas não é, nem de construir os casos nem de os avaliar. É um verdadeiro quebra-cabeças, considerar o enquadramento de mercado, comparar indicadores, analisar métricas distintas, algumas obtidas com ferramentas próprias, separar o que é resultado do contexto de negócio e o que resulta da comunicação.

Depois, como é natural, a história tem de ser fluida – enquadramento, objetivos, estratégia e meios – numa apresentação, tão bonita quanto assertiva, em que a medição e a demonstração deixem tão claro, quanto possível, que os resultados resultam do esforço de comunicação em análise.

No final, e numa métrica muito egoica, as melhores campanhas são aquelas de que sinto inveja em não terem sido criadas aqui na NOSSA.”

Os prémios são uma organização da APAN - Associação Portuguesa de Anunciantes em parceria com a Exoticology. Os finalistas desta edição já são conhecidos, falta saber quem serão os vencedores.

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