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Há reinvenção na produção Krypton. Conta o João

Reinvenção é a palavra do ano (2020) para a Krypton, tal como tem sido desde a fundação. É assim que o sócio e diretor-geral, João Vilela, olha para a resposta da produtora aos desafios colocados pela necessidade de manter as distâncias. Uma resposta que garantiu prémios e campanhas no sapatinho.

quinta-feira, 04 março 2021 12:50
Há reinvenção na produção Krypton. Conta o João

 

Quase um ano de pandemia e um balanço a fazer. As palavras são do sócio e diretor-geral da Krypton, João Vilela, e, na sua perspetiva, a produtora “olha para os últimos meses sem conseguir ainda encaixar todas as peças de um puzzle que ainda não terminou”. Mas há peças desse puzzle já bem encaixadas: afinal, este foi o ano em que o Clube Criativos de Portugal a elegeu como a melhor produtora do ano e foi também o ano em que Augusto Fraga, sócio e realizador da Krypton, se sagrou o melhor do ano. 

DIÁRIO DE BORDO

Há outra peça sólida no puzzle de 2020: é que foi ainda o ano em que a produtora mudou de imagem, fez uma renovação total das instalações e lançou uma app 

exclusiva para os seus clientes, em que cada um tem a sua área de trabalho. João Vilela explica: “Cada vez que se inicia um processo para a realização de um filme, a app funciona como ‘um diário de bordo’ onde todos os passos são colocados. Assim, através da mesma, são feitas aprovações de localizações, cenários, decors, castings de atores, necessidades de equipa, aprovação de takes, e até trabalho de pós-produção. Ou seja, as filmagens podem estar a acontecer na China e o cliente em Portugal vai assistindo a tudo o que se passa ao minuto, tomando as decisões necessárias.”

REINVENÇÃO 2020

“Em 32 anos de existência da Krypton, o ano de 2020 foi um dos maiores desafios que passámos”, resume João Vilela. Um desafio superado, nas suas palavras: “Num clima de grande incerteza, em que nada podíamos prever, conseguimos ultrapassar todos os obstáculos. Reinventar tem sido a palavra de ordem da produtora ao longo dos anos, mas nunca terá sido tão bem aplicada como nos momentos que vivemos.”
Tal como todo o setor, a Krypton viu-se obrigada a encontrar formas alternativas de continuar a trabalhar e a produzir, tentando manter a equipa coesa e unida. “2020 trouxe-nos isso, o relembrar da essência, da pedra basilar que constitui a produtora. O teletrabalho trouxe também à discussão a nossa capacidade de trabalhar em métodos e realidades diferentes e daí tirámos certamente conclusões para um futuro que se quer mais produtivo, consciente, responsável e, essencialmente, feliz”, partilha o realizador Gon Çalo.
Depois de um período de confinamento obrigatório, o regresso às filmagens fez-se com protocolos rigorosos, um set minuciosamente cuidado e seguro e com novas regras a cumprir. “Em 2020, refletimos sobre a forma de trabalhar num processo complexo de constante fluidez de comunicação, abrindo outros canais de comunicação e troca de informação. Apesar de tudo, foi uma excelente oportunidade de aprendizagem e resiliência”, enfatiza a diretora de Produção Alexandra Ribeiro.

DE SAPATINHO CHEIO

Em abril, já se filmava de novo e a Vodafone lançou o primeiro desafio, com três filmes realizados à distância por Fred Oliveira. A propósito de distância, o realizador comenta: “O mais desafiante é o não contacto com as pessoas, ter de abdicar do meu ‘palco’ nas ppms, do contacto com a equipa, olhos nos olhos com os criativos, agência e cliente … E dirigir mantendo as distâncias”.
Mas, “se 2020 começou incerto, a verdade é que terminou com um Natal que trouxe diversos filmes para o sapatinho da Krypton”. As marcas Lidl, Auchan, Worten, McDonald’s e Vodafone escolheram a produtora para a realização das suas campanhas. João Vilela nota que foram filmes marcados pelo tema da pandemia e que, de alguma forma, trouxeram mensagens de esperança. No portefólio da Krypton em 2020 têm a companhia de marcas como CUF, Jogos Santa Casa, Placard e Continente. 

FUTURO

Sobre o futuro, dois dos sócios da produtora deixam mensagens positivas. “Espero que tudo isto passe o mais depressa possível com o mínimo de dor e de sofrimento social e económico e que, de alguma forma, saibamos aprender com o que se está a passar, melhorando métodos e otimizando soluções para as nossas vidas pessoais e profissões”, deseja o produtor executivo Ricardo Estevão. Já João Vilela assegura que a Krypton “irá estar sempre preparada para as mudanças e constante evolução do mercado criativo, encarando o futuro com um espírito muito positivo”.

ADN

Uma das produtoras portuguesas mais premiadas e “uma referência incontornável no mercado publicitário”, a Krypton orgulha-se de ter o talento criativo no DNA e, como tal, “todos os seus realizadores procuram sempre os maiores desafios e novas formas de contar histórias, suportados por uma equipa de produção de excelência que busca incessantemente os melhores resultados”.

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