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Sagres e Luso são sinónimos de portugalidade. Diz o Nuno

Sagres e Luso. A história e a identidade das duas marcas advêm, desde logo, das suas próprias designações, que remetem inequivocamente para Portugal. A afirmação é do presidente do Conselho de Administração da Sociedade Central de Cervejas e Bebidas (SCC), Nuno Pinto de Magalhães, frisando o reconhecimento do mercado.

quinta-feira, 15 julho 2021 12:37
Sagres e Luso são sinónimos de portugalidade. Diz o Nuno

“A origem, história, iconografia, posicionamento e comunicação incorporados em ambas as marcas remetem-nos para valores, símbolos e memórias que nos lembram a forma de viver dos portugueses”, começa por dizer o presidente do Conselho de Administração da SCC, Nuno Pinto de Magalhães. No que diz respeito à Água de Luso, afirma, é clara a sua origem como recurso natural, da região do Bussaco-Luso, na sua pureza original, acrescendo a circunstância de reforçar constantemente a sua ligação às famílias portuguesas através das sucessivas gerações. No que toca à Cerveja Sagres, destaque para a relação com as raízes do país, onde tem lugar marcado há mais de oito décadas, e para o facto de partilhar com todos os portugueses a emoção e a vivência dos pequenos prazeres da vida e do seu apoio consistente à Seleção Nacional de Futebol. Acresce, ainda, “a utilização privilegiada, sempre que disponível no mercado, de matérias-primas e materiais de embalagem nacionais”, adianta. Sobre o que mudou ao longo dos anos no que se refere à Sagres – que surgiu para responder a um pedido do Exército britânico –, salienta que a marca tem acompanhado naturalmente a evolução dos tempos e o crescimento do mercado, rejuvenescendo-se sempre ao nível da embalagem e rotulagem, mas preservando a imagem do escudo com as quinas, presente desde o seu lançamento, em 1940, um símbolo que valoriza a tradição. Neste âmbito importa não esquecer, no entanto, que a inovação tem sido uma das grandes apostas da Sagres, tornando-se num dos principais vetores do seu crescimento enquanto marca, frisa.

O que continua a fazer a Água de Luso “tão natural como a sua sede”? Nuno Pinto de Magalhães recorda que “é um recurso de exceção”, e que nasce em condições únicas, a partir da chuva infiltrada na Serra do Buçaco. “A utilização consciente e sustentável deste recurso está, por isso, na génese da marca, procurando garantir que esta água pura e intocável chega não só às gerações atuais como às gerações futuras”, adianta. Quanto ao que a diferencia das congéneres existentes no mercado, recorda que a Luso é, desde sempre, a marca de água preferida das famílias portuguesas, devido à sua naturalidade, qualidade e pureza original, e ao sabor e caraterísticas associadas, sublinhando que se trata de uma marca de produto certificado.

“Acreditamos que o reconhecimento dos consumidores sobre a diferenciação positiva da marca Luso é, por um lado, resultado da inovação e de conseguir reinventar a forma como está disponível para os portugueses, com soluções relevantes e valorizadas”, afirma. Por outro lado, prossegue, este reconhecimento está também ligado às preocupações intrínsecas da marca para com a sustentabilidade em diferentes pilares de atuação, ou seja, através da defesa e manutenção do Sistema Aquífero da Água Mineral Natural de Luso, do eco design das suas embalagens, e do investimento económico e social nas comunidades envolventes. Instado a identificar o que é fundamental para que uma marca possa ostentar a designação Made in Portugal, nota que num mercado cada vez mais global é fundamental que essa marca seja capaz de representar a história e a identidade portuguesas. Deve possuir, ainda, “caraterísticas associadas a capacidade competitiva, gestão, inovação e produtividade, e de forma a que cada português tenha orgulho em ser um embaixador dos nossos produtos”.

Firme no ADN de ambas as marcas é “seguir o caminho de ligação aos consumidores”, defende, garantindo sempre a atenção às expetativas e às tendências do mercado. E conclui: no final de 2020 a quota Nielsen em valor para a marca Luso era cerca de 19%, enquanto para as cervejas da SCC situava-se em cerca de 45%, tendo a Sagres uma quota aproximada de 40%.

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