Marketing

O segredo está na fruta. O Miguel é que sabe

Frutas e vegetais. São a base dos produtos da Compal e corporizam, desde logo, a sustentabilidade da marca. Utilizando matérias-primas de origem nacional e processadas localmente, a marca promove estilos de vida saudáveis e compromete-se a respeitar a natureza. Tal como assume o compromisso de deixar um mundo melhor para as gerações futuras, atesta o diretor de Marketing Estratégico da Sumol + Compal, Miguel Garcia.

quarta-feira, 05 maio 2021 12:57
O segredo está na fruta. O Miguel é que sabe

 

Uma empresa que assume o compromisso e a responsabilidade de deixar um mundo melhor para as gerações futuras. É este o posicionamento da Sumol + Compal e da marca Compal face à sustentabilidade, enquanto premissa transversal a todas as suas áreas.

“Perceber a importância da sustentabilidade para a marca Compal envolve lembrar a sua história. Estamos a falar de uma marca especial, que conta já com quase 70 anos e que desde sempre se preocupou em promover a valorização da economia nacional, a proximidade com as regiões e comunidades locais e pretende maximizar nos seus produtos a incorporação de matérias-primas de frutas e vegetais processadas localmente”, sustenta o diretor de Marketing Estratégico da Sumol + Compal, Miguel Garcia.

Com esse objetivo, a empresa tem uma equipa dedicada à compra destas matérias-primas, a qual procura parcerias com atuais e novos fornecedores de frutas e vegetais da Península Ibérica, e se complementa com a equipa de desenvolvimento de produto que aposta diariamente na elaboração de “novos produtos inspirados, em particular, nos melhores sabores de Portugal”.

O responsável justifica: “Uma marca com um histórico como o da Compal é natural que assuma para si um propósito e responsabilidades maiores de forma a gerar um impacto que vá para além do impacto económico da sua atividade comercial”.

Com o propósito de “Dar o Melhor pela Fruta”, a marca desenvolve, pois, uma “atuação consistente” relacionada com a sustentabilidade e inclusivamente com ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) específicos. É o caso do Centro de Frutologia Compal (CFC). Nascido em 2012, tem como objetivo valorizar a fruta nacional, através de dois eixos de atuação: a sensibilização da população para o aumento do consumo de fruta, e a formação, transferência de conhecimentos e reforço de competências dos empreendedores agrícolas. No primeiro eixo de atuação inserem-se iniciativas como a cartografia do Mapa das Frutas de Portugal, a criação e dinamização do Pomar Pedagógico CFC na Quinta Pedagógica dos Olivais, diversas atividades pedagógicas com a população escolar e com as famílias no Dia da Alimentação, entre outras associadas a Saúde e Bem-estar e à promoção de estilos de vida saudáveis. No eixo da formação, destaca-se a Academia do Centro de Frutologia Compal. Trata-se de um "programa único de formação em Portugal", teórico e no terreno, direcionado para jovens empreendedores frutícolas, complementado com atribuição de Bolsas de Apoio à Instalação Agrícola "para os projetos mais meritórios em cada edição".

“Através das oito edições da Academia do CFC já demos formação a 84 empreendedores frutícolas com a ambição de desenvolver os seus negócios frutícolas, totalizando mais de 400 horas de formação em parceria com cerca de 130 empresas, instituições de ensino, entidades públicas, técnicos agrícolas, especialistas diversos nas diferentes áreas de formação”, atesta. Este programa conta, normalmente, com a atribuição de três bolsas, totalizando 60.000 euros, sendo que, este ano, serão atribuídas cinco bolsas. “No total, ao longo destes oito anos, já atribuímos 450.000 euros em 18 Bolsas de Instalação a explorações agrícolas”, concretiza.

E como é que a marca promove estilos de vida saudáveis e sustentáveis? “No coração dos nossos produtos estão frutas e legumes que são de proximidade e que amadurecem normalmente na sua planta e são colhidos apenas no exato momento em que estão cheios de sabor e quando têm maior riqueza nutricional”, comenta, revelando que a marca privilegia sempre a origem portuguesa, que só não é cumprida para algumas edições especiais ou quando a oferta nacional não é suficiente. A sustentabilidade é, assim, incorporada no Marketing desde o desenvolvimento de produto, com o desenho da sua proposta de valor, ao escolher frutas de regiões portuguesas.

Os portugueses registam níveis de consumo de frutas, legumes e leguminosas abaixo do recomendado e “a Compal pretende incentivar esse consumo em falta”, “contribuindo para uma alimentação mais rica, variada e em linha com as recomendações para uma alimentação mediterrânica”. É que, diz, as suas “fórmulas são livres de quaisquer corantes ou conservantes, assumindo um processo de produção (assente na pasteurização e no embalamento assético) que, por um lado, assegura a segurança alimentar, e, por outro, uma preservação significativa dos nutrientes”. A par da oferta comercial, a marca desenvolve, pois, iniciativas de sensibilização e motivação para a adoção de estilos de vida saudáveis e de uma alimentação equilibrada, variada, rica em nutrientes, em que se opta pelo consumo de proximidade.

Já ao nível da produção, os resíduos provenientes da transformação de frutas e tomate têm um operador único de gestão de resíduos (OGR) para a sua recolha e encaminhamento final. No caso dos pêssegos, os caroços são utilizados para compostagem e criação de um composto estruturado e fértil para os terrenos. E os repisos de tomate não são um resíduo, mas sim um subproduto que tem como destino a alimentação animal.

Em relação às embalagens, é utilizada a Tetra Pak: Tetra Stelo™ Aseptic, “mais leve e reciclável com certificação FSC”. “A sua tampa provém de plástico de origem vegetal, desenvolvido através de derivados de cana de açúcar”, nota.

Segundo Miguel Garcia, os portugueses valorizam “cada vez mais” a sustentabilidade, exigindo uma “preocupação ativa” com essa vertente. “O futuro é esse, e é um futuro de todos: privilegiar a proximidade, valorizar as comunidades e os seus produtos, de forma a alavancar as economias locais que sobrevivem à base da produção agrícola”, defende, assumindo o compromisso da Compal de respeitar a natureza. “É a casa mãe que nos dá a melhor matéria-prima para os nossos sumos e néctares. É o ponto de partida da nossa qualidade”, conclui.

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