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Uma visão sustentável? Está na Tabaqueira

A ciência e a inovação estão no centro da atividade da Tabaqueira. A empresa diz ser movida pela evidência científica e ver na sustentabilidade uma peça-chave para as tomadas de decisão. As suas boas práticas, que dizem respeito à gestão sustentável, já lhe valeram a distinção de case study, pela Philip Morris International (PMI) – a sua casa-mãe.

segunda-feira, 17 maio 2021 12:10
Uma visão sustentável? Está na Tabaqueira

Inovar para obter produtos melhores, operar com excelência, cuidar das suas pessoas e proteger o ambiente. Estes são os quatro pilares que sustentam o trabalho diário na Tabaqueira. E são muitas as áreas em que a maior empresa de fabrico e comercialização de tabaco em Portugal procura olhar para a sustentabilidade.

Em virtude do investimento que tem feito em tecnologia, a totalidade da energia elétrica que consome é, desde 2015, proveniente de fontes renováveis. Ademais, recicla ou valoriza energeticamente mais de 99% dos resíduos gerados; e, entre 2010 e 2019, reduziu o seu consumo de água em 48%, o de energia em 40% e as emissões de CO2 em 71%. “Mais recentemente, procurando ir mais além na nossa atuação, investimos na construção de um parque solar fotovoltaico e na renaturalização de uma ribeira junto às nossas instalações, em Sintra”, conta.

No âmbito da Capital Verde Europeia 2020, decorreu, em Lisboa, um projeto-piloto “altamente inovador” que a PMI pretende lançar para o mundo. Com o objetivo de recolher informações e monitorizar os resíduos depostos nas ruas da cidade – pontas de cigarros, papel, vidro, folhas de árvores, entre outros –, a iniciativa juntou a Tabaqueira a startups internacionais, que colocaram, ao serviço de uma capital mais limpa, ferramentas de inteligência artificial e geolocalização para detetar resíduos e coligir dados.

As diversas campanhas de sensibilização ambiental promovidas, que procuram alertar e encorajar os consumidores a deporem devidamente os filtros de cigarros em cinzeiros e no lixo, e o facto de ter sido a primeira fábrica em Portugal a receber a certificação Alliance for Water Stewardship, que reconhece a gestão sustentável de água, levaram-na a ser distinguida pela casa-mãe – a PMI – como case study pelas boas práticas, na primeira edição do “Relatório Integrado de Sustentabilidade” do grupo.

Mas não acaba por aqui: “Atendendo à nossa atividade, temos, naturalmente, uma preocupação especial com o correto descarte dos resíduos – nomeadamente os provenientes dos nossos produtos, sobretudo os filtros. Embora sejam produzidos à base de acetato de celulose, um bioplástico que se degrada lentamente (muito diferente dos plásticos petroquímicos convencionais), este é um dos resíduos mais frequentes. A sua correta deposição é, por isso, vital para a missão que nos comprometemos a cumprir”, explica a Tabaqueira. Acredita, assim, que a abordagem mais sustentável para eliminar o lixo proveniente dos seus produtos – seja em termos de custos financeiros, da pegada ambiental e da aceitação social – passa pela mudança comportamental, levando os consumidores adultos a descartarem apropriadamente os filtros, junto do lixo indiferenciado.

Focada nesse propósito, prepara-se para lançar uma campanha integrada de sensibilização, inserida no campo de ação da “Our Worl is not an Ashtray” (“O Nosso Mundo não é um Cinzeiro”) – uma plataforma desenvolvida pela PMI, com o intuito de estimular a mudança e promover ações locais, através da transmissão de informação correta e credível sobre o tema e de estratégias para a redução dos resíduos.

Então, quem disse que uma empresa da indústria tabaqueira não pode ser sustentável? A substituição de cigarros convencionais por melhores alternativas, sem combustão, é, por si só, uma decisão sustentável, que alia a ciência e inovação – o centro da atividade da Tabaqueira, que entende que criar soluções para a redução da nocividade dos produtos de tabaco é o “maior contributo” que uma empresa que atua nessa indústria pode dar à sustentabilidade. O farmacêutico e diretor de Assuntos Institucionais da Tabaqueira, Rui Minhós, refere que, desde 2016, é isso que têm vindo a fazer. Nesse ano, a PMI submeteu à Food and Drug Administration, agência americana para a segurança alimentar e o medicamento, a revisão da evidência científica, no âmbito dos pedidos de autorização para a comercialização do IQOS e das unidades de tabaco aquecido como “Produto de Tabaco de Risco Modificado”. Em julho do ano passado, foi publicada uma decisão favorável.

“Foi um processo moroso, mas a evidência científica demonstrou que o IQOS é um produto de tabaco fundamentalmente diferente e uma melhor escolha para adultos que, de outra forma, continuariam a fumar”, explica. “A agência concluiu que a evidência científica disponível demonstra ser expectável que o sistema IQOS beneficie a saúde da população no geral, quer dos utilizadores de produtos de tabaco, quer das pessoas que atualmente não consomem produtos de tabaco”, acrescenta.

Mas, no que respeita à defesa da evidência científica, não está sozinha. De acordo com um novo inquérito internacional, conduzido pela empresa de investigação independente Povaddo, os cidadãos defendem que os processos de tomada de decisão baseados em ciência devem ser uma prioridade para empresas e governos. “Em Defesa do Primado da Ciência”, feito a 22500 adultos em 20 países e territórios, no final de 2020, concluiu que 73% dos adultos concordam que os governos devem considerar o papel que os produtos alternativos podem desempenhar para tornar o seu país livre de fumo; 77% concordam que os fumadores adultos devem ter acesso e informação exata sobre alternativas sem fumo, que tenham sido cientificamente comprovadas como sendo uma melhor escolha do que continuar a fumar; e 67% dizem que, se for possível acabar com a venda de cigarros no seu país, dentro de 10 a 15 anos, o seu governo deve dedicar tempo e recursos para alcançar esta realidade.

E, para a Tabaqueira, a ciência é uma prioridade – trabalha na PMI uma equipa superior a 430 investigadores e cientistas e já foram investidos milhares de milhões de euros em investigação –, e está aliada à inovação. Sempre com os olhos postos na gestão sustentável.

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