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Fomos à Drogaria e #ProvamosEAprovamos

Em tempos foi a drogaria do sr. Albino, agora é um restaurante. Abriu portas e logo as fechou devido à pandemia, entretanto reabriu-as com um novo chef executivo, Daniel Sousa, que pretende homenagear a Lisboa antiga e as memórias portuguesas. É entre a Lapa e a Pampulha que o Drogaria dá vida ao paladar.     

sexta-feira, 30 julho 2021 13:12
Fomos à Drogaria e #ProvamosEAprovamos

Inserido na Lisboa antiga, equilibrado entre o estilo antiquado e contemporâneo, sofisticado. É a primeira impressão que se tem do Drogaria, o restaurante que quase apetece apelidar de “bairrista com classe”. Os detalhes arquitetónicos e decorativos – os veludos, as cores, a mármore e os espelhos – lembram a Arte Nova e a década de 1930, mas também a de 60.

Paulo Aguiar, o proprietário, é engenheiro e só quando idealizou o projeto passou a saber “o que é um forno e uma máquina de lavar loiça” – brinca. Inspirou-se nas vivências da sua infância naquele bairro, onde, por exemplo, ia à drogaria do sr. Albino fazer recados, para criar o restaurante. Agora, o espaço é seu e desse tempo guarda um móvel, que faz parte da decoração. Quanto a esta, recorda a música “Lisboa não sejas francesa”, de Amália Rodrigues, e afirma que a influência do país realmente sentia-se muito na capital, “era inevitável”, e agora no Drogaria também se respira “un petit peu” de França.

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O design combina com a inovação patente nos pratos de Daniel Sousa. O chef executivo, nascido na Beira Baixa, é muito viajado e acumulou experiência em vários tipos de gastronomia. Formou-se na Escola de Hotelaria e Turismo do Fundão e já passou pela Alain Ducasse Culinary School e por restaurantes com estrela Michelin, como o Villa Joya no Algarve, Fortaleza do Guincho ou Robuchon Au Domme em Macau. Depois uma grande temporada pela Europa e a Ásia, regressa a Portugal, mais especificamente ao Azor Hotel nos Açores, e daí seguiu para Vila Monte Farm House em Olhão, onde trabalhou com ingredientes e produtos da Ria Formosa.

Estas influências estão presentes na sua cozinha e vieram consigo para o restaurante, onde aposta na reinterpretação da gastronomia tradicional portuguesa, de forma criativa. “A carta de verão é fresca, mais à base de legumes. E respeitamos muito a proteína”, diz.

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Para a mesa, vieram as guiozas de cozido à portuguesa; as bruschettas de sardinha curada com pão de massa mãe da Gleba; o magret de pato acompanhado de cevada, beterraba e laranja; a beringela da época em três formatos; e, por fim, a tigelada com meloa, iogurte e mel. Alguns destes pratos são novos e podem ser acompanhados com cocktail’s da casa ou vinho. “A nossa ideia é trabalharmos com produtos sazonais e, por agora, tentarmos fazer uma mudança de três em três meses. Sempre que conseguirmos comprar matéria-prima durante dois meses, fazemos um prato novo. Essa é a nossa ideia, para que as pessoas tenham uma novidade quando voltarem aqui”, explica o chef.

Da textura ao sabor dos alimentos, do antigo ao “bairrita com classe, #ProvamosEAprovamos a Drogaria.

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