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A PMI Concordia (Annual Summit) com a inovação

O estigma de que a inovação científica, financiada por uma empresa de tabaco, não pode ser confiável ou de interesse público tem de ser deixado de lado, afirmou, esta terça-feira, o CEO da Philip Morris International (PMI), no 2021 Concordia Annual Summit. Jacek Olczak partilhou as perceções e ideias da empresa de como construir um mundo melhor para a sociedade.

quarta-feira, 22 setembro 2021 10:09
A PMI Concordia (Annual Summit) com a inovação

O CEO da PMI participou no 2021 Concordia Annual Summit, em Nova Iorque, e começou o seu discurso a lembrar que não se pode construir o futuro que se deseja a confiar nos mesmos projetos que foram usados no passado recente, e que voltar a uma versão do “normal” de ontem é “impensável”. “Seria um abandono do dever e um desperdício imperdoável da oportunidade que temos de evoluir e crescer como sociedade”, defendeu.

Jacek Olczak focou a sua intervenção nos “danos das políticas de exclusão” e “medidas contraproducentes” que tentam manipular, “obscurecer verdades” e “bloquear soluções inovadoras e mais imediatas”. “A ciência – quando examinada por meio de revisão por pares – é ciência. Factos são factos. A ideia de que uma descoberta científica deve ser falhada porque vem de uma determinada empresa ou setor é absurda – especialmente quando foi confirmada por governos, cientistas e terceiros respeitados”, sustentou.

“Precisamos de remover os princípios políticos e ideológicos que estão a impedir o progresso – e não apenas no que diz respeito à redução dos danos do tabaco. Os danos das políticas de exclusão e as medidas contraproducentes aplicam-se com força semelhante à mudança climática, mitigação de pandemia, desigualdade institucionalizada e outros desafios urgentes”, acrescentou o CEO da PMI.

Lembre-se que a PMI está a trabalhar para construir um futuro livre de fumo e já assumiu que quer deixar o tabaco convencional, tendo já investido milhares de milhões em investigação. Em 2016, a empresa submeteu à Food and Drug Administration, agência americana para a segurança alimentar e o medicamento, a revisão da evidência científica, no âmbito dos pedidos de autorização para a comercialização do IQOS e das unidades de tabaco aquecido como “Produto de Tabaco de Risco Modificado”. “Embora não sejam isentos de riscos, esses produtos [que eliminam a combustão] foram cientificamente comprovados como uma alternativa muito melhor ao fumo contínuo. Na verdade, ao autorizar o nosso sistema de tabaco aquecido como um ‘Produto de Tabaco de Risco Modificado’ – e permitir que alegações de exposição reduzida sejam feitas aos consumidores –, a Food and Drug Administration observou que é ‘apropriado promover a saúde pública’ e ‘espera-se que beneficiem a saúde de toda a população’”, recordou Jacek.

O CEO da PMI concluiu o discurso pedindo que se “ajude a acabar com as abordagens ultrapassadas e excludentes que impedem de avançar como sociedade”. “Peço-lhe que coloque a saúde pública acima da ideologia e dos rancores antigos. Se aprendemos alguma coisa no último ano e meio, é que a ciência, a inovação e a inclusão devem prevalecer”, afirmou.

O Concordia Annual Summit junta pessoas de todos os setores, para promover conversas sobre questões de impacto global. A edição deste ano, que termina esta quinta-feira, conta com o CEO do Lego Group, Niels B. Christiansen; o presidente da Colômbia, Iván Duque Márquez; o CEO da Intel, Pat Gelsinger; o ministro dos Emirados Árabes Unidos para o Desenvolvimento Governamental e o Futuro, Ohood Al-Roumi; o CEO do LinkedIn, Ryan Roslansky; o secretário-geral da ONU, António Guterres; entre muitos outros.

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