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O Banco Montepio apoia um futuro melhor. Palavra de Fernando

A génese mutualista do Banco Montepio é a base que suporta a estratégia de sustentabilidade da instituição, uma estratégia que vai do ambiente à economia social, e que se reflete nas iniciativas desenvolvidas e nas parcerias, mas também no portefólio de produtos, como atesta o diretor da área da Economia Social e Setor Público, Fernando Amaro.

segunda-feira, 19 abril 2021 12:40
O Banco Montepio apoia um futuro melhor. Palavra de Fernando

 

No Banco Montepio, acredita-se que as instituições financeiras têm um papel crucial na promoção do desenvolvimento sustentável. Acredita-se igualmente que as questões ambientais e sociais são uma oportunidade para apoiar os clientes, contribuindo positivamente para o planeta e as diferentes comunidades. Daí que, segundo Fernando Amaro, o banco esteja focado em analisar e integrar os fatores ESG (environmental, social e governance) na sua forma de atuação. Além disso, subscreveu a Carta de Compromisso para o Financiamento Sustentável em Portugal, em 2019, e, em 2020, a Carta de Compromisso Social, “reafirmando o propósito de continuar a ser o banco de inspiração mutualista do país e de prosseguir o seu compromisso com a sustentabilidade social, económica e ambiental”. Ainda em 2020 aderiu à Associação Portuguesa de Ética Empresarial, tendo, neste contexto, recebido duas menções honrosas, nas categorias “Ambiente/Redução de Impactes” e “Trabalho Digno e Conciliação”. Acresce a participação ativa em fóruns ligados à temática da sustentabilidade financeira, social e ambiental aplicável à atividade bancária em Portugal, entre eles, o Grupo Técnico de Reflexão para o Financiamento Sustentável, dinamizado pelo Ministério do Ambiente e da Transição Energética, e o Grupo de Trabalho Sustainable Finance, da Associação Portuguesa de Bancos.

Este é, segundo Fernando Amaro, um posicionamento em linha com os valores mutualistas, humanos, de partilha e de solidariedade do Grupo Montepio, os quais estão – sublinha – em concordância com os 17 Objetivos de Desenvolvimento sustentável (ODS), das Nações Unidas.  Isto no entendimento de que as empresas do grupo têm um papel fundamental no reforço da sua diferenciação mutualista e no fortalecimento da casa-mãe, contribuindo para o desenvolvimento do setor social.

A estratégia de sustentabilidade do Banco Montepio desenvolve-se em dois planos – o ambiental e o social. No primeiro, Fernando Amado destaca ações externas como a disponibilização de produtos sustentáveis e a campanha de crédito hipotecário desenvolvida em parceria com a Worten. Em vigor até 30 de junho, esta campanha dirige-se a clientes e potenciais clientes que adquiram imóveis ou transfiram o crédito habitação de imóveis com certificado energético com classificação A e A+, recebendo 1,1% do valor do empréstimo contratado num cartão para utilizar na marca de eletrónica de consumo.  Destaca igualmente ações internas que visam a eficiência energética, a utilização adequada de recursos e redução de custos, entre elas, a substituição de veículos a combustão por viaturas plug in e 100% elétricas, a desmaterialização de comunicação que visa reduzir os consumos de papel, de consumíveis de impressão e de arquivo.

Já no plano social, o porta-voz realça o alargamento contínuo da penetração do Banco Montepio no mercado da economia social e a diferenciação de produtos bancários e seguradores para esta área. “Não só o financiamento à economia social, mas também o financiamento em projetos de microcrédito que permitem a criação de postos de trabalho como o investimento social em projetos de empreendedorismo através dos Projetos de Impacto, uma iniciativa do Banco Montepio e da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa (SCML)”, concretiza.

“Para um futuro melhor” é o fio condutor das iniciativas da marca, ao abrigo de um plano que começou a ser desenvolvido em 2014 com o primeiro relatório de sustentabilidade do grupo. É um trabalho transversal às diversas áreas, da Direção Comercial da Economia Social e do Setor Público à Direção de Gestão de Pessoas, passando pelo Centro de Transformação e Inovação, pelas direções de Marketing Estratégico, de Marketing Operacional, de Comunicação e Marca, de Risco, e ainda pela Unidade de Serviços Partilhados e pela Direção Central de Compras.

E está refletido no portefólio de produtos que o banco oferece aos clientes, entre os quais pontuam produtos indutores de boas práticas ambientais, como as Soluções Habitação – Crédito e Casa Sustentáveis, o Crédito Energias Renováveis, a Linha de Crédito para Descarbonização e Economia Circular, e a Linha de Apoio à Qualificação da Oferta – Sustentabilidade Ambiental no Turismo, mas também, nas áreas do leasing e do renting, a Montepio Mobilidade Elétrica Auto. Somam-se os produtos com preocupações sociais e indutoras de práticas de responsabilidade social nos clientes, de que são exemplo o Crédito Habitação Bonificado para Pessoas com Deficiência, o Cartão de Débito Adaptado para Pessoas com Deficiência Visual, o Crédito Formação, o Crédito Saúde e o Cartão + Vida.

“O Banco Montepio acredita que a economia social é um dos pilares fundamentais para acrescentar valor à economia portuguesa”, sustenta Fernando Amado, enquadrando, neste âmbito, a proximidade oferecida pela rede de balcões, mas também o facto de a economia social beneficiar de uma direção própria. E é precisamente às instituições do setor social que disponibiliza um conjunto de produtos âncora, entre os quais a Solução E-Social, a Conta Acordo, a Linha de Apoio ao Setor Social COVID-19, e a Linha de Crédito Fundo para a Inovação Social. Além destes produtos com condições preferenciais, o banco dispõe de uma equipa detentora de um conhecimento específico do setor e das suas distintas vertentes de atuação, que se propõe contribuir para o crescimento sustentado das instituições.

Fernando Amaro reforça que a sustentabilidade está presente nas várias dimensões de reputação da marca: desde o desenvolvimento de produtos e serviços para clientes particulares, empresas ou instituições do setor social às políticas de gestão dos seus colaboradores, passando pela cidadania (é ambientalmente responsável, apoia causas sociais e tem uma influência positiva na sociedade) e pelo governance, com um forte sentido ético.  “Assim, é nossa preocupação comunicar este posicionamento da marca aos seus vários stakeholders”, remata, para se referir à transposição destes principios para a comunicação e para o marketing.

Considera, mesmo, que a sustentalidade pode ser um argumento na escolha de um banco pelos consumidores. “As preocupações ambientais e sociais dos consumidores afetam cada vez mais as suas decisões de compra. Os clientes adotam uma abordagem positiva e optam por produtos e serviços que contribuam significativamente para a sustentabilidade ambiental e social. Estamos convictos de que estes valores consolidam a ligação dos clientes à marca Banco Montepio”, argumenta o diretor da Economia Social e Setor Público.

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